Foi hoje colocada online a versão audio da apresentação do Prof. Vitor Santos no takeoff. Estávamos bastante interessados na apresentação, uma vez que foram feitas bastantes afirmações “bombásticas” que estávamos interessados em confirmar. Qual não é o nosso espanto quando vemos que a versão final aparece cortada, tendo as partes não relevantes com a apresentação terem sido retiradas a pedido do orador.

Será que estamos em presença do retorno do Lápis Azul sob a forma de cut/blur ? Com sinceridade, até entendemos que o Prof. Vitor Santos se sinta incomodado com algumas partes da apresentação, mas daí até os promotores do evento alinharem com a limpeza de conteúdos vai uma grande diferença.

alcidesfonseca: eu nao considero isso censura
alcidesfonseca: é apenas restringir à apresentação em si

Nós fizemos parte do público. Eu, Gustavo, fiz parte das pessoas que colocaram perguntas e respostas, durante a apresentação, incentivadas pelo orador, como podem confirmar aos 9 minutos do mp3 que foi publicado, mas que não aparecem de todo no mp3 final.

Pensamos que é claramente um caso de censura! Ou se coloca o que realmente aconteceu, ou se está a contar uma versão modificada que corresponde aos desejos e objectivos de uma das partes.

alcidesfonseca: e que tal direitos de privacidade?
alcidesfonseca: eu nao posso lançar qualquer coisa online
alcidesfonseca: sem o autor permitir
alcidesfonseca: e se o autor permite e pede para cortar certa parte
alcidesfonseca: nao temos remedio outro que nao o fazer

Sem dúvida que o direito é para aqui chamado. O direito à indignação! Mas somos pessoas ou somos ratos? Temos ou não temos princípios? Se o Prof. Vitor Santos não gosta de algumas partes e não autoriza a sua publicação a atitude correcta dos promotores do evento é limpar o que ficou feio e vender uma nova imagem? Em nossa opinião NÃO! Ou se coloca toda a apresentação e intervenções ou não se coloca nada.

Este post foi escrito em conjunto por Paula Simões e Gustavo Felisberto.

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It seems that Blackboard has patented LMS (Learning Management System)

If you do not use Blackboard, well you can check their Patent FAQ:

My institution doesn’t use a Blackboard system but uses a competitor’s course management system. How are we affected?
Evaluating patents can be complex and because we don’t know the specifics of how your system works, we would encourage you to consult with your CMS provider for answers.

You can check for more information on the site Boycott Blackboard.

Well, this is really insane! Let’s patent Education?

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A few months ago I wrote a small paper entitled Voice to the People that is the result of some tests I did with the Asterisk PBX system. It does not aim to prove anything about the Asterisk system, and it was more of a get to know the system tipe of thing.

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Uma das minhas vozes favoritas estará em Lisboa no centro Cultural de Belém no próximo Domingo, pelas 21h.

The World of Ute Lemper

ute lemper

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Nice!

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12 days to the next album from Merankorii :-)

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Ah, pois!

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… tem como objectivo a aprendizagem do Castelhano!

Quando estive lá, admirava-me com a facilidade e excelência que eles tinham na aprendizagem de línguas, ao que sempre me ripostaram a sorrir: “Tivémos de aprender bem as outras línguas: mais ninguém nos entende!” :-)

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No parque de estacionamento do Parque das Nações, em Lisboa, encontrei um às bem escrito!
E é de facto de admirar, que já vi o famigerado á, até à porta de Bibliotecas!

português 1

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português 2

português 3

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Fantástico… Já gosto outra vez de python :)

Em vez de ter de implementar uma heap como me aconteceu em Java, o meu querido python já tem uma implementada por mim.

Mas o que é uma heap?

Simplificando uma heap é uma estrutura em árvore que tem a particularidade de ter na raiz o nó com menor ou maio valor que existe na árvore. Em adição tem custos baixos, O( ln( n ) ) , para grande parte das operações básicas, tais como adição e remoção de nós.

Mas a implementação em python é uma min-heap e eu preciso de uma max

Duhhhhh….. em vez de:
[code lang="python"]def __cmp__(self, other):
return cmp(self.getHeuristica(), other.getHeuristica())[/code]

Basta usar:
[code lang="python"]def __cmp__(self, other):
return other.getHeuristica() - self.getHeuristica() [/code]

Não li atentamente o código da heap que vem com o python, mas fiquei com a ideia que seria a clássica Heap Binária. No meu caso onde facilmente tenho algumas dezenas de milhares de nós e estou constantemente a tirar um e meter uns 20, talvez fosse interessante uma fibonacci heap……. Fica para outro dia.

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Ontem, foi dia de Take Off, uma iniciativa de dois alunos do primeiro ano Engenharia Informática da Universidade de Coimbra
Antes demais, devo dizer que fiquei francamente surpreendida pela excelente organização do evento, bem como pela escolha dos oradores. Mais ainda fiquei, quando soube que o evento partiu de uma vontade espontânea dos dois alunos, e não de um trabalho curricular, pelo que estão ambos de parabéns.

Não vou falar de todas as apresentações, porque no site poderão ter acesso aos pdfs e aos mp3s.

A apresentação que gostei mais e que considerei melhor foi sem dúvida a “CoCriatividade- Outra forma de inovação?” do Pedro Custódio, que abordou a temática das comunidades web, que me interessa particularmente.

Também gostei da apresentação “EJAKI e YouTrack: duas ideias de partilha de localização” do Francisco Pereira, embora muito direccionada para os PDAs, pelo que de pouco interesse para mim.

Houveram Houve depois outras apresentações que gostei por terem uma abordagem diferente (caso da apresentação “Do cubículo para o sofá” do Pedro Sousa, ou por explicitarem bem o caminho tomado e as opções (caso da apresentação “Starting Up” de Frederico Oliveira). O facto de ambos os oradores serem excelentes comunicadores também ajudou a cativar o público.

A apresentação mais deplorável, do meu ponto de vista, foi a “Ideias e Software - Como desenvolver uma indústria de software em Portugal?” de Pedro Vitor Santos. Enquanto a Microsoft tiver a atitude de sobranceria que tem vindo a ter, não conseguirá captar público. Ser irredutível nas afirmações, dizer que o público que está a assistir diz coisas que não são verdade, sabendo que está à frente de uma comunidade de informáticos com portáteis e acesso wireless, que lhes permite em poucos segundos provar que o que estão a dizer é efectivamente verdade é, de facto, uma estratégia pouco inteligente.
Penso que foi a primeira vez que ouvi alguém da Microsoft falar em público, numa conferência. E nunca pensei ouvir que “o open source não respeita a propriedade intelectual”. De certeza que as pessoas da área não se deixam enganar assim tão facilmente, mas não pude deixar de pensar nos realmente jovens da primeira fila.
Claro que uma má apresentação oral e uma fraquinha apresentação visual, só conduz à distracção do público. No meu caso, entretive-me a contar os erros ortográficos: a partir de mais ou menos meio da apresentação contei sete! (Nas outras apresentações não sei, foram interessantes não me distraíndo :-) )

Numa das apresentações do take off, aconteceu algo que me dá o pretexto de voltar a falar sobre os sentidos da chamada Web 2.0. O problema maior que vejo na Web 2.0 é o facto do sentido estar a mudar. Não tenho a certeza que isto faça parte da definição da Web 2.0, mas o facto é que na maior parte das aplicações desta Web 2.0, o utilizador trabalha directamente (isto é, coloca dados) num servidor longe, de alguém que não conhece em vez de trabalhar no seu computador e partilhar ou colocar os dados na web, depois. Esta mudança de sentido de trabalho sempre me angustiou um pouco na tal Web 2.0.

Há um exemplo interessante nos cada vez mais cartões de desconto (que não é mais do que uma moeda de troca) dos hipermercados. Nesses cartões não ficam certamente registados só os descontos, mas também aquilo que compramos. Há alguns anos atrás, trabalhei num hipermercado, onde tinha de pedir o cartão, se o cliente tivesse, para o passar na máquina antes do registo.
Podemos pensar porque há-de haver alguém interessado em saber se compramos farinha x ou arroz y, mas o facto é que esta informação disponibilizada às marcas permite controlar, criar e aguçar novas estratégias de publicidade. Chamem-me mau-feitio: não gosto de facilitar o trabalho a quem pretende criar necessidades nas pessoas…

Voltando ao caso, devo dizer que não me lembro da resposta exacta à pergunta que foi feita ao Frederico Oliveira do goPlan, o que eu interpretei foi que o um dos criadores do goPlan já não via há muito tempo para que andavam as pessoas a utilizar o goPlan.

Claro que, em teoria, todos sabemos que num serviço destes é possível que os administradores consigam ver o que fazemos nas aplicações, mas muitas vezes esquecemo-nos disto. Na verdade, temos apenas a palavra deles e, ou confiamos ou não. A certa altura, coloquei a hipótese de vir a utilizar o goPlan num trabalho colaborativo entre professores de quatro países europeus, depois, e porque a aplicação ainda era nova, decidi ir experimentando primeiro com projectos pessoais. Já os retirei de lá.

A minha interpretação pode estar errada, eu posso ter ouvido mal, mas a dúvida instalou-se e lembrou-me aquilo que muitas vezes esquecemos: a Web 2.0 parece mais um agregador de dados. Há uns tempos um amigo dizia-me a propósito disto que “Hoje sei como isto está, amanhã não sei”.

Pelo sim, pelo não…

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É um jogo de estratégia. É online. É português. Está aqui.

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E depois do Adeus…

Interpretação: Paulo de Carvalho
Música: José Calvário
Letra: José Niza

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei…

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

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The Lighthouse foi o primeiro livro que li da aclamada P. D. James. O género policial é um dos meus favoritos nas leituras, mas este não me seduziu ao ponto de querer continuar a ler os restantes livros da autora. Talvez seja de estar habituada aos registos de Agatha Christie, Ellery Queen, Rex Stout, etc.

Apesar das personagens e interacções entre elas estarem bem construídas, a verdade é que dei por mim, a certa altura, a esperar pelo final para saber quem era o assassino. E isto, nas minhas leituras, não é bom sinal, porquanto significa que quero acabar o livro depressa por não estar a obter prazer da própria leitura. As mais de 400 páginas para uma história policial também não ajudam.

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Want to create bookmarks in iTunes, Terminal, Mail, AdressBook etc? The answer is Hallon. Nice :-)
Mac OS X required

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Eu odeio o Blogger. Tenho-lhe um ódio incomensurável. E começar o post assim é já um aviso que o que se segue pode ser preconceito. Se o for, nem quero saber. É verdade, admito, odeio o blogger: é a coisinha mais horrível para se ter um blog e a coisinha mais horrível para se ler um blog.
Tenho cerca de 20 blogs da blogspot, que leio regularmente ou pelos quais passo pelo menos os olhos.
Decidi-me pelo PulpFiction para ler as minhas feeds. Reparei que este leitor não estava a obter as feeds com atom. Mais tarde percebi que não são as feed atom, mas as feed atom do Blogger que estavam com problemas (um dos blogs que tenho tem a feed com atom, não está no blogger e funciona direitinho)

A resolução: ir ao blog em questão, fazer view page source (ver imagem abaixo), tirar o link correspondente ao RSS e subscrever manualmente no agregador.

codigoblogger

Caríssimos, farei isto para os blogs que já leio, não o farei para nenhum outro. Na procura pela resolução deste problema, dizia uma pessoa num blog: “não tem? não funciona? e depois? há muitos blogs bons para ler que funcionam…” Eu não o teria dito melhor. Srs que têm blog na blogspot: se querem que vos leiam, arranjem sistemas de blogs decentes.

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A espera

condição humana de quem vive
mas a espera ansiosa
de quem se sente a perder o tempo
condição de quem vive hoje
espera periclitante
de quem anseia pelo tempo de espera
que a lentidão morreu algures
ou mataram-na
até aqui, dentro de um café
neste local, onde ninguém vai para lado nenhum
a espera é ansiosa
as conversas são expectantes
o prazer do silêncio da espera acaba-se
a espera hoje é ruídosa
e rápida, sobretudo rápida
despareceu-lhe a lentidão
e, por isso, o prazer

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Aqui :-D

Mais um link da minha fonte anónima…

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O Musicovery é uma forma de ouvir música por mood. A secção de jazz está muito boa. O conceito parece-me engraçado. Não há muita informação no site, pelo que não consegui saber em que condições é que a música lá está.
De qualquer forma, obrigada ao sr Anonymous :-)

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