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Criei um segundo blog, que pode ser visitado em http://paulasimoes.org/blog. Queria experimentar alguns themes do wordpress e estou bastante satisfeita com o Hemingway alterado pelos Ninja Monkeys.
O tema é absolutamente lindo. Experimentei antes um outro baseado no Hemingway também, chamado Japanese Cherry Blossom, do qual ainda gosto mais, mas que é também mais difícil de costumizar.
O tema tem uma solução que não me agrada que é o facto de partir os posts para ler mais, devido ao próprio layout, mas mesmo com todos os aborrecimentos que posso dar aos leitores, arrisco. Valha-me o facto das feeds irem com o texto completo. Entretanto poderei estar mais à vontade para ir testando o tema :-)
Continuarei a escrever aqui, mas é mais provável que actualize o paula simões’ blog com maior regularidade, nos próximos tempos.

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I will post the coments on the presentationslater, relying on my notes. For now, I will only talk about the event, in general terms.

I am very disapointed with the organization of Expo Web 2.0, in Berlin. On the first day there was no coffee. The lunch is a small sandwich, a bottle of water, an apple and a cookie and it is sponsored by Nokia. Lunching small sandwiches for four days!
If you want to leave your coat, you have to pay 1.70€ and if you want to leave your luggage at entrance you will pay 6€, each day.

In the future, they must have really good speakers to convince me to go to another O’Reilly conference…

Now, I will listen Cory Doctorow. Silence, please :-)

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Desde sábado à noite, em Berlim, sem café decente.

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I need Second Life for my work and I was a little afraid to run it in Linux. I was using it in windows. Today I tried it in Linux and I must say I did not saw any problems :-)
Nice!

sl

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We are so used to think that linux is an OS hard to handle, that sometimes we think we have no “out of the box” solutions.
I had  a small problem with the brightness of the screen when on battery power (too dark to work), I have searched google and foruns and in most of them people were saying that it could be a problem, depending if those keys were controlled by hardware or software.

It seems ridiculous now, but all I had to do was click on battery icon and adjust brightness on a battery powered laptop :-)

Powered by ScribeFire.

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You can find them here :-)

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Um dos maiores receios que eu tinha, derivado da experiência negativa de vários amigos, era não ter wireless e-U em Kubuntu. Ligar-se à guest-e-U parece fácil, mas não se tem jabber, nem mail, via kontact, nem ligação ssh à selva. E se posso passar sem as comunicações instantâneas, é-me muito mais penoso ver o email na meia-dúzia de contas, uma por uma.

Hoje resolvi fazer uma pesquisa no google sobre a configuração da dita cuja (O how-to para Fedora que está no site da UC parece-me bastante complicado). O primeiro resultado que encontrei foi este.

Segui os passos. Verifiquei que já tinha jabber e ssh, mas continuava a não ter email. De forma que usei a solução de quem não tem conhecimentos de Linux: reboot.

Voltei a ligar a net et voilá! Tudo funciona direitinho! :-D

Posto isto, hão-de permitir-me um desabafo. Eu sei que o Kubuntu/Linux não é perfeito, sei que tem problemas, como o Windows, como o Mac OS X. Mas é o OS que eu mais gosto, que me rende mais em termos de trabalho e o que me dá, a mim, menos problemas.
Fico triste quando os amigos me dizem - e foram muitos - que fiz asneira em livrar-me do mac, que em qualquer outro portátil eu teria os mesmos ou mais problemas em instalar linux. Que o linux tem muitos problemas nos laptops - e não digo que não, nem digo que não venha a ter problemas - mas até agora tudo tem funcionado. E quando não funciona, uma pesquisa rápida (primeiros resultados) no google, copy/paste das instruções e funciona.

Um grande obrigada ao Filipe Pires de Morais, pelo how to.

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Foi o luís do natal no bordel que me chamou a atenção para esta curta belíssima, que Wong Kar Wai produziu para a Aurea Philips.

One year ago, I saw something I shouldn’t have.
(…)
Afterwards, they tried to remove Light from my memory.
But I can steel feel his warmth.

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Já há muito tempo que venho a adiar a escrita deste post sobre um dos projectos mais interessantes que me foi dado a conhecer, nos últimos tempos: Escolas Livres.

O Escolas Livres começou como um projecto, cujos objectivos passam por:

* Promover a adopção de software livre nas escolas portuguesas;
* Promover a utilização de software livre educativo e de gestão escolar;
* Estabelecer um local comum para a discussão e partilha de informações sobre Software Livre nas escolas;
* Contribuir com traduções para português de aplicações educativas.

Agora, este projecto está a tentar constituir-se como uma associação sem fins lucrativos e precisa da nossa ajuda.

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Como não tenho muito tempo disponível, reservo um bocadinho do dia para ir instalando aquilo que preciso no laptop novo, com o último kubuntu.
Hoje decidi instalar o skype.
Na instalação, o sr da konsole disse-me “Ouça lá, a sua distribuição é amd64 e o skype que está a tentar instalar é 32bits. A menina não percebe nada do que está a fazer. De forma que nada feito.” E fugiu.

Pergunto a um colega experimentado no Skype “Ouve lá, onde vou buscar o skype 64″. Pergunta-me ele se eu instalei uma distro de 64. Digo que sim. Diz-me que fiz asneira. Para instalar o skype é uma dor de cabeça. E que é por isso que não tenho flash e não pude ver o link do youtube que ele me deu.

Sempre fugi do flash e, verdade seja dita, não sinto necessidade do flash para o meu trabalho. Só quando ele me disse, é que me apercebi que tinha um problema com o flash! :-)

Bem, uma pesquisa rápida na web deu nisto:

Instalar o skype:
Fazer copy/paste do que diz aqui.

Instalar o Flash no Firefox:
Ir ao synaptic procurar por flash e instalar o pacote flashplugin-nonfree

Mas onde está a dor de cabeça? :-D

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Some days ago I bought Talkie Walkie from Air. When I got home I found out DRM on the CD. So I return the cd and took my money back.

air

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mbp

É verdade, livrei-me do desgraçado. Foi tudo: Macbook Pro, iPod vídeo, gravador de iPod e rato. Tudo de uma vez. Durante o fim de semana, tive de comprar um novo laptop. O Marcos ajudou-me a escolher. Fomos à Vobis e à Fnac, onde ambos os funcionários foram simplesmente fantásticos, deixando-nos experimentar um live cd. Estava indecisa entre um Asus e um LG, de 12 polegadas. No Asus os live cd’s não arrancavam, no LG o Knopix não arrancava, mas o Debian cumpria a função.
Fiquei muito contente com a atitude de ambos os funcionários, percebia-se um interesse e curiosidade pelo linux.
Acabei por comprar o laptop na Fnac, pelo facto de nesta existir um modelo mais barato, tendo trazido de oferta um telemóvel, que saíu estava eu ainda na Finlândia.

lg

No caso do Debian, há alguns problemas com drivers, mas o Kubuntu foi aqui instalado sem problemas, de forma muito fácil, rápida e tendo funcionado tudo direitinho, sem necessidade de tutoriais de mais de uma dezena de páginas :-)

Fiquei aborrecida com o facto de não poder comprar o laptop sem sistema operativo. Mesmo telefonando para a Asus e para a LG, foi-nos dito que não era possível.
No início, pensei em comprar um Dell, sem sistema operativo. Os contras desta opção resumiram-se a ser mais demorado e ficar cerca de 500 euros mais caro.
Terei sempre de usar windows, já que preciso testar jogos e aplicações que não funcionam em mac os x, nem em linux, mas já tinha uma licença do XP. Além de que o Vista tem vários problemas de incompatibilidade.

De forma, que estou muito contente! :-)
Vamos ver como este se porta em termos de hardware, já que em termos de software tenho o meu problema resolvido :-)

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I did not made my registration on time so I could not go to this conference. I tried to subscribe to see it online, but then I saw that I had to install a non-free software only available to Windows.

But today I found that everyone has access to the conference:

mplayer http://wms.fccn.pt/e-learning

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Depois do Fórum Software Livre, que decorreu em Lisboa, este fim-de-semana, o Marcos e eu decidimos ir até ao Colombo, visto termos a certeza que encontraríamos uma farmácia aberta lá (chegou o tempo das constipações).
Uma vez no Centro Comercial Colombo, decidimos jantar por lá, acabando por o fazer num restaurante madeirense (não tanto pela especialidade gastronómica, que é excelente, mais pelo facto de ser dos poucos restaurantes sem fila de espera).
No fim da refeição, já com o café tomado, peço a um dos srs que estava a servir, a conta. O sr. olha para mim atónito, meio desconcertado: “A conta? Posso, sim, senhor. É a menina que vai pagar?!”
Digo ao Marcos, com um riso a raiar a gargalhada: “Já sabes, na próxima, tens de ser tu a pedir a conta”.
Pergunto-me quem deveria pedir a conta, se tivesse ido jantar com uma amiga…

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Chega-me ao email um pedido do Fórum da Família para assinar uma petição para que os pais casados possam ter benefícios no IRS. Os argumentos que esta associação, organização ou o que seja, dá são que os pais solteiros têm benefícios fiscais que os pais casados não têm, o que configura, dizem eles, uma situação de injustiça.
Os argumentos _não são_ os pais casados precisam de ajuda. Não. Os argumentos são aquele pai solteiro que tem de sustentar uma família está muito mais beneficiado do que um casal que tem de sustentar uma família.

Ou seja, estes senhores acham que uma família que tem DUAS pessoas a receber dois ordenados deve ter os mesmo benefícios que uma família que tem UMA pessoa a receber um ordenado!

E não contentes com isto ainda têm o descaramento (não é exagero) de criarem uma petição que sugere ao Estado não gastar mais dinheiro, mas sim retirar metade dos benefícios dos pais solteiros para dar aos casados!!!
Dizem eles:

Sendo, actualmente, o número de crianças e jovens filhos de pais casados ou viúvos igual a metade do seu número total, isto é, igual ao número de crianças e jovens de pais com outros estados civis, esta questão pode ser resolvida sem qualquer encargo adicional para o Estado, fazendo com que todos os pais, independentemente do seu estado civil, possam deduzir metade do valor actualmente permitido apenas para os pais não casados ou não viúvos

E afirma-se esta associação defensora das famílias! Alguém quer fazer o favor de explicar a estes senhores que um pai + um filho TAMBÉM é uma família?

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Try Confusing Words. Really nice :-)

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O post anterior despoletou tal celeuma que se impõe uma explicação. Por mais do que uma vez fiz nos comentários perguntas com o intuito de redireccionar para aquilo que eu estava efectivamente a criticar, sem que, contudo, me tenha feito perceber.

Este é, obviamente, um post irónico - basta ler título. Mas analisemos o conteúdo e deixemos o título para a segunda parte deste texto.
O conteúdo do texto diz respeito à anotação de informação sem rigor e falsa que é dada na ficha técnica do site da Assembleia da República.
Vejamos dois exemplos:

Ponto 1 - Se apenas existisse o Microsoft Word Viewer, o utilizador até poderia pensar que Microsoft Word era uma abreviatura do nome. Acontece que Microsoft Word é um programa distinto, que _também serve para visualizar_ (também é um visualizador) documentos em formato word.
É-me dito então que eu posso obter o Microsoft Word gratuitamente.
Esta afirmação é falsa.

Ponto 2 - Se clicarmos no link (e só se clicarmos no link) verificamos que o que podemos obter gratuitamente é apenas o Microsoft Word Viewer. Mas também me é dito que eu posso instalar este programa no meu computador.
Ora, esta afirmação só é verdadeira se se verificarem uma das duas condições: o computador tem de estar a correr windows ou mac os x. Pelo que, para sermos simpáticos, esta afirmação é enganadora, por omissão.

O que se infere desta análise é que eu estou a fazer uma crítica à ficha técnica do site da Assembleia da República e nada mais do que isso.

Alguns dos comentadores do post anterior lançaram mão do argumento deste post ser mais uma acha na guerra “fanática” Linux vs Microsoft. O que é falso. Mas compreendo.

Imagino o caminho que o pensamento dos srs leitores fez: A Paula defende o software livre (são uns fanáticos esses moços e moças do software livre :-D ), a Paula escreveu a palavra Microsoft num post, conclusão a Paula só pode estar a dar uma rabecada estrondosa na Microsoft.

É claro que imbuídos deste (pre)conceito e chegados ao fim do post, pareceu aos estimados leitores uma crítica injusta. E eu concordo. A crítica à Microsoft no meu post anterior é injusta. E digo mais, qualquer crítica não existente a qualquer coisa é sempre profundamente injusta.

Destapemos agora o título, que confere a ironia ao post e analisemo-lo à luz daquele.
Mesmo quem não viu o debate, leu certamente sobre o mesmo e sabe dos dislates que foram ditos. Lembro-me de algumas bancadas se mostrarem ofendidas porque acharam que íam ser obrigados a usar software livre (a proposta não dizia tal coisa). Lembro-me vagamente de um deputado aborrecido, zangado até, dizer que a empresa open source também era apoiada por este e por aquele.
Estes e outros dislates, cometidos, ouso dizer por quase todas as bancadas parlamentares, demonstram claramente a falta de conhecimento e rigor sobre o que estava a ser discutido. E não admira, se até a ficha técnica do site daquele orgão de soberania, supostamente feita por um webmaster, supostamente um informático, carece de rigor no que concerne à sua área de expertise.

Eu continuo a não ver nenhuma crítica à Microsoft, nem nenhum favorecimento ao Software livre.

A única intervenção que fiz fora do âmbito acima descrito foi concordar com o Gustavo quando ele lançou a questão da publicação em formatos abertos. E que saíu obviamente do conteúdo do post inicial.

Vi que o Paulo voltou a lançar esta questão. É verdade, Paulo, eu não falei de formatos abertos nesse post. Falei dessa questão num post mais antigo de forma breve, porque na minha opinião é algo que nem devia estar em discussão. Mas sim talvez um dia eu faça um post sobre formatos abertos. E nessa altura, Paulo, terei de falar mais do que a acessibilidade dos utilizadores de hoje a esses documentos. Nessa altura, terei de falar do dever que temos de garantir que este tipo de documentos possam ser abertos e lidos daqui por muitas décadas, para que não aconteça casos de documentos guardados em disquetes que não podem ser abertos e lidos e que se pensa terem importância histórica.
Eu sei que parece quase ridículo falar de História hoje. Mas daqui a muitas décadas vai ser importante falar da História de hoje e seria muito triste que nessa altura não se pudesse falar da História de hoje, só porque hoje não nos quisemos dar ao trabalho de publicar esses documentos em formato aberto.
Sim, Paulo, talvez um dia eu faça um post sobre formatos abertos e nessa altura terei de falar de todas estas coisas também.

Ontem, eu apenas critiquei a falta de rigor de um site, fazendo o link para a falta de rigor do debate da semana passada.

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No site da Assembleia da República pode ler-se:

ar

Eles acham que o Microsoft Office é gratuito!!! Segue email para o webmaster…

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Shibboleth 2007 by Doris Salcedo

tates

From here

A video on Guardian

Guardian investigates how it was done

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Precisava de uns sapatos adequados a uma festa de casamento (porque não podemos ir aos casamentos de sapatilhas?). Fui à baixa. Passei na Ferreira Borges e pensei para comigo, que depois de tal tarefa, eu mereceria um café no Central. Um hábito de anos a compensar as idas à Baixa de Coimbra.
Adiante, encontro o sr que vende a Cais. Compro. Revolvo a baixa à procura de uns sapatos: desfilam ante os meus olhos todas as formas, cores, feitios e tipos de salto. Diferentes preços! Estou tramada! Como vou escolher uns?
Desorientada com tantas possibilidades, já cansada penso “vou ao Central, tomo o café, analiso o que vi e tomo uma decisão”.
No cimo das escadas, estende-se para cada lado a Ferreira Borges. Viro à esquerda, em direcção ao Central. Ah, cá está o quiosque dos jornais, a seguir é o Central. Hmm… a seguir surge-me uma montra de vidro a todo o comprimento e largura, que permite ver as paredes laterais cheias de meias, em linhas horizontais muito certinhas. De um lado, com muitas cores, do outro, em tons escuros, fazendo adivinhar o sexo a que se destinam. Mais adiante o Nicola. Desoriento-me: não. O Central fica antes do Nicola. Coloco-me de frente para o Nicola e dirijo-me para a esquerda: o Central fica a seguir ao Nicola. Nada. Esbarro novamente com aquela montra de vidro imensa que deixa ver as paredes forradas a meias.
Fico quieta a olhar para a montra. Mas onde está o Central? O meu cérebro dá-me um abanão: pois não estás a ver que o Central agora é uma loja de meias?!
“Não é possível!”, respondo eu.
“Está bem de ver”, atira-me, com impertinência o meu cérebro.
Meio tonta, acabo por entrar no Nicola onde como qualquer coisa que me há-de servir de almoço. Os sapatos? Oh peço uns emprestados à mãe.

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