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O refrão desta canção é muito famoso em Itália e está associado ao mesmo tempo a telemóveis, futebol e mulheres bonitas…

Now the time has come
The music’s between us
Though the night seems young
Is at an end
Only change will bring
You out of the darkness
In this moment everything is born again

Reach up for the sunrise
Put your hands into the big sky
You can touch the sunrise
Feel the new day enter your life

Now the fireball burns
We go round together
As the planet turns into the light
Something more than dreams to
Watch out for each other
Coz we know what it means to be alive

Reach up for the sunrise
Put your hands into the big sky
You can touch the sunrise
Feel the new day enter your life

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“To see a World
in a grain of sand
And a Heaven
in a wild flower,
Hold Infinity
in the palm of your hand
And Eternity in an hour.”

(o resto do poema arrasta-se… :) )

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Costuma-se dizer que Einstein era fraco na escola. Isto é o seu diploma do liceu:

Einstein school report

Na Alemanha é habitual usar-se uma escala de 1 a 6 (curiosamente, esta é a explicação para o facto de a escala de avaliação nos inquéritos pedagógicos do DEI, pelo menos há um ano atrás, ser esta: foi o Martin, um alemão, que desenvolveu o sistema). Esta escala tem a vantagem de não se poder dizer “talvez” (que é o 3, numa escala de 1 a 5). 3 é ligeiramente negativo. 4 é ligeiramente positivo.

Mas voltando à imagem, o pouco que dá para interpretar dá para ver que Einstein tinha 6 a Álgebra, a dois tipos de Geometria e a Física.

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Acho que descobri a pergunta de que andava à procura:

Pode um existencialista ser feliz? Ou, posto de outra forma, serão o existencialismo e a felicidade antónimos?

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- Só em Roma, num qualquer dia normal, morrem em média mais de 60 pessoas?

- Que a constituição Italiana diz, no seu artigo 3º:

“Tutti i cittadini hanno pari dignità sociale e sono eguali davanti alla legge, senza distinzione di sesso, di razza, di lingua, di religione, di opinioni politiche, di condizioni personali e sociali. (…)”

- Na África Sub-Sahariana existem neste momento mais de 30 milhões de pessoas infectadas com o HIV? Que em quatro países dessa zona, mais de 30% da população está infectada (Botswana, Suazilândia, Lesotho e Zimbabwe)?

- Que o Papa disse: “A Igreja Católica Romana acredita que a abstinência e a fidelidade dentro do casamento, e não os preservativos, são a melhor maneira de combater a explosão do HIV/SIDA”.

- Provérbios, 22:2, “Ricos e pobres têm isto em comum: O Senhor é o criador de todos eles.”

- Que a Bíblia não se refere à personagem do Papa em lado algum?

- Que é extremamente difícil obter do Vaticano uma declaração sobre a sua actividade financeira, mas que existe no Vaticano uma comissão composta por 15 cardeais dedicada exclusivamente aos assuntos financeiros? Que se estima que a Igreja Católica valha à volta de 100 biliões de dólares?

- Metade da população mundial (cerca de 3 biliões de pessoas) vive com menos de dois dólares por dia?

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Gosto sobretudo da frase “Words Are Very Unnecessary”

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can’t you understand
Oh my little girl

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm

Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm

Enjoy the silence

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Tenho andado a ler algumas coisas do Nietzsche e encontrei no Wikiquote várias frases que revelam algumas das suas principais ideias.

De “Para além do bem e do mal” vem:

“What is done out of love always takes place beyond good and evil.”

De “O Anticristo” vem:

“‘Faith’ means not wanting to know what is true.”

e

“Love is a state in which a man sees things most decidedly as they are not.”

O amor é uma questão de fé?

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Encontrei este blog. É depressivo mas bonito.

Encontrei-o enquanto andava à procura, não pela primeira vez, de uma letra de uma banda Portuguesa que não sei exactamente qual é (suponho que seria mais fácil se soubesse) e que tem a ver com a obsessão amorosa. Uff, finalmente encontrei. São os Pluto (honra ao Sr. Manel Cruz e obrigado ao blogueiro Paulo Rico):

Sim não falo só por mim
Eu quero-te a provar do que é teu
Agora sim eu falava do que eu sinto
É por força do desejo ser eu

Por força do que é meu
És tudo o que eu vejo

Ontem tudo o que eu queria era subir ao teu corpo
Eu passei no teu medo e esqueci o teu ego

És tudo o que eu vejo

Ontem tudo o que eu queria era subir ao teu ego
Eu passei no teu medo e esqueci o teu corpo

És tudo o que eu vejo

De repente o assunto é assunto
E tu mergulhas bem fundo fugindo do amor
Cá estarei no fim dessa espera até ao tempo do que era
E não volta a ser

Sim não falo só por mim
Eu quero-te a provar do que é teu

Agora sim eu falava do que eu sinto
É por força do desejo ser eu

Por força do que é teu
És tudo o que eu vejo

Agora desisto
Sempre que eu insisto
Eu esqueço que existo
Isto é só um convite

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tenho 4 minutos para escrever. Estou num posto publico de acesso a internet no aerroporto de Genebra. Este e’ o teclado mais estranho com que alguma vez me cruzei. Vou passar a noite a dormir aqui porque o aviao e’ so’ ‘as 6:40. Cheguei ‘a pouco de Lyon e cumpri mais um sonho da minha vida. Vim no vagao de carga :) Tinha esse soonho desde que vi o Indiana Jones e a Grande Cruzada.

O tempo esta’ a acabar.

Paulinha: Comprei uma prenda pra ti. Desculpem os errooooooooooosssssss

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“For every complex problem, there is a simple answer… and it is wrong.”
-Mark Twain

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Comprei o “Absolution” dos Muse por cerca de 10 Euros, numa loja de música perfeitamente normal, que tem o hábito perfeitamente normal (diria até lógico) de vender os CDs que já não são novidade a preços mais baratos. Em Portugal custar-me-ia perto do dobro.

O CD é muito bom. O “Time Is Running Out” é já muito famoso, principalmente a música. A letra nem tanto:

“I think I’m drowning
asphyxiated
I wanna break this spell
that you’ve created

you’re something beautiful
a contradiction
I wanna play the game
I want the friction

you will be the death of me
you will be the death of me

bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

our time is running out
our time is running out
you can’t push it underground
you can’t stop it screaming out

I wanted freedom
bound and restricted
I tried to give you up
but I’m addicted

now that you know I’m trapped sense of elation
you’d never dream of
breaking this fixation

you will squeeze the life out of me

bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

our time is running out
our time is running out
you can’t push it underground
you can’t stop it screaming out
how did it come to this?
ooooohh

you will suck the life out of me

bury it
I won’t let you bury it
I won’t let you smother it
I won’t let you murder it

our time is running out
our time is running out
you can’t push it underground
you can’t stop it screaming out
How did it come to this?
ooooohh”

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Este “diálogo” é uma jarra que vem emprestada da outra casa.

RJT said…

a comparação entre os batanetes e a revista Maria é muito feliz

HeroOfTheDay said…

Isso fez-me pensar num diálogo entre a comparação avó(A) e a comparação neta(N):

N: Vó, o que é a felicidade?
A: Bem, a felicidade é apenas uma palavra. Na verdade é algo de estranho. Não é discreta e muito menos contínua. São momentos. Não é possível ser-se feliz, mas é possível estar-se feliz.
N: Hmm, dá-me um exemplo.
A: Olha, fui feliz daquela vez em que me usaram entre os Batanetes e a Maria.

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Dia 17 de Março, amanhã, quinta-feira, é o dia de Saint Patrick, o padroeiro Irlândes. Em Roma, como provavelmente em muitos outros sítios do mundo, existe um “Irish Club” que agrupa várias pessoas de nacionalidade irlandesa, ou simplesmente fãs desta cultura.
A semana de Saint Patrick é caracterizada por muitas actividades deste clube, que passam pela venda de rifas, pela oferta de Irish Coffees na cantina a quem trouxer pelo menos uma peça de roupa verde, o “Celtic Ball” e os divertidíssimos “Pub Quizzes”.

Sou um grande aficionado da cultura celta e sempre me interessei muito pela Escócia e pela Irlanda. Uma das pessoas no trabalho, irlandesa, para além de fazer parte da direcção do “Book Club” a que eu pertenço e através do qual nos conhecemos, é muito activa no “Irish Club”. Em conversa, descobri os “pub quizzes” e fiquei imediatamente interessado. Sendo fã da Irlanda, da cultura celta e de “quizzes”, tinha tudo para ser um sucesso. E foi.

Ontem, no Druid’s Den, mesmo no coração de Roma, na Via S. Martino Ai Monti, passei quatro horas extremamente divertidas que incluíram, obviamente, a cerveja Guiness, aperitivos, fatos engraçados, muito convívio, muitas perguntas e respostas, muita música e muito daquele sotaque maravilhoso. Eram 15 equipas de 5 e a minha ficou em 3º. Levei para casa uma garrafa de vinho branco, chocolates da Páscoa e …. 2 bilhetes para o jogo de Rugby deste Sábado, 19, entre a Itália e a França no Torneio das 6 Nações.

O engraçado é que eu até já tinha planeado ir ver o jogo com uns colegas do trabalho. Felizmente ainda fui a tempo de não ficar com bilhetes a mais :)

Havia um round em que tínhamos de identificar músicas dos anos 60, 70 e 80 ouvindo só os primeiros acordes. Puseram-se a gozar por eu ainda não ser nascido na altura e então eu “só” adivinhei Deep Purple – Smoke On The Water, U2 – Sunday Bloody Sunday e AC\DC – Back In Black.
Noutro round tínhamos de identificar o filme vendo um excerto de apenas 2 ou 3 segundos. Dei com o Signs, o Starship Troopers, o The Usual Suspects, o Shawshank Redemption, o Cidade de Deus e o Ronin. O problema foi que havia meio-ponto se soubéssemos se o filme tinha ganho óscares ou não. E este grupinho era complicado. O Usual Suspects ganhou um (actor secundário – Kevin Spacey) e eu pus que não. O Shawshank Redemption e o Cidade de Deus tiveram carradas de nomeações mas não ganharam nenhum. Eu pus que sim :)

As outras rondas eram perguntas sobre ciência, natureza, literatura, história, geografia, a Irlanda, o Saint Patrick, etc.. Na altura destas últimas duas fiquei caladinho agarrado à minha Guiness. Boa companheira. O resto da equipa sabia tudo o que era preciso! Até que perguntaram: “In 10-pin bowling, what is the animal’s name that represents three strikes in a row?”. “Turkey”! Inesquecível.

Da minha equipa faziam parte o David, a Mary, a Anne Marie e a Denise. A Denise nasceu em Malta e tem nacionalidade Irlandesa desde 2000. Quando lhe perguntei quanto tempo tinha morado na Irlanda, disse-me que nunca lá tinha vivido e que só lá tinha ido em férias :) É enfermeira e trabalha no Policlínico Gemelli, por esta altura a segunda residência do Papa. O director dela é quem trata dele.

Vamos ao Rugby e ao “Celtic Ball” no Sábado (fatinho e gravata). E no Domingo, talvez (porque o dinheiro do Rugby pude guardá-lo), um escaldante Roma-Milan em futebol no Estádio Olímpico. Para apoiarmos o Milan ;)

Ah, e porque nem tudo são rosas, hoje de manhã passei duas horas enfiado no trânsito a tentar chegar ao aeroporto de Fiumicino. Para voltar demorei meia-hora…

Estou cansado…

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Esta música traz-me boas recordações. Adorava aquelas Quartas-feiras à noite em que chegava do treino, saco na mão e banhinho tomado, já depois de um longo dia de aulas na Secundária Dr. Joaquim de Carvalho…

É engraçado que um espectáculo tantas vezes criticado (às vezes justamente), e tantas vezes rejeitado por “intelectuais”, consiga dar origem a uma composição tão bonita, e que, sobretudo, é capaz de despertar emoções.

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Recebi hoje esta mensagem:


>A matemática tem coisas que nem Pitágoras explicaria. Aí vai uma delas…
>
>Pegue uma calculadora pq não dá pra fazer de cabeça…
>
>1- Digite os 3 primeiros algarismos de seu telefone (não vale o indicativo 91, 21 ou 22ou 26…);
>
>2- multiplique por 80.
>
>3- some 1.
>
>4- multiplique por 250.
>
>5- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone.
>
>6- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone de novo.
>
>7- diminua 250.
>
>8- divida por 2.
>
>Reconhece o resultado???????
>
>É O NÚMERO COMPLETO DE SEU TELEFONE
>
>Para essa eu tiro o chapéu…….

Esta foi a minha resposta:

Bom, eu não sou o Pitágoras e explico isso com uma perna às costas. É álgebra muito simples. Nem sequer é preciso tocar na máquina de calcular:

(antes de mais, isto só funciona com números que tenham 7 algarismos, embora seja fácil fazê-lo funcionar com mais…)

1 – Seja A o número que representa os 3 primeiros algarismos do nosso telefone (se for 9622260, A = 962).

2 – Multiplicando por 80, fica Ax80 (ou 962×80)

3 – somando um, fica Ax80+1 (ou 962×80+1)

4 – multiplicando por 250, fica (Ax80+1)x250 (ou (962×80+1)x250)

5 – Seja B o número que representa os 4 últimos algarismos do nosso telefone (2260). Fica ((Ax80+1)x250)+B (ou ((962×80+1)x250)+2260)

6 – Somar duas vezes a mesma quantidade é o mesmo que multiplicar por 2. Ficamos com ((Ax80+1)x250)+B+B, ou seja, ((Ax80+1)x250)+2xB. (ou ((962×80+1)x250)+2×2260)

7 – Podemos desenvolver a equação anterior, aplicando a propriedade distributiva, que se dá no Ciclo, para Ax80x250+1×250+2xB. Subtraíndo 250, anulamos o membro do meio, ficando só Ax80x250+2xB. (ou 962x80x250+2×2260)

8 – Ax80x250+2xB é igual a Ax20000+2xB. Dividindo por 2, aplicando novamente a propriedade distributiva, fica Ax20000/2 + 2xB/2, que é igual a Ax10000 + B (ou 962×10000+2260). Ora, toda a gente sabe que multiplicar um número por uma potência de 10 (neste caso, 10000) é muito simples e equivale a acrescentar tantos zeros à direita do número como os que tiver a potência em questão, isto é, algo como A0000 + B (ou 9620000+2260) . Mas o que são A e B? Bom, A são os nossos 3 primeiros dígitos do telefone. B são os últimos 4. Ainda se lembram como somar dois números?

Seja qual for o vosso número de telefone, toda esta pseudo-curiosidade se resume a uma conta de somar extremamente fácil, porque é só somar zeros…

se o vosso número for 1234567, a conta é 1230000+4567, que é 1234567. Se o vosso número for 3126123, a conta é 3120000+6123, que é 3126123… e por aí fora.

Desculpem, mas sou muito sensível a tentativas de fazer parecer as coisas “mágicas” ou “obra do Espírito Santo”. Sobretudo se envolverem erradamente o nome de pessoas que se envergonhariam disso se fossem vivas…

Paulo

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Astronomers find Saturn ‘hot spot’

“”A really hot thing within a couple degrees of the pole is something I don’t understand at all,” he said.”

Em: http://www.cnn.com/2005/TECH/space/02/04/saturn.hotspot.ap/index.html

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Olá amigos!

Escrevo de Frascati, uma localidade 20Km a Sudeste de Roma. É aqui que trabalho desde ontem.
É tudo ainda muito novo para dizer alguma coisa de definitivo sobre o que quer que seja, mas posso falar-vos do que me aconteceu desde dia 5.

No primeiro dia fui até Madrid. Perdi-me ao chegar. Dormi em casa de uma amiga Grega. Foi o primeiro dia em que senti medo e dúvidas sobre o que estava a fazer. Antes de ir andei emocionalmente afastado de tudo o que a viagem envolvia, como mecanismo de defesa, penso. Depois, foi um turbilhão de emoções que custou a enfrentar. +/- 550 Km.

No segundo dia fui de Madrid até La Jonquera, mesmo mesmo na fronteira entre França e Espanha. Psicologicamente foi o dia mais difícil. O sono espreitou algumas vezes, sobretudo na auto-estrada entre Madrid e Zaragoza que é extremamente monótona. Tinha marcado hotel pelo telefone. Onde? Em Maçanet de Cabrenys, nos Pirenéus. Pensava eu. Na realidade, este hotel estava encerrado. Tinha dormida marcada para outro hotel das mesmas pessoas. Segundo a senhora, “Questo es en el otro lado de Los Pirineos, a 3 hora de aqui”. Já tinha andado perdido durante vários quilómetros até encontrar a estrada certa para Maçanet, que envolvia 11Km de curvas e contracurvas perigosas e extremamente mal assinaladas. Telefonei para o hotel a desmarcar e decidi ir até La Jonquera. Lá haviam 3 ou 4 hotéis. Escolhi um que não era o mais barato, mas tinha parque para o carro, o que era um requisito muito importante para mim. O hotel era bastante bom, mas jantei muito mal. Peixe com batatas, alface e tomate intragáveis. Bad idea :) Mandei um SMS aos meus pais com o número do hotel, eles telefonaram e “llamada para sí, señor”. Falei com os meus pais sobre os meus receios e fiquei muito melhor. A partir daí, foi sempre bom. +/- 850Km

No terceiro dia da viagem fui de La Jonquera até Tirrenia, uma pequena localidade entre Pisa e Livorno. Tinha marcado o hotel. Perdi-me outra vez bastante. Neste dia atravessei a França toda e foi espectacular passar por Cannes, Nice, o Mónaco e os Alpes. Tenho de lá ir. Os Alpes significam muita beleza natural e imponência. Para construir estradas, significam muitos túneis e pontes ao pé de ravinas que dão para o mar. Para quem conduz, muito perigo. Tudo é auto-estrada, mas o conceito de auto-estrada alpina é MUITO diferente. Não sei se por serem os Alpes, se por serem os Italianos. Houve curvas, na auto-estrada, que dei a 60 Km/h e a certa altura achei que era demasiado perigoso e encostei-me à faixa da direita onde podia ir com mais calma. Atravessei seguramente mais de 50 túneis. O primeiro contacto com o trânsito italiano foi, assim, traumático. Ainda bem, porque preparou-me para aquilo que vou enfrentar este ano. Os italianos são doidos a conduzir. Andam demasiado depressa, mesmo em auto-estradas como aquela. Não respeitam regras. Aliás, há algumas coisas que já posso referir, sem correr risco de estar enganado. Primeiro, não é proibido ultrapassar em lado nenhum. Mesmo que haja traço contínuo ou duplo-traço contínuo. Se der para ultrapassar, ultrapassa-se. Segundo, quando eu quero entrar numa estrada, venha eu de onde vier, é responsabilidade de quem lá vem não me bater. Eu posso entrar como bem entender. Os outros que se desviem ou arranjem maneira de não me bater. Se me apetecer, posso apitar, e o outro também. Antes e depois. Isso é perfeitamente normal. Terceiro, numa estrada com mais que uma faixa em que eu tenha de dar uma curva ao mesmo tempo que outro, é perfeitamente normal eu invadir a faixa do outro. Ele é que tem de se desviar para não batermos.
Bom, depois disto tudo, tive de dar voltas e voltas até encontrar o Hotel Medusa. Foram mais de 900Km duros, mas que enfrentei psicologicamente sem problemas. O hotel era mais caro que o espanhol e não tão bom. Comi muito bem, uma especialidade italiana.

No último dia de viagem, como já estava a apenas quatro horas de Roma, comecei por voltar para trás, para Pisa e aproveitei para passar algum tempo junto da Torre Inclinada e de toda aquela zona histórica. Saindo da praça principal, à esquerda há uma gelataria onde, disse-me alguém, “se comem os melhores gelados que alguma vez comi”. Não provei.
Andar a ver monumentos sozinho não é a mesma coisa. É preciso alguém com quem partilhar. Não pude deixar de pensar “OK, estou aqui. Mas afinal, qual é o interesse de ver uma torre inclinada?”. Só por as coisas estarem normalmente direitas é que isso é relevante. Sim, é bonita, mas continuam a ser pedras. Acabei por gostar mais de andar pelas ruas estreitas à volta a ver o artesanato, os alfarrabistas, gente com imensas colecções de discos de vinil e K7s. Mas o facto de andar por ali sozinho deprimiu-me um bocado. E ainda tinha de chegar a Roma, claro…
Como passei demasiado tempo em Pisa, atrasei-me e cheguei a Roma já de noite. Enganei-me na saída da auto-estrada, passei montes de tempo a conduzir pela grande Circular de Roma e cheguei a enfiar-me no trânsito absolutamente infernal de Roma. Espero nunca ter de conduzir ali. Já me disseram que os comboios e o metro são bons, pelo que vou por aí. Quando consegui finalmente voltar à Circular, os meus planos iniciais tinham ido por água abaixo porque partiam do pressuposto que eu saía no sítio certo. Mas eu sabia que Frascati era perto do aeroporto secundário de Ciampino e fui nessa direcção até que dei com a Via Tuscolana, que constava dos meus planos iniciais. Depois ainda me perdi mais um bocado, mas lá encontrei o ESRIN, e finalmente, Monteporzio, a localidade onde estou neste momento a dormir.

Estou num “Bed & Breakfast” duma família muito simpática que me acolheu de braços abertos . “Fare como state en su casa” disseram. O Raffaele, a Patrizzia, a Francesca e a Claudia. Os Coppolas (no relation. Já perguntei :) ). Jantei com eles na primeira noite (pizza). Almocei com eles depois de ter dormido MUITO no dia a seguir (pasta per primo piatto e carne al potate per sigondo piatto). Eles têm este hábito estranho de ter dois pratos a todas as refeições, por mais simples ou apressadas que tenham de ser. E a “pasta” costuma ser o eleito como “primo piatto”. A comida é simplesmente divinal. Só provando mesmo. Tenho comido pizza todos os dias, especialmente ao jantar, mas mais por razões económicas. Há muito mais coisas.

O trabalho já aperta um bocado, sobretudo por iniciativa minha. Venho com maus hábitos de Portugal que tenho de vencer. Tenho de me deitar e acordar cedo, e não me dispersar, sobretudo com a Internet. Ainda não tenho gabinete, nem computador, nem telefone, nem crachá meus, mas até ao final da semana deve estar tratado. Estou temporariamente no gabinete do Mr. Albani, que é um gabinete no último andar, com vista sobre Roma, do tipo Top Management (não há melhores…). Ele não está cá e eu estou a aproveitar o cabo de rede dele, o que deve ir contra a política de segurança daqui.

Ando à procura de um sítio para morar e vi hoje um que pode bem ser o candidato certo. Fica em Montecompatri, a 30Km de Roma. Até ao ESRIN são cerca de 10Km, mas dada a maneira como as coisas funcionam aqui, acreditem que é bastante bom. Pelo preço, pela localização, por tudo. Frascati é muito barulhento, tem muito trânsito e é muito caro. Só que Monteporzio e Montecompatri são bem mais pequenas e rurais até. Mas gostei do sítio. Não é moderno, mas pelo preço, oferece óptimas condições.

Quanto ao que vou fazer por cá, o meu contrato diz que tenho de “observe complete discretion with regard to all matters relating to the activities of the Agency”. E vai bastante mais longe até. Um bocado ao esilo Microsoft (todos os direitos de copyrights/patents são deles e tal…). Mas acho que posso dizer que vou trabalhar no Ground Segment do Envisat. O Envisat é um satélite que basicamente manda informação científica cá para baixo. Sobretudo para fins meteorológicos/prevenção de catástrofes (tipo tsunamis)/geologia/oceanografia/gestão de recursos florestais, etc., etc.. O Ground Segment é a parte que está cá em baixo, na Terra, a receber os dados, a processar os dados, a distribuir os dados, a armazenar os dados.
O meu chefe, na teoria, chama-se Vincenzo Beruti e é Italiano. Os meus chefes, na prática, são o Nigel Houghton, que é Inglês, e o Eric Doyle, que é Irlandês. Portanto, dois britânicos, o que me agrada.
É muito cedo para adiantar mais qualquer coisa, mas posso dizer que definitivamente adoro o ambiente internacional de trabalho. Mas é exigente. Toda a gente fala montes de línguas e eu tenho de me reduzir à minha insignificância. Afinal sei muito menos do que pensava. Há gente a falar muito bem Inglês, Francês, Italiano e Espanhol ao mesmo tempo.
Relativamente a outros portugueses cá, estou-me a dar bem com o Fabrice Brito, que é meio Francês, meio Português, mas nasceu na Bélgica e vivia em Lisboa. Está cá há dois anos. Fala perfeitamente Inglês, Francês e Português e muito bem Italiano e Espanhol. Já conheci outros dois, mas um vi-o hoje pela primeira vez e acho que trabalha longe de mim. O outro vi-o e sei onde trabalha, mas acho que é uma pessoa bastante reservada. Também há uma senhora, no Departamento de Relações Públicas, que ainda não conheci.

Espero ter pedalada para isto. De qualquer forma, até agora só tenho lido “background material” para me ambientar com as coisas. De vez em quando aparecem frases como “integration of the FM PLM to the SM” ou “confirmation of SM StM Clamp-band and PLM StM Appendage Release Shocks”. Basicamente não se percebe nada, porque ninguém consegue decorar o que significam todas as siglas…

Agora vou comer pizza :D .

Já são 20:45 aqui e supostamente sai-se às 17:15…

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Dei-me ao trabalho (qual trabalho? Pura diversão) de usar o PowerSearch do Imdb para encontrar filmes de 2004 que eu vi. Depois de muito debulhanço, sobraram 20 filmes (Nome, realizador, rating Imdb – a minha posta de pescada):

“Eternal Sunshine Of The Spotless Mind”, Michel Gondry, 8.6 – Dizem que é um dos melhores do ano, senão o melhor. Candidato aos Óscares inclusivé. Jim Carey sem ser em comédia. Não gostei. Fala da monotonia que as relações atingem inevitavelmente(?) e a história envolve o apagar voluntário e medicamente possível da memória de uma pessoa.

“Kill Bill, Vol. 2″, Quentin Tarantino, 8.2 – Espectacular conclusão de uma história bem conseguida. Demasiado violento, o que não acho mau se atendermos às razões e à forma como encaixa na história.

“Spider-Man 2″, Sam Raimi, 7.9 – Não sou fã de BD, nem do Homem-Aranha. Até gostei do primeiro filme e este parece-me ao mesmo nível. Se todos os filmes originários da BD fossem assim, talvez me tornasse fã…

“Shrek 2″, Vários, 7.7 – Foi um ano de sequelas, boas sequelas. Preferi o “Monsters Inc.” no ano do primeiro “Shrek”, o que não impede que goste deste último e desta sequela, que achei semelhante. O que prefiro realçar é a fantástica qualidade dos filmes animados que têm surgido nos últimos anos. É óptimo vê-los a concorrer de igual para igual com os filmes “normais”.

“Zivot Je Cudo (Life Is A Miracle)”, Emir Kusturica, 7.7 – Talvez o meu preferido do ano, mais um grande filme do grande realizador Jugoslavo. Ao que parece, mais fácil de aceitar pelo público “normal”. É uma história de amor com todos os ingredientes Kusturicianos. É preciso é ter cuidado com a falta de criatividade e originalidade que aqui já se notou.

“Collateral”, Michael Mann, 7.6 – Muito, muito bom. Cenários reduzidos, algo de que gosto particularmente. É um filme surpreendente, com o Tom Cruise e o Jamie Foxx em grande. É violento mas logicamente. Não é realista nem era suposto ser.

“The Passion Of The Christ”, Mel Gibson, 7.4 – Foi um ano de anti-religiosidade para mim, o que pode afectar a maneira como vi este filme. É muito violento, mas gostei muito porque está muito bem feito. Encaro-o como biográfico. Sou fã incondicional do “Braveheart” e por isso apoio incondicionalmente o Mel Gibson atrás das câmaras. Parece que tem jeito.

“Troy”, Wolfgang Petersen, 7.0 – Tinha expectativas baixas, o que provavelmente me levou a adorá-lo. Gosto do Brad Pitt tanto como actor como como exemplar da espécie humana. Um épico num ano de épicos, sobre Aquiles. Não é o Brad Pitt nas suas sete quintas, mas um óptimo esforço. Citei o filme noutro blog: “Os deuses invejam-nos por sermos mortais. Cada dia é mais bonito e maravilhoso por isso.”

“I, Robot”, Alex Proyas, 6.9 – Não é muito bom, especialmente atendento ao facto de se basear num livro do Isaac Asimov, a “Máquina-de-Escrever Humana”, o que à partida seria um grande ponto a favor. Simpatizo com o Will Smith, que não está muito mal, mas não gostei do filme. Soou-me a uma versão pior do “Minority Report”, que é baseado num livro fraquinho.

“50 First Dates”, Peter Segal, 6.8 – Começamos a entrar em território de menor importância e qualidade, o que infelizmente muitas vezes significa comédias. Gosto muito do Adam Sandler e este filme é muito engraçado, o que deve ser bom já que é uma comédia. Acho a história, e sobretudo a maneira como é mostrada, muito original.

“National Treasure”, Jon Turteltaub, 6.7 – Vi este a semana passada e foi bem melhor do que estava à espera. Sou um grande, grande fã do Nicolas Cage e não percebo certas escolhas de filmes que ele faz. Como esta. Mas podia ter sido pior. Bem pior, aliás. A história é maravilhosa, porque fala de uma História fantástica que é a da democracia Americana. Lembrou-me muito do inexprimivelmente fabuloso jogo “The Day Of The Tentacle”.

“Hidalgo”, Joe Johnston, 6.6 – O “Aragorn” volta num estilo completamente diferente, mas ainda a cavalo. Outro épico, mas este fraquinho. Entreteve-me porque a história tem elementos para isso. Provavelmente não se estava à espera de mais.

“The Village”, M. Night Shyamalan, 6.5 – O Americano nascido na Índia apresenta um título bastante aguardado, que é um dos maiores “flops” do ano. Tinha muitas razões para o ser, porque é difícil suceder a “The Sixth Sense”, “Unbreakable” e “Signs”, todos melhores. As altas expectativas influenciam muito a avaliação negativa. Óptimos actores e actuações no entanto. William Hurt, sobretudo, mas também Adrien Brody e Joaquin Phoenix. E um nome que provavelmente vamos ouvir muito no futuro: Bryce Dallas Howard. Pelo que fez antes, o novo “Hitchcock” está perdoado.

“The Ladykillers”, Os irmãos Coen, 6.4 – Os eternos incompreendidos, responsáveis por pérolas como “Fargo”, “The Big Lebowski” ou “O Brother, Where Art Thou?”, num filme bastante mau com Tom Hanks. Desta vez, até eu não os compreendi.

“Wimbledon”, Richard Loncraine, 6.3 – Quando os britânicos tentam fazer algo que não seja muito cómico, o resultado não costuma ser muito bom. Acho que isto é um exemplo, pois apesar de ser outra comédia romântica, género em que eles são mestres, não é muito cómico. Filme pastilha-elástica, Domingo à tarde, para ver em família, de que os fãs de ténis vão gostar mais que os outros.

“The Day After Tomorrow”, Roland Emmerich, 6.2 – Filme-tipo em que um ou mais heróis Americanos enfrentam catástrofes de proporções bíblicas. O realizador é repetente no género e nasceu na Alemanha (?). Normal. Efeitos especiais, maus actores, história ridícula. Mesmo assim, bom para o género. Não percebi o que é que o Jake Gyllenhaal lá estava a fazer.

“King Arthur”, Antoine Fuqua, 5.9 – Épico. Mau. O Antoine Fuqua está como o Johannes Pachelbel para a música clássica. Enquanto o segundo acertou uma vez e será sempre recordado pelo “Canon in D”, o primeiro acertou uma vez e será sempre recordado por “Training Day”.

“Along Came Polly”, John Hamburg, 5.8 – Lembro-me que gostei desta comédia, embora já não me lembre porquê. O Ben Stiller é um grande comediante e só ele costuma ser o suficiente para um filme valer a pena. Ele sabe fazer rir e rir vale sempre a pena. Só tenho pena que tantas comédias não sejam suficientemente inteligentes para rivalizar com os filmes “normais”.

“Alexander”, Oliver Stone, 5.5 – Cheguei há umas horas do cinema, onde estive a ver isto. É surpreendentemente fraco. A violência esperada está toda lá. O realizador esperado não. Uma história tão fantástica como a de Alexandre, o Grande, devia tornar este épico bem melhor. E os actores, todos já com grandes actuações no currículo, falham rotundamente. Quase todos. Como? São bons actores dirigidos por um bom realizador. O Anthony Hopkins mete dó. Completamente! Tanto, tanto talento desperdiçado! Onde está a Angelina Jolie que ganhou um Óscar merecidíssimo em “Girl Interrupted”, numa actuação prometedora da sua carreira que agora parece estranha? Onde está o Colin Farrell do “Phone Booth” e do “Daredevil”? E o Val Kilmer, o Jim Morrison de “The Doors” (que também não fez mais que isso, diga-se)? Não seria este um filme de actores? Bom, se era assim, para quê estes actores? A verdade é que todos os grandes filmes do Oliver Stone já têm mais de 10 anos. Parece que não é como o Vinho do Porto… O facto de aparecer em penúltimo nesta lista diz muito.

“Van Helsing”, Stephen Sommers, 5.3 – Acho que é um bom filme para estar aqui, em último. Gosto muito da Roménia e adivinhava-se que a história envolvia vampiros, mas este filme é muito estranho, o que nunca significou mau, mas significa neste caso. É uma mistura entre vampiros, lobisomens, o Frankenstein e mais alguns elementos de BD… Não conhecia o realizador, mas pelo currículo deve gostar muito de aventuras. Para além disto, fez toda a série da “Múmia” (O regresso, a vingança, o Rei Escorpião), “O Livro da Selva”, “The Adventures of Huckleberry Finn”… Podia era tentar pôr só um elemento de cada história nos filmes. Assim, um tipo fica confundido.

O maior post da história do blog?

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Nada me consegue surpreender como a morte. Há algumas coisas que me surpreendem. Há algumas coisas com as quais não sei lidar inicialmente. Mas depois dou a volta.
Com a morte é diferente. Surpreende-me. Não sei lidar com ela nem inicialmente nem lhe consigo dar a volta. O meu corpo não sabe o que sentir.
No início, a surpresa dá lugar à curiosidade. Depois choque, mas pouco. Pouco, porque sobretudo é dormência. Dormência perante a irrealidade. E é tudo. Quando a dormência acaba, fica o vazio. Um vazio mais vazio que o normal. Aquele espaço nunca mais é prenchido. É um vazio no espaço e no tempo. Um vazio que não pode ser cheio.

Ainda me lembro do ar convencido e arrogante. Das expressões corporais que o acompanhavam e acentuavam. Da competitividade e da diversão, juntas como em poucos casos. Da infantilidade, mas também do respeito. Do não esquecimento daqueles com quem conviveu, assinalado no cumprimento em qualquer ocasião social. E por isso não me esqueci dele.

Ninguém se pôde despedir. Isto também não é uma despedida.

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Insomnia (2002)
Insomnia (1997)
Insomnia (2001)
Insomnia (1994)
Insomnia Is Good For You(1957)

From Fight Club (1999):

“When you have insomnia, you’re never really asleep… and you’re never really awake.”

“With insomnia, nothing is real. Everything is far away. Everything is a copy of a copy of a copy.”

From Pi (1998):

Sol Robeson – “Have you met Archimedes? The one with the black spots, you see? You remember Archimedes of Syracuse, eh? The king asks Archimedes to determine if a present he’s received is actually solid gold. Unsolved problem at the time. It tortures the great Greek mathematician for weeks – insomnia haunts him and he twists and turns in his bed for nights on end. Finally, his equally exhausted wife – she’s forced to share a bed with this genius – convinces him to take a bath to relax. While he’s entering the tub, Archimedes notices the bath water rise. Displacement, a way to determine volume, and that’s a way to determine density – weight over volume. And thus, Archimedes solves the problem. He screams “Eureka” and he is so overwhelmed he runs dripping naked through the streets to the king’s palace to report his discovery.”

From Solaris (2002):

Gordon – Depression along with bouts of hypomania and primary insomnia, suggestions of agoraphobia, obsessive-compulsive disorder, shock, fatigue, denial.

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