Precisava encontrar a Universidade Nova, Campus de Campolide. Tinha visto num mapa, mas não muito bem como se chegava lá, de forma que assim que saí do metro em S. Sebastião, comecei a descer a rua até à Gulbenkian, porque me parecia perto desta. Chegada à Gulbenkian, tive de telefonar a pedir ajuda. Do lado de lá dizem-me para esperar um bocadinho que vão ver no mapa. Depois dizem, “mas estás muito longe” e eu fico logo stressada, penso “não posso estar assim tão longe”. Tornam “é que tens de procurar uma rua chamada Ramalho de Ortigão e eu não te consigo explicar onde é”. Respondo logo “nem precisas, rua Ramalho de Ortigão por onde eu passe, decoro logo” - ou não fosse um escritor favorito e companheiro de outro, da última vez que passei nessa rua até tirei uma fotografia à placa:

Continuam a dar-me indicações: “tens de virar depois à esquerda, para a rua Dr. Julio Dantas e depois para a rua da Mesquita”
Eu sou péssima a decorar trajectos, mas este foi fácil: Ramalho, Morra o Dantas Morra Pim
- No link podem ler o MANIFESTO ANTI-DANTAS E POR EXTENSO por José de Almada-Negreiros POETA D’ORPHEU FUTURISTA e TUDO e ouvi-lo pela voz do saudoso Mário Viegas 
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Boas notícias! Agora a Íntima Fracção pode ser ouvida no Rádio Clube Português.
É certo que podemos sempre subscrever o podcast, mas a mim acesce-me um gosto enorme ao sintonizar a frequência do aparelho de rádio (Apesar de viver em Coimbra, apanhava a RUC muito mal).
Obrigado, Francisco!
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The new work of Merankorii is finally out 
You can buy it in CD or cassete (yep, that’s right! :-))for 4€.
Listen here. Buy here.

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12 days to the next album from Merankorii 
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E depois do Adeus…
Interpretação: Paulo de Carvalho
Música: José Calvário
Letra: José Niza
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei…
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
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