Eu adoro faróis. Assim, comprei um por 1L$. Como não tenho terreno, só o vejo quando o coloco nas sandbox espalhadas pelo SL:

farolsl

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Pois, agora percebi o entusiasmo de enviar as músicas que ouvimos para o last.fm pelos que usam o Amarok: é só colocar o username e a password nas preferências. Quando eu usava o iTunes para ouvir música tinha sempre de instalar uma aplicação de quase 9MB para ter as músicas no meu perfil…

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Nunca gostei muito das chamadas web 2.0 apps. Há pouco tempo, nas minhas deambulações pelas mailling lists de educação, notei que havia vários professores a utilizar uma aplicação web chamada Facebook. Já me tinha registado há tempos, mas na verdade não achei grande interesse e pensei que seria mais uma aplicação para conhecer antigos colegas, comunicar via web - isto se quiser colocar as coisas de forma simpática - ou para dizer a toda a gente tudo sobre o utilizador - se quiser ser mais sarcástica.
De forma que voltei lá e vi que é possível adicionar aplicações ao Facebook. Desde aplicações que permitem partilhar os livros e reviews, aplicações para aprender línguas, questionários, ligações à Wikipédia, how to’s, vídeos sobre ciência, aplicações para formatar bibliografias nos estilos MLA, APA, Chicago ou Turabian, aplicações para procurar livros em bibliotecas, escrever documentos colaborativamente, ficando todas as versões e até, porque não, os três últimos comics do PhDComics :-)ha
Isto só na categoria Education.
O que me dá ensejo para falar de aplicações, que à primeira vista, parecem apenas aplicações de entertenimento, mas que acabam por ser arrebatadas para o ensino. O Facebook foi, de facto, uma surpresa. Outro caso similar, este não tão surpreendente, já que o meu primeiro contacto foi motivado pelo meu interesse no elearning, é o do Second Life.
Reputadas Universidades estão já a dar cursos via Second Life. Um dos aspectos que me entusiasmou logo de ínicio foi a possibilidade de role-play. Casos como colocar alunos de Medicina num consultório com doentes e enfermeiros ou colocar alunos de Direito num tribunal, fazendo-os desempenhar os vários papéis, pareceram-me desde logo entusiasmantes, porquanto são situações de ensino muito difíceis de levar a cabo na vida real, e definidos por aquilo que a tecnologia deve ser: necessária e não supérflua. Quero com isto dizer que projectos educativos que usem meios tecnológicos para ensinar só para se poder dizer que se usam as novas tecnologias estão, a meu ver, condenados à partida.
Na minha experiência, no ensino através do Moodle, constatei que as tarefas pedidas aos alunos que poderiam ser realizadas através de outras aplicações ou por outros meios, não suscitavam interesse, nem motivavam os alunos para a aprendizagem. Uma boa forma de aferir do sucesso de uma tarefa, em ambiente de eLearning, é pensar se essa tarefa pode ser realizada sem o uso da tecnologia que nos propomos utilizar. se a resposta for positiva, melhor procurar outra :-)
Mas o Second Life tem outros aspectos positivos. Quer no que concerne à comparação com outras aplicações usadas para o eLearning (como o Moodle, por exemplo), quer mesmo no que concerne à comparação com a sala de aula (ensino presencial).
Rebbeca Nesson, professora no curso CyberOne: Law in the Court of Public Opinion da Universidade de Harvard, leccionado em grande parte através do Second Life, aponta como aspectos positivos em relação aos Learning Management Systems, a maior facilidade em conseguir uma comunidade de aprendizagem coesa:

(…) having a physical representation of their “selves” through their avatars, whether it looked like them or looked like something completely different, was quite important in having them establish relationships with each other. Because it gave people a way to express something of their personality that wasn’t necessarily directly related to what we were doing in the class.

A professora aponta ainda como um aspecto positivo do Second Life, em relação às aulas em presença, o facto de desaparecer o aluno demasiado interventivo e desaparecer o aluno tímido, que raramente intervém:

In Second Life, that problem of students not participating in class discussions just totally disappeared. And when I thought about it, these reasons, these challenges of speaking up in a regular class went away in this environment. In Second Life, when you want to contribute something to the class discussion, you just go ahead and start typing it in your chat box, and nobody turns to look at you, even if they do notice that your avatar is doing the typing motions, they are not actually looking at you, it’s just your avatar, and your avatar is not doing anything embarrassing. When you are ready to enter your comment into the conversation, you just hit enter. And it doesn’t have that moment where everybody stops and looks at you. (…) On the flip side, we didn’t have any trouble with students who dominate the discussion. There’s always been the phenomenon of the student who ends every sentence with a conjunction in order to not stop their comment, and you can do that as much as you like in Second Life, and it doesn’t stop anybody else from participating in the discussions.

In I, Lamont

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Uma das melhores curtas que já vi. No ínicio deste ano descobri o DVD, há pouco tempo descobri o site. É favor entrar:

suspeita

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Tive de instalar o XP, no mac (é, vou ter de instalar uns joguitos para a minha tese :-) ) e usei o bootcamp. Não sei muito bem como instalei, estava com pouco tempo e limitei-me a seguir os passos e a fazer next, next. Agora cada vez que reinicio o laptop, ele lança o XP. Se quiser iniciar o MacOSX tenho de carregar em alt, aquando do ínicio do sistema. Suponho que seja possível mudar a ordem com o bootcamp, mas não era suposto que, by default, fosse o MacOSX a arrancar?

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So, you want to organize yourself… so you think, “I need something where I can read my email, my feeds, put my tasks on, my events, my notes, something that reminds me what to do, something where I can put my contacts, and where I can write a journal about what I have done to see my progress”
Hmm… oh! There is Kontact! Nice! :-)
Hmm… not so nice: you have a Macbook Pro! You like to work on Linux, but you need some apps from Mac OS X and some of XP for your work. Damn!
Well, you can put the three together. But you need ubuntu 6. Oh yes, because 7 just doesn’t launch the GUI, even in live mode, something about VEGA drives or something related (you can use 7 if you want extra work)
Oh and you need internet by cable too, because GRUB’s installation will fail, you will have to download LILO and that doesn’t work with wireless :-S

So, you don’t have time to spent and you only have wireless available and you want Kontact, or a PIM that is really a PIM and not a sophisticated address book.
You know about Aethera, but it is so ugly! And too slow, and sometimes you lost the bar where you have links to mail and notes, and stay only with calendar without even knowing what happened!
So ugliness is really unbearable, when things don’t work nice.
Then you heard about Chandler. And you try version 6. Nice, but buggy. You just can’t figure out where to setup your email accounts! And you do not have any how to… yet. Then you try version 7! Better looking, with tags and collections, you can put an email as a task or an event, and you finally setup your accounts and you download your mail: fetching 18 messages from gmail! Wow! Then you look around to see them: where the hell is my mail? You search and search… and nothing… and crashes!
Then you heard about porting kontact to mac! Without X11! Wow! That’s it!
So you download the torrents needed to install and launch Kontact and… yes! you can see it on your mac!!! :-)
Then you try to click to setup this beutiful, fully functional app, and… it crashes! If you use Kmail or Korganizer alone, it doesn’t crash so much, but it is so slow… and you don’t understand why.
Then your Macbook Pro is running out of battery, and you will have to wait in the bar for some time, so you phone your boyfriend (well, first the laptop, second the boyfriend… :-) just kidding, honey - I think I will have to answer for this one :-D ) and tell him about it. And it is then that he tells you “Wow, you are installing KDE4 on Mac? Wow, KDE4 will be the power, but it is very, very unstable. Even if you have it on a Linux machine!”
And you think “Oh That’s why, then!”
So you decide to install KDE 3.5 via Fink, even if Kontact doesn’t work. Because, even if you have to use Kmail or Korganizer alone you do not have any app to MacOSX that do the same.
I must say that mail.app is so poor, but so poor, that I even don’t believe Apple has it as an email client. (in the last two weeks it crashed some times too)
And if your thinking in Thunderbird, oh well, is crashes several times (I have five accounts, with hundreds of email messages in each one), but Kmail running on a KDE that runs on X11 never crashed!
Conclusion: Forget about Aethera, keep an eye on Chandler, subscribe Racoon Fink (KDE4/QT) and install KDE through Fink :-)
When you have more time and net through cable, you can put your machine tribooting…

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Pois, o sr Admin desta casa faz hoje anos, e como gosta de gatos, aqui deixo a história de um casal que começou a receber contas de água astronómicas. Tudo por causa do gatito que passava o dia nisto:

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No final da década de 40, ganha importância, nos meios artísticos, a diminuição entre a audiência e o espectáculo. O público é chamado a participar na performance a que assiste.
Em 1952, David Tudor desempenhava, em Woodstock, New York, a peça 4’ 33’’, de John Cage, sentando-se ao piano e não tocando nenhuma nota durante os quatro minutos e trinta e três segundos que durava o espectáculo.
Os espectadores afirmavam não ter ouvido nada, mas o espectáculo estava recheado de sons:
“People began whispering to one another, and some people began to walk out. They didn’t laugh — they were just irritated when they realized nothing was going to happen, and they haven’t fogotten it 30 years later: they’re still angry.”[1]

[1] Cage, John. Cited by Media Art Net. http://www.mediaartnet.org/works/4-33/ Acedido a 6 de Julho de 2007

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Para combater o uso inadequado do sr. Apostrophe, no Inglês: The Apostrophe Protection Society

Descoberta no livro Eats, Shoots & Leaves: The Zero Tolerance Approach to Punctuation.

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… of this beautiful thing :-)

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Foi lançado hoje o CKAN - Comprehensive Knowledge Archive Network, desenvolvido pela Open Knowledge Foundation.

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Depois de um argumento meu contra o DRM ter sido apelidado de “ridículo”, achei por bem colocar aqui algumas informações, que me parecem importantes:

Quando compramos um dispositivo que nos permite fazer uma cópia (um cd-rw, por exemplo), pagamos uma taxa, que já está embutida no preço, para beneficiar “os autores, os artistas intérpretes ou executantes, os editores e os produtores fonográficos e videográficos”.

“1 - A remuneração a incluir no preço de venda ao público dos aparelhos de fixação e reprodução de obras e prestações é igual a 3% do preço de venda, antes da aplicação do IVA, estabelecido pelos respectivos fabricantes e importadores.” lei 50/2004, de 24 de Agosto

O meu argumento é “eu sempre tive direito à cópia privada. Este direito é-me concedido pela lei portuguesa e pelo facto de eu pagar uma taxa por todo e qualquer dispositivo que permita a cópia”.

Ora, se o cd do qual eu quero fazer uma cópia privada tem DRM, eu não posso quebrar esses códigos de DRM: dá cadeia (até um ano) ou multa de 100 dias.

A alternativa é ir ao IGAC, onde o fabricante, por lei, deve ter depositado o cd, dvd ou ficheiro sem DRM e a partir dele fazer então a tal cópia privada a que se tem direito.

O DRM nos produtos é execrável porque:

- obriga os utilizadores a abdicarem de um direito que têm, por lei - a maior parte das vezes pela aceitação de contratos com letras pequeninas, que ninguêm lê, cujo link (também pequenino) está bem no fundo do iTunes… erm… perdão do site: não estamos a falar de “detalhe”, estamos a falar de estar claro e visível;

- não combate a pirataria, pelo que se apaga a possível justificação moral

Donde, daqui faço o meu apelo: sempre que quiserem fazer uma cópia de um CD, DVD ou ficheiro com DRM, para uso privado dirijam-se ao IGAC e peçam o produto em questão sem DRM, para fazerem a cópia.
Vamos ver quantas editoras cumpriram a lei :-P

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EDIT 2007/06/30 004
I re-read Mr. Carlos Serrão original post, and altough the all tone of the post points in one direction I missed the end conclusion where he states that he believes that it is possible to have Open Source Secure DRM application. My apologies to him.

———– ORIGINAL POST FOLLOWS ———–

On the Portuguese blogosphere there has been a lot of talking about DRM in the past few days. I’ve seen so many things that I have no idea where to start, but I’ll try.
First of all a little on computer systems. When we consider a standard computer with a standard OS as a Turing Machine we know that we can simulate any other system inside this one. Mac users are used to this:

1-Run Mac OS on the Power Mac,
2-Run a Virtual Machine that simulates a PC,
3-Run Windows inside the simulated PC,

For all practical and theoretical purposes the simulated CPU has no way to know that it is a real (hardware) or virtual (software). And we can keep on doing this:

4-Run Vmware in Windows,
5-Run Linux inside Vmware.

So lets try to include DRM with this. But first, lets see what are the broad goals of DRM.

1- To give the distributer of content control over who opens a certain data.
2- To make it impossible for a user to do a Digital Copy of a certain data.

Lets see how we can implement this for the music industry:

1- Create a hardware audio player, lets call it iPlayer
2- Create a store with musics, lets call it iMusic

When a user buys a iPlayer he goes to the iMusic site to buy some songs, and enters the serial number of the player.

The store can now produce customized songs for the player. These songs can be encrypted with a key that is inside the iPlayer. When the user sends the file to a friend, his iPlayer will have a different key inside, and will not know how to open the file. Almost perfect! It is not perfect because the user can still share the data. But for the iMusic store is as good as perfect because only the person who bought the file can open it.

But is this really perfect?

Lets remember where we started. A computer system has no way to know it is running inside a simulate environment. So what stops us from creating a simulator that simulates an iPlayer? The fact that the iMusic store knows something that we do not know: “the key inside our iPlayer”. But lets say that for some reason we have that piece of information (i’ll return to the process of getting the key latter on). We can simulate our iPlayer and when it decrypts the data we can grab the raw unencrypted data and store it. We just cracked the DRM protection.

But you need the key!

Here comes hardware hacking, that is the process of somehow opening the iPlayer and getting the key from one of the chips inside. Or, from the iMusic store perspective, how to make hardware that cannot be tampered.
Chips can be made where it is very VERY hard to retrieve the keys. But where there is a will there is a way :)

Things are looking bad for the iMusic store. And it gets even worst.

The user will want to play his songs on his iPlayer and on his computer. So the store gives a shot in the foot and produces a software called iDesktopPlayer that the user installs in his laptop. The store is not “dumb” and forces you to download new musics that are encrypted against a key inside the iDesktopPlayer. So now you just need to create a software that simulates a sound card, this simulated card will dump all information to a file.

So this all comes down to:

The iMusic store needs to partner with computer vendors and create a world were there are no Turing machines.

That is the TCG. The idea is to have a computer where all software is Trustworthy. Meaning it is signed or encrypted and the keys are in hardware tamper proof.

And people say this kills Open Source Software. Actually no:

-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE-----
Hash: SHA1

< ?php

echo "This is a secure, OpenSource Audio Player!"
$key = get_this_computer_key_stored_in_hardware();
$decrypted_audio = gpg_decrypt($enc_file, $key);
if (is_valid_audio_file($decrypted_audio)
play_audio($decrypted_audio);
else
echo "This file is not for this machine... PIRATE!!!!"

?>
—–BEGIN PGP SIGNATURE—–
Version: GnuPG v1.4.6 (GNU/Linux)

iD8DBQFGhOyqDysutLny1SoRAs+9AJ41zaXx9qGRtk2zF0I8vjX3AJK0RgCgjZYz
q00n4D+Qm1DGTtVE8loPQAQ=
=Gr13
—–END PGP SIGNATURE—–

This piece of code is Open Source. Any one can look at it and see what it does. A trustworthy computer that had my gnupg key could verify the signature and execute the software. But if onewas to change something the computer would no longer be able to run it. This kills FREE SOFTWARE.

So this answers Mr Carlos Serrão when he says that OpenSource and DRM cannot mix. They can. But it will not be Free Software with all the liberty’s stated by the Free Software Foundation:

* The freedom to run the program, for any purpose (freedom 0).
* The freedom to study how the program works, and adapt it to your needs (freedom 1). Access to the source code is a precondition for this.
* The freedom to redistribute copies so you can help your neighbor (freedom 2).
* The freedom to improve the program, and release your improvements to the public, so that the whole community benefits (freedom 3). Access to the source code is a precondition for this.

This post is already lengthy so I’ll stop know. Maybe one of these days I’ll talk some more on why I think it is impossible to build a Trusted Computing Platform.

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Due to the need of re-installing my system in a pinch I decided to try Kubuntu. So in the last weeks I’ve been running feisty and the gutsy on my laptop.

Today I decided to give the new Google Desktop Search for Linux a try. It was running happy until I started thunderbird. I noticed that thunderbird had some momentary freezes. I opened a terminal and run top. And there was thunderbird eating 89% CPU!! I stoped it and restarted it and the problem did not go away. After some tought I exited Google Desktop and thunderbird got back to normal values!!! Restarted Google Desktop and there was Thunderbird eating all my CPU.

I did some searches and came up empty handed…. Maybe it is just me, but I cant have both running :(

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Mantêm-se na blogosfera uma discussão sobre DRM. Podem ler aqui, as opiniões de alguém pró-DRM e aqui a refutação dos seus argumentos.

Parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam contra o DRM são também contra os direitos de autor, da mesma forma que parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam na área do software livre são contra a propriedade intelectual.
Não há mentira maior.

O DRM não funciona, para os fins que os seus promotores argumentam. Na verdade, o DRM só prejudica as pessoas que não querem piratear os produtos. Parece que uma música com DRM do iTunes aparece nas redes peer-to-peer em oito segundos…

Também não acredito que se consigam implementar sistemas de DRM infalíveis. Por cada novo DRM que se invente, haverá um puto qualquer que consiga “cracká-lo”… Mais, não acredito que se consiga implementar um sistema de DRM que não prejudique as pessoas que compram legalmente os produtos.

A discussão sobre a fiabilidade ou aspectos positivos do DRM é inglória e não tem sentido. É tapar o sol com a peneira. É remediar.

Há uns anos atrás, uma amigo meu fez um jogo para uma cadeira do curso que estava a tirar. E usou uma imagem que não era dele, uma imagem que encontrou na web. O que para o trabalho académico não importava, uma vez que ele ía ser avaliado pelo motor do jogo apenas.
Eu, que nem sou muito de jogar, mas uma vez que tinha sido ele a fazer o jogo disse-lhe para mo enviar que o jogava, ao que ele me retorquiu que não podia ser, que a imagem não era dele. E eu era uma amiga!

Isto faz-me pensar que há pessoas que sabem e que têm orgulho em fazer “the right thing”.

A solução para os direitos de autor e propriedade intelectual NÃO é o DRM, é a LEI, que já existe e a EDUCAÇÃO.

Porque é que com tanto plágio que grassa pelas nossas Universidades, estas não actuam? Em algumas instituições de ensino superior e oficialmente um aluno que cometa plágio tem sanções até não poder voltar a fazer a cadeira. Mas nunca se ouviu a aplicação destas sanções…

Como é que se fala de direitos autorais e de propriedade intelectual quando nas nossas universidades o professor continua a dar o cd do programa crackado ao aluno? Porque é que as nossas Universidades continuam a ensinar sobre plataformas proprietárias, que os alunos quando saírem para o mercado de trabalho não vão poder comprar, quando têm alternativas livres e open-source?

Se, mesmo com o DRM a pirataria continua a aumentar, porque é que as empresas continuam a usá-la?

Qualquer empresa que justifique o DRM como forma de combater a pirataria ou é muito naive ou é desonesta. Sim, porque o DRM prende as pessoas aos produtos dessa empresa e estas fazem dinheiro com isso.

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Foi através de uma mailing list que soube deste site.
Basicamente, qualquer pessoa (não precisa de se identificar) pode denunciar qualquer conteúdo:

Que tipo de conteúdos posso denunciar?
Numa fase inicial a interface que permite efectuar uma denúncia está restringida a conteúdo público armazenado na Internet. Numa fase posterior será incluída a possibilidade de denunciar conversas em salas de conversação públicas ou privadas, assim como mensagens de telemóveis. De notar que entretanto é possível denunciar este tipo de conteúdos através dos mecanismos de denúncia auxiliares como o E-mail e telefone mencionados na secção de contactos.

Parece muito centrada na pedofilia, racismo e violência e é composta pelos seguintes membros:

linhasegura

Microsoft?! Han?!
E anda o nosso dinheiro a ser gasto nisto. Não deve faltar muito até começarmos a olhar por cima do ombro. Esta gente portuguesa tem mesmo memória curta! Execrável!

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Quando saí de casa de manhã, tinha este pequerrucho na parede exterior, todo encolhido cheio de medo:

morceguito

Espero que ele tenha conseguido voltar para casa dele! Não se vê bem, mas tinha mais ou menos o tamanho de um dedo!

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To: Membros da Comissão Técnica para a avaliação dos standards ISO

No próximo dia 16 de Julho, pelas 14.30, no Instituto de Informática, vai ser decidido o sentido de voto de Portugal na aprovação ou não do ISO DIS 29500 (Office OpenXML ou OOXML format).

Os cidadãos Portugueses abaixo assinado pedem-lhes para considerar a REJEIÇÃO de tal formato como standard, como aliás fizeram milhares cidadãos de todo o mundo em http://www.noooxml.org/petition , tendo esta petição atingido as 10000 assinaturas em menos de uma semana.

Existem diversos motivos pelos quais tal proposta deve ser recusada, entre os quais:

1. Já existe um standard ISO26300 chamado Open Document Format (ODF): dois standards aumenta o custo, a incerteza e a confusão na indústria, no governo e nos cidadãos;
2. Não existe nenhuma implementação provada da especificação OOXML: o Microsoft Office 2007 produz uma versão especial do OOXML, não um formato de ficheiro que cumpra com a especificação do OOXML;
3. Existe falta de informação no documento de especificação, como por exemplo como fazer um autoSpaceLikeWord95 ou useWord97LineBreakRules;
4. Mais de 10% dos exemplos mencionados no standard proposto não validam como XML;
5. Não existe nenhuma garantia de que qualquer pessoa possa escrever software que implemente total ou parcialmente a especificação OOXML sem estar sujeito às patentes detidas pela Microsoft;
6. Esta proposta a standard entra em conflito com outros standards ISO, como a ISO 8601 (Representation of dates and times), ISO 639 (Codes for the Representation of Names and Languages) ou ISO/IEC 10118-3 (cryptographic hash);
7. Existe um erro no formato de folha de cálculo que impede a insersão de qualquer data anterior ao ano 1900: erros como estes afectam a especificação OOXM tal como software, como o Microsoft Excel 2000, XP, 2003 ou 2007;
8. Esta proposta a standard não foi criada através da experiência e conhecimento de todas as partes interessadas (tais como produtores, vendedores, consumidores, utilizadores e reguladores), mas apenas pela Microsoft.

Assina a petição aqui.

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Há muito, muito tempo atrás, quando eu não fazia a mínima ideia do que era o DRM, comprei no iTunes o audiobook da famosa série de TV, e uma das minhas preferidas, Yes, Minister. Entretanto tive uns problemas no computador, quando estive na Finlândia e só ontem, em casa, me lembrei de passar o audiobook para o iPod (mais um erro meu):

ipod_minister

Colocar uma password não é assim tão aborrecido, de facto. Mas se pensarmos que não tenho net em casa e que posso até nem vir a ter, a coisa torna-se mais complicada.

Conclusão: não pude ouvir algo que comprei e que tenho toda a legitimidade para ouvir! E ainda anda gente por aí a defender DRM… Pffft!

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Estava eu a meio de um daqueles dias terríveis, com deadlines, com colegas ao lado a se passarem do juizo, quando chega mais um mail:

From: Vitor Domingos

Viva Gustavo,

Preciso então de informação para completar a página de membro [1]:
- Biografia do autor
- Algumas linhas sobre o blog
- Localização geográfica via google maps (pode ser o url completo)
- Foto para ser recortada a head

e that’s it.

[1] - http://www.prt.sc/members/

Então a correr entre projectos espetei uma descrição. Pedi à Paula que me fosse refazer o Avatar mas sem fundo e foi procurar as minhas coordenadas com boa precisão. As coordenadas antigas que tinha quando fiz o dev map de gentoo não eram lá muito precisas.

O Projecto ainda não terminou, a deadline está cada vez mais perto, mas não queria deixar de agradecer ao Grupo do Prt.sc o facto de me considerarem para me juntar a eles.

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