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O debate no parlamento, na semana passada, tem originado várias opiniões. Há duas questões a ter em conta:

1. a publicação dos documentos em formatos livres, que, na minha opinião, nem devia estar em discussão. É indefensável a publicação em formatos fechados que podem trancar, em algumas décadas, os documentos.

2. a utilização de software livre na Administração Pública.

É neste segundo ponto que as opiniões se dividem, lançando muitas pessoas mão do argumento da liberdade de escolha. Esquecem-se porventura que a liberdade de escolha, como qualquer liberdade, acaba onde começa a liberdade dos outros.
Os deputados ou os funcionários da administração pública devem ter a liberdade de escolher o seu sistema operativo ou computador? Devem poder escolher entre Windows, Mac OS X ou Linux (ou…) ?

A resposta é obviamente não. O uso de software proprietário só deve ser equacionado quando não existem alternativas livres. Porque há-de a Administração Pública gastar dinheiro (e não deve ser assim tão pouco como isso) em software proprietário e formação para esse mesmo software proprietário, quando tem alternativas livres que produzem os mesmos resultados com a mesma qualidade?

E desengane-se quem acha que isto não é liberdade de escolha: estamos a falar de dinheiro público. A possibilidade de um deputado escolher um computador topo de gama com software proprietário acaba no exacto momento em existam alternativas livres gratuitas que produzem os mesmo resultados com a mesma qualidade no mesmo tempo. Acaba exactamente onde começa a liberdade que a população tem de ver o seu dinheiro a ser gasto em coisas mais úteis. Porque há-de um deputado ter a liberdade de escolher um sistema operativo ou software caríssimo só por ser mais “giro” ou ter mais “eye candy”? Já agora mostrem-lhes todo o “eye candy” possível em Linux, pode ser que os convençam :-P

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Vejo um post no blog do Alcides a incitar as Universidades a juntarem-se à Web 2.0. Fico estarrecida! Ando eu (e tantos outros) a lutar contra o hype das tecnologias, que tanto mal tem feito ao seu desenvolvimento e uso em contextos educativos e agora vejo um incitamento a esse mesmo hype.
Há pouco tempo dizia eu, numa reunião de professores, que a tecnologia é apenas uma ferramenta. Se nos serve para melhor atingirmos os objectivos, usa-se; se não serve, não se usa.

Desenho e faço tutoria de cursos à distância. Transformo cursos face-a-face em cursos de e-Learning. E é efectivamente uma transformação, uma mudança.
O hype das tecnologias tem levado Universidades a utilizarem diversas aplicações, migrando cursos e cadeiras da sala de aula para a web sem a atenção devida à diferente linguagem do meio e ao tipo de postura no novo meio. Obviamente, que um curso ou cadeira criado para ser dado numa sala de aula não resulta na web. E o resultado está à vista: alunos e professores a rejeitarem tecnologia que lhes poderia ser útil. Muito útil.

Não é fácil, nem mesmo em cursos de informática, utilizar sistemas de e-Learning ou Blended Learning. Diz o Alcides:

Simple things like blogs about some subject in some course would make students more interested and make them learn more about it.

Digo eu: O uso de blogs ou qualquer outro tipo de tecnologia não faz com que os alunos aprendam mais ou melhor. Criem-se blogs ou fóruns associados a um curso ou cadeira, mas não se espere que eles ganhem vida per se.
Vi serem introduzidas várias tecnologias e plataformas em contextos educativos e vi-os serem abandonados, quase vazios de actividade pela falta de técnica e gestão dos mesmos. Não é possível enganar nem alunos nem professores: eles são demasiados perspicazes e rapidamente percebem se a tecnologia que está a ser usada é realmente útil ou apenas hype.

Dizia-me há uns anos o Professor Fredric Litto, anterior coordenador científico da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo: “Primeiro é preciso fazer o diagnóstico, ver onde está doendo. Só depois, escolher a tecnologia que nos serve”

A tecnologia é isso mesmo, apenas uma ferramenta. A introdução de tecnologias no ensino pode, no início gerar entusiasmo, mas se o professor ou tutor não tiverem as técnicas e a experiência, elas serão rejeitadas, uma vez passado o entusiasmo inicial.

Por isso, caras Universidades, olhem antes para os vossos objectivos, olhem para os learning outcomes que esperam que os vossos alunos atinjam, diagnostiquem os problemas e depois escolham a tecnologia. Uma vez escolhida a tecnologia há ainda que perceber, estudar e investigar as formas, problemas e casos de sucesso em que ela foi utilizada.

Nos dias de hoje, já temos casos e estudos suficientes, na área do e-Learning, para não cometermos os erros crassos de uma implementação de um sistema completamente novo: usem-nos :-)

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Afinou-se o sr deputado Vítor Salgado, pelo facto de lhe parecer que o uso do software livre lhe seria obrigatório. Enganou-se. O que está em causa é precisamente a liberdade de escolha e não a obrigatoriedade de nada.

Mas, e se fosse assim? Qual era o mal? Qual é o mal de ter a administração pública a usar software livre? Qual é o mal de ter os documentos publicados acessíveis a todos? Qual é o mal de ter um sistema operativo gratuito na administração pública?
Qual é o mal de poupar milhares de euros em licenças de software proprietário? Milhares de euros que saem dos bolsos dos contribuintes, assinale-se.
E porque há-de ser isto uma proposta? Porque raio é que um deputado, ou qualquer funcionário público, há-de poder escolher um OS com custos elevadíssimos, quando pode ter a mesma coisa de forma gratuita?
Digam-me, porquê?

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O projecto de resolução do “Software Livre no Parlamento” está a ser debatido hoje.
Em linux, com o MPlayer, fazer numa consola:

mplayer mms://80.251.166.34/live

Nota: o debate encontra-se aqui
http://www.youtube.com/jp.swf?video_id=fLxVupn6oKo
Obrigada ao MindBoosterNoori

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Click on the picture.

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One of my favourite jazz players is Thelonious Monk, although I do not have much music from him. Last time I was in a Fnac I was thinking in getting some Monk’s CDs. There were three that catched my eye, but when I turned them around I saw the Sony Label, so I didn’t bought them:

It’s Monk Time – 11,50€
Monk’s Dream – 11,50€
Monk in Tokyo – 18,50€

In the end I took Perfect with me:

perfectmonk

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Jennifer Pariser, the head of litigation for Sony BMG, seems to believe that if you rip a CD that you bought, you are stealing music:

Making “a copy” of a purchased song is just “a nice way of saying ‘steals just one copy’,” she said.

And she added:

“It’s my personal belief that Sony BMG is half the size now as it was in 2000.”

Poor little Sony…

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Alertada por um artigo de uma feed, fui espreitar o Global Notícias. A primeira reacção foi de incredulidade: o jornal é constituído por três pessoas, todas em cargos de chefia à boa maneira portuguesa. Um director de redacção, um director de publicidade e uma coordenadora de marketing.
A redacção do Global Notícias tem, pasme-se, uma pessoa.
Penso para mim própria que deve ser engano, só depois reparando no que é o Global Notícias:

globalnoticias

Ah bom, afinal o trabalho é apenas select/copy/paste. Enfim, mais do mesmo.
Fico a pensar o que dirão/sentirão os jornalistas que escreveram as notícias. Sim, os dos media mencionados (para os media mencionados).

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One of my favorite TV series is “My Family“. I have the five series plus the Christmas special episodes, in DVD, and I see them from time to time, in spite of knowing the story of each episode already.
A little time ago I found out that those DVDs are full of DRM. My boyfriend tried to play them in his computer without success.
Now, the 6th and 7th series are available at Amazon.co.uk, but I was strong enough to not buy them. So, minus £27.97, from my money, to BBC :-P

my family tv series

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Há duas características, na minha opinião, que devem fazer parte do perfil de um aluno que chega à Universidade: escrever sem erros e ter um espírito crítico e dinâmico. E não há desculpa para elas não existirem. A típica “Não tive bons professores” não funciona: é que um aluno que entra numa Universidade já tem idade para se auto-educar e se auto-ensinar.
Mas o panorama português é muito fraquinho nesta matéria, de forma que quando vejo alunos do primeiro ano a organizar eventos como o Take Off fico deveras contente.
No caso, foi contentamento de pouca dura: os tais alunos que pareciam tão inovadores e dinâmicos, acabaram por mostrar muito pouco espírito crítico. Falei aqui da questão, em conjunto com o Gustavo. Não publicar algo é não dar conhecimento ao público, publicar algo adulterado é enganar o público. Quando um orador diz “Isso não é verdade” a toda e qualquer intervenção do público, que vá contra o que diz, como fez o sr Vítor Santos da Microsoft Portugal no Take Off, e o público, munido de laptop ligado à wireless lhe prove que é efectivamente assim e depois peça aos organizadores para publicarem o áudio sem “as partes más”, as partes em que o público lhe desmancha o discurso, é mau.
Quando os organizadores acedem, é pior.
Toda esta introdução para dizer que pelos vistos deu frutos: um dos organizadores do Take Off lançou há pouco tempo no seu blog a notícia de ter sido convidado para ser um Microsoft Student Partner. E de ter aceite.
Deve ser-lhe fácil integrar a equipa, já começa no discurso:

Como alguns de vocês já sabem, sou a favor do software proprietário (e também do opensource em certas situações. Sou capaz escrever um post dedicado a este assunto em breve) e a Microsoft desde sempre que tem impulsionado a tecnologia no seu todo e creio que tenho muito a aprender com a empresa.

(bold meu)

Não estou bem a ver onde ou como é que a Microsoft tem impulsionado o opensource, pelo que concluo que este recém MSP já é capaz de fazer um bom discurso “microsoftiano”.

Outro exemplo é:

(…)mas também para contribuir com as minhas ideias para melhorar a relação com os estudantes.

O que nada mais é do que uma técnica de venda: acredito mais na palavra do meu amigo ou do meu colega do que num anúncio. Basicamente a Microsoft entra no mercado através de alunos, pagando-lhes em géneros, a publicidade que lhes vão fazer na faculdade.

É triste ver um aluno agarrar-se a uma empresa como a Microsoft, nem que seja como MSP, em tão tenra idade, no início de uma carreira. A independência no início é o melhor que pode haver para se poder mostrar o que se vale, para se crescer, para se poder ver outras coisas e alargar ao máximo os horizontes.
Mas, principalmente, parece-me muito pouco inteligente.
Que razões levam um aluno da área de informática a aceitar ser MSP?

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Today, because of Victor Domingos, I decided to give another try on Virtual Machines. I saw his post and went to the site.
There is a source tarball platform indepent, but I suppose I needed the development tools from Apple (since it is about 900M and my network connection was pretty full, I did not even check if I could install it on my mac).
But this remmember me about VMware fusion for Mac, so I decided to give a proper try.

First, I must say I almost had gave up of trying to have Linux here. The process of install it to HD (I need windows too) is incredible difficult or at least time-consuming (time that I do not have).

Then I tried Fink and MacPorts. I had problems of stability (many crashes) and exchange things (like copy/paste does not work every time)

Then I tried KDE4 for mac, yes running the app on mac (like kontact without KDE), but it is very unstable and impossible to use.

Then I tried Virtual Machines: Q; Virtual Box; Parallels (only the ones I can think of right now) and I always had problems with them. Keyboard problems (@); Wireless problems; and exchange of files problems, and even installation problems.

Today I installed VMware Fusion for Mac (trial) and installed Kubuntu (
I had both in my hard drive for sometime – someone I do not remmeber the name told me about it at Barcamp – thanks, by the way :-) ) and the thing is at follows:

- My wireless works just fine;
- I installed VMware Tools and I just need to click on a folder or file in mac os x and drag it to the window of Kubuntu – he asks me if I want to move or to copy;
- I copy text on mac and paste it in Kubuntu.

It is a little bit slow, but very “workable” :-D
I am really surprised! Now, I will try to check how much it costs… :-S

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Sábado. Direcção: Baixa de Lisboa. Brasileira do Chiado. Nenhum lugar vago.

brasileira

Adiante, rua abaixo. Livros usados, mesmo antes da Bertrand. Seis livros de Maigret e quatro de ficção científica, num saco verde.

Café, ali perto, a preço de turista. E ala para a Cinemateca.

cinemateca

Chá branco com torrada e scones. 19h30: três horas a torcer pelo Agente Nº 326

22h30: regresso a pé, Avenida da Liberdade acima até ao metro do Marquês.

Ah, como gosto dos sábados!

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Este fim de semana fui a Lisboa. Como o Marcos precisava mudar a morada no Bilhete de Identidade, decidimos ir à Loja do Cidadão, que fecha às 15h. Chegámos lá perto das 14h30 e eis que nos deparamos com um aviso a dizer que, porque já tinham sido retiradas muitas senhas, já não havia possibilidade de sermos atendidos.
Apetece dizer “isto só na Administração Pública!”. Ora, se não podem ter pessoas a trabalhar depois das 15h, deveriam ter um horário até às 14h. É que de outra forma, temos de ser nós a adivinhar. Da forma como está, nunca é possível saber a que horas fecha, se lhes dá para o fazer conforme lhes apetece!

Todos somos obrigados a andar com o Bilhete de Identidade, mas quando precisamos mudar a morada, por exemplo, durante sete dias andamos sem identificação, já que o papel que nos é dado não serve de documento identificativo. Isto para além do facto de se ter de pagar 7,05 € para ter algo, que somos obrigados a ter. Eis a discriminação:

Taxa de requisição = 3 €
Taxa de emissão = 3 €
Modelo x = 0.50
Modelo Y = 0.55

Perguntei à senhora a que se referia o valor do Modelo Y (já não me lembro do número), uma vez que só nos foi entregue o Modelo X. Disse-nos ela que era de um papel que só nos iriam entregar quando entregássemos o Modelo X.
Questionada sobre a que se referiam as taxas, saíu-nos com esta “Como agora não podemos cobrar imposto de selo, cobramos taxas”. Excuse me?

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Sometime ago, my macbook pro start to behaving strangely in what concerns windows focus. The problem is described here.
I though it could be Virtue Desktops, and I made a search on MacRumors Forum, founding out that other people think it VD could cause the problem.

Last week, I erase my home thinking I was erasing my external HD (I was able to get my documents from the trash) because of this problem. I did not notice that although the external HD was selected, had lost it’s focus by it ‘s own.

Do you have a similar problem? Are you using Virtue Desktops too?

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I opened iTunes today and the “thing” told me that there is an update available and ask me if I wanted to download it, so I said yes. Then I saw the picture above, found it strange and closed iTunes and run the software update.
Yes, I have new software available for my computer. And I know that I have because, last time, I did not make the update for iDVD, iMovie or Garage Band, since I do not use them.

So I have updates available, but where are they?!

Apple updates are straightforward. Not :-P

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Hong Kong, 1982 – Nascia a Holga. Uma máquina fotográfica barata, de características insanas e efeitos imprevisíveis. Cada uma é diferente da outra, já que as juntas deixam entrar luz de maneiras diferentes. No pack, que comprei há algum tempo, vinha até um rolo de fita adesiva preta :-)
Agora a Holga ficou verde. Linda, como sempre.
(Em Coimbra, é impossível conseguir rolos para esta máquina, soube há pouco tempo onde os posso comprar em Lisboa. Em breve, colocarei aqui algumas experiências)

holga

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O Conselho de Ministros aprovou ontem uma proposta de lei a ser submetida à aprovação pela Assembleia da República, que estabelece,

a obrigação de os fornecedores de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de uma rede pública de comunicações conservarem, durante um ano, dados de tráfego e dados de localização relativos a essa comunicações, bem como dados conexos necessários para identificar o assinante ou utilizador.

Na Directiva 2006/24/CE, pode ler-se, no ponto 8:

Na sua Declaração de 25 de Março de 2004 sobre a luta contra o terrorismo, o Conselho Europeu encarregou o Conselho de proceder à análise de propostas relativas ao estabelecimento de regras sobre a conservação de dados de tráfego das comunicações pelos prestadores de serviços.

Leis semelhantes a estas (algumas bem piores, diga-se) foram aprovadas nos EUA, após o 11 de Setembro, levando ao encerramento de muitos Talkers, já que os autores se recusaram a manter dados sobre os utilizadores.

Mais uma lei que, a ser aprovada, irá permitir mais uma forma de controlo sobre a sociedade. É muito fácil para os governantes incutirem medos na população, neste caso, basta mencionar o vocábulo terrorismo.
E fazendo uso dos medos das pessoas lá vão arranjando leis que permitam controlar as populações…

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Este post é mesmo só um aviso. O número especial dos Cahiers du Cinema sobre Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni chegou hoje aos quiosques portugueses (a revista saíu dia 30 de Agosto)
Sendo uma revista francesa e em francês, é provável terem chegado poucas, pelo que é melhor correr ao quiosque mais próximo :-)

cahiersducinema

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It is not official. Yet. But it seems that ISO will vote to reject Microsoft’s OOXML as standard.

Microsoft expects that a second vote early next year will result in approval, it said today.

I hope not!

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Passei o fim de semana no BarCamp Portugal 2007. Gostei principalmente das apresentações do Pedro Custódio. Já tinha assistido a uma apresentação do Pedro no Take Off, que gostei bastante também. E não só pelo conteúdo, mas também pela forma. Não sendo informática, é um pouco difícil acompanhar algumas apresentações, de forma que é muito gratificante quando o orador usa um tipo de linguagem e apresentação, que facilmente consigo adaptar aos meus interesses.
Um dos aspectos mais positivos foi a possibilidade de falar com pessoas e respectivos projectos que de outra forma seria muito difícil conhecer. O HalfBaked também foi engraçado, principalmente nas apresentações. Independentemente de a maioria serem negócios de “brincadeira”, foi interessante perceber o levantamento de problemas e possíveis resoluções.
Talvez por isso, fiquei com bastante pena que o HourHack tivesse o seu post-it esquecido (?) na parede.
Já que o BarCamp apela a uma maior interacção entre os participantes, parece-me mais importante existirem actividades de trabalho conjunto do que apresentações, a que podemos ter facilmente acesso noutros eventos.
Oh well, talvez para o ano?

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