Eu adoro faróis. Assim, comprei um por 1L$. Como não tenho terreno, só o vejo quando o coloco nas sandbox espalhadas pelo SL:
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Pois, agora percebi o entusiasmo de enviar as músicas que ouvimos para o last.fm pelos que usam o Amarok: é só colocar o username e a password nas preferências. Quando eu usava o iTunes para ouvir música tinha sempre de instalar uma aplicação de quase 9MB para ter as músicas no meu perfil… Nunca gostei muito das chamadas web 2.0 apps. Há pouco tempo, nas minhas deambulações pelas mailling lists de educação, notei que havia vários professores a utilizar uma aplicação web chamada Facebook. Já me tinha registado há tempos, mas na verdade não achei grande interesse e pensei que seria mais uma aplicação para conhecer antigos colegas, comunicar via web - isto se quiser colocar as coisas de forma simpática - ou para dizer a toda a gente tudo sobre o utilizador - se quiser ser mais sarcástica.
A professora aponta ainda como um aspecto positivo do Second Life, em relação às aulas em presença, o facto de desaparecer o aluno demasiado interventivo e desaparecer o aluno tímido, que raramente intervém:
In I, Lamont Uma das melhores curtas que já vi. No ínicio deste ano descobri o DVD, há pouco tempo descobri o site. É favor entrar: Tive de instalar o XP, no mac (é, vou ter de instalar uns joguitos para a minha tese So, you want to organize yourself… so you think, “I need something where I can read my email, my feeds, put my tasks on, my events, my notes, something that reminds me what to do, something where I can put my contacts, and where I can write a journal about what I have done to see my progress” So, you don’t have time to spent and you only have wireless available and you want Kontact, or a PIM that is really a PIM and not a sophisticated address book. Pois, o sr Admin desta casa faz hoje anos, e como gosta de gatos, aqui deixo a história de um casal que começou a receber contas de água astronómicas. Tudo por causa do gatito que passava o dia nisto: No final da década de 40, ganha importância, nos meios artísticos, a diminuição entre a audiência e o espectáculo. O público é chamado a participar na performance a que assiste. [1] Cage, John. Cited by Media Art Net. http://www.mediaartnet.org/works/4-33/ Acedido a 6 de Julho de 2007 Para combater o uso inadequado do sr. Apostrophe, no Inglês: The Apostrophe Protection Society Descoberta no livro Eats, Shoots & Leaves: The Zero Tolerance Approach to Punctuation. … of this beautiful thing Foi lançado hoje o CKAN - Comprehensive Knowledge Archive Network, desenvolvido pela Open Knowledge Foundation.
Jun
29
2007
Como fazer cópias de produtos com DRm, para uso privadoPosted by: Paula Simões in Ciência/Tecnologia, tags: drm, igacDepois de um argumento meu contra o DRM ter sido apelidado de “ridículo”, achei por bem colocar aqui algumas informações, que me parecem importantes: Quando compramos um dispositivo que nos permite fazer uma cópia (um cd-rw, por exemplo), pagamos uma taxa, que já está embutida no preço, para beneficiar “os autores, os artistas intérpretes ou executantes, os editores e os produtores fonográficos e videográficos”. “1 - A remuneração a incluir no preço de venda ao público dos aparelhos de fixação e reprodução de obras e prestações é igual a 3% do preço de venda, antes da aplicação do IVA, estabelecido pelos respectivos fabricantes e importadores.” lei 50/2004, de 24 de Agosto O meu argumento é “eu sempre tive direito à cópia privada. Este direito é-me concedido pela lei portuguesa e pelo facto de eu pagar uma taxa por todo e qualquer dispositivo que permita a cópia”. Ora, se o cd do qual eu quero fazer uma cópia privada tem DRM, eu não posso quebrar esses códigos de DRM: dá cadeia (até um ano) ou multa de 100 dias. A alternativa é ir ao IGAC, onde o fabricante, por lei, deve ter depositado o cd, dvd ou ficheiro sem DRM e a partir dele fazer então a tal cópia privada a que se tem direito. O DRM nos produtos é execrável porque: - obriga os utilizadores a abdicarem de um direito que têm, por lei - a maior parte das vezes pela aceitação de contratos com letras pequeninas, que ninguêm lê, cujo link (também pequenino) está bem no fundo do iTunes… erm… perdão do site: não estamos a falar de “detalhe”, estamos a falar de estar claro e visível; - não combate a pirataria, pelo que se apaga a possível justificação moral Donde, daqui faço o meu apelo: sempre que quiserem fazer uma cópia de um CD, DVD ou ficheiro com DRM, para uso privado dirijam-se ao IGAC e peçam o produto em questão sem DRM, para fazerem a cópia.
Jun
29
2007
DRM/TCG can be OpenSourcePosted by: Gustavo Felisberto in Geral, tags: drm, free_software, open-source
EDIT 2007/06/30 004
I re-read Mr. Carlos Serrão original post, and altough the all tone of the post points in one direction I missed the end conclusion where he states that he believes that it is possible to have Open Source Secure DRM application. My apologies to him. ———– ORIGINAL POST FOLLOWS ———– On the Portuguese blogosphere there has been a lot of talking about DRM in the past few days. I’ve seen so many things that I have no idea where to start, but I’ll try. 1-Run Mac OS on the Power Mac, For all practical and theoretical purposes the simulated CPU has no way to know that it is a real (hardware) or virtual (software). And we can keep on doing this: 4-Run Vmware in Windows, So lets try to include DRM with this. But first, lets see what are the broad goals of DRM. 1- To give the distributer of content control over who opens a certain data. Lets see how we can implement this for the music industry: 1- Create a hardware audio player, lets call it iPlayer When a user buys a iPlayer he goes to the iMusic site to buy some songs, and enters the serial number of the player. The store can now produce customized songs for the player. These songs can be encrypted with a key that is inside the iPlayer. When the user sends the file to a friend, his iPlayer will have a different key inside, and will not know how to open the file. Almost perfect! It is not perfect because the user can still share the data. But for the iMusic store is as good as perfect because only the person who bought the file can open it. But is this really perfect? Lets remember where we started. A computer system has no way to know it is running inside a simulate environment. So what stops us from creating a simulator that simulates an iPlayer? The fact that the iMusic store knows something that we do not know: “the key inside our iPlayer”. But lets say that for some reason we have that piece of information (i’ll return to the process of getting the key latter on). We can simulate our iPlayer and when it decrypts the data we can grab the raw unencrypted data and store it. We just cracked the DRM protection.
Here comes hardware hacking, that is the process of somehow opening the iPlayer and getting the key from one of the chips inside. Or, from the iMusic store perspective, how to make hardware that cannot be tampered. Things are looking bad for the iMusic store. And it gets even worst. The user will want to play his songs on his iPlayer and on his computer. So the store gives a shot in the foot and produces a software called iDesktopPlayer that the user installs in his laptop. The store is not “dumb” and forces you to download new musics that are encrypted against a key inside the iDesktopPlayer. So now you just need to create a software that simulates a sound card, this simulated card will dump all information to a file. So this all comes down to: The iMusic store needs to partner with computer vendors and create a world were there are no Turing machines. That is the TCG. The idea is to have a computer where all software is Trustworthy. Meaning it is signed or encrypted and the keys are in hardware tamper proof. And people say this kills Open Source Software. Actually no: < ?php echo "This is a secure, OpenSource Audio Player!" ?> iD8DBQFGhOyqDysutLny1SoRAs+9AJ41zaXx9qGRtk2zF0I8vjX3AJK0RgCgjZYz This piece of code is Open Source. Any one can look at it and see what it does. A trustworthy computer that had my gnupg key could verify the signature and execute the software. But if onewas to change something the computer would no longer be able to run it. This kills FREE SOFTWARE. So this answers Mr Carlos Serrão when he says that OpenSource and DRM cannot mix. They can. But it will not be Free Software with all the liberty’s stated by the Free Software Foundation:
This post is already lengthy so I’ll stop know. Maybe one of these days I’ll talk some more on why I think it is impossible to build a Trusted Computing Platform.
Jun
29
2007
Google Desktop Makes Thunderbird go Crazy?Posted by: Gustavo Felisberto in Ciência/Tecnologia, GentooDue to the need of re-installing my system in a pinch I decided to try Kubuntu. So in the last weeks I’ve been running feisty and the gutsy on my laptop. Today I decided to give the new Google Desktop Search for Linux a try. It was running happy until I started thunderbird. I noticed that thunderbird had some momentary freezes. I opened a terminal and run top. And there was thunderbird eating 89% CPU!! I stoped it and restarted it and the problem did not go away. After some tought I exited Google Desktop and thunderbird got back to normal values!!! Restarted Google Desktop and there was Thunderbird eating all my CPU. I did some searches and came up empty handed…. Maybe it is just me, but I cant have both running
Jun
28
2007
Ora vamos lá então discutir o DRM… a sérioPosted by: Paula Simões in Ciência/Tecnologia, tags: drmMantêm-se na blogosfera uma discussão sobre DRM. Podem ler aqui, as opiniões de alguém pró-DRM e aqui a refutação dos seus argumentos. Parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam contra o DRM são também contra os direitos de autor, da mesma forma que parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam na área do software livre são contra a propriedade intelectual. O DRM não funciona, para os fins que os seus promotores argumentam. Na verdade, o DRM só prejudica as pessoas que não querem piratear os produtos. Parece que uma música com DRM do iTunes aparece nas redes peer-to-peer em oito segundos… Também não acredito que se consigam implementar sistemas de DRM infalíveis. Por cada novo DRM que se invente, haverá um puto qualquer que consiga “cracká-lo”… Mais, não acredito que se consiga implementar um sistema de DRM que não prejudique as pessoas que compram legalmente os produtos. A discussão sobre a fiabilidade ou aspectos positivos do DRM é inglória e não tem sentido. É tapar o sol com a peneira. É remediar. Há uns anos atrás, uma amigo meu fez um jogo para uma cadeira do curso que estava a tirar. E usou uma imagem que não era dele, uma imagem que encontrou na web. O que para o trabalho académico não importava, uma vez que ele ía ser avaliado pelo motor do jogo apenas. Isto faz-me pensar que há pessoas que sabem e que têm orgulho em fazer “the right thing”. A solução para os direitos de autor e propriedade intelectual NÃO é o DRM, é a LEI, que já existe e a EDUCAÇÃO. Porque é que com tanto plágio que grassa pelas nossas Universidades, estas não actuam? Em algumas instituições de ensino superior e oficialmente um aluno que cometa plágio tem sanções até não poder voltar a fazer a cadeira. Mas nunca se ouviu a aplicação destas sanções… Como é que se fala de direitos autorais e de propriedade intelectual quando nas nossas universidades o professor continua a dar o cd do programa crackado ao aluno? Porque é que as nossas Universidades continuam a ensinar sobre plataformas proprietárias, que os alunos quando saírem para o mercado de trabalho não vão poder comprar, quando têm alternativas livres e open-source? Se, mesmo com o DRM a pirataria continua a aumentar, porque é que as empresas continuam a usá-la? Qualquer empresa que justifique o DRM como forma de combater a pirataria ou é muito naive ou é desonesta. Sim, porque o DRM prende as pessoas aos produtos dessa empresa e estas fazem dinheiro com isso. Foi através de uma mailing list que soube deste site.
Parece muito centrada na pedofilia, racismo e violência e é composta pelos seguintes membros:
Microsoft?! Han?! Quando saí de casa de manhã, tinha este pequerrucho na parede exterior, todo encolhido cheio de medo:
Espero que ele tenha conseguido voltar para casa dele! Não se vê bem, mas tinha mais ou menos o tamanho de um dedo!
Jun
27
2007
Portugal diz NÃO ao formato Microsoft OfficePosted by: Paula Simões in Ciência/TecnologiaTo: Membros da Comissão Técnica para a avaliação dos standards ISO No próximo dia 16 de Julho, pelas 14.30, no Instituto de Informática, vai ser decidido o sentido de voto de Portugal na aprovação ou não do ISO DIS 29500 (Office OpenXML ou OOXML format). Os cidadãos Portugueses abaixo assinado pedem-lhes para considerar a REJEIÇÃO de tal formato como standard, como aliás fizeram milhares cidadãos de todo o mundo em http://www.noooxml.org/petition , tendo esta petição atingido as 10000 assinaturas em menos de uma semana. Existem diversos motivos pelos quais tal proposta deve ser recusada, entre os quais: 1. Já existe um standard ISO26300 chamado Open Document Format (ODF): dois standards aumenta o custo, a incerteza e a confusão na indústria, no governo e nos cidadãos; Assina a petição aqui. Há muito, muito tempo atrás, quando eu não fazia a mínima ideia do que era o DRM, comprei no iTunes o audiobook da famosa série de TV, e uma das minhas preferidas, Yes, Minister. Entretanto tive uns problemas no computador, quando estive na Finlândia e só ontem, em casa, me lembrei de passar o audiobook para o iPod (mais um erro meu):
Colocar uma password não é assim tão aborrecido, de facto. Mas se pensarmos que não tenho net em casa e que posso até nem vir a ter, a coisa torna-se mais complicada. Conclusão: não pude ouvir algo que comprei e que tenho toda a legitimidade para ouvir! E ainda anda gente por aí a defender DRM… Pffft! Estava eu a meio de um daqueles dias terríveis, com deadlines, com colegas ao lado a se passarem do juizo, quando chega mais um mail:
Então a correr entre projectos espetei uma descrição. Pedi à Paula que me fosse refazer o Avatar mas sem fundo e foi procurar as minhas coordenadas com boa precisão. As coordenadas antigas que tinha quando fiz o dev map de gentoo não eram lá muito precisas. O Projecto ainda não terminou, a deadline está cada vez mais perto, mas não queria deixar de agradecer ao Grupo do Prt.sc o facto de me considerarem para me juntar a eles. |





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