Dia 14 de Junho de 2008. É meio dia. Estou na Sé Nova de Coimbra à tua espera. Estamos a preparar este momento há dois anos e meio. Desde que nos vimos que soubemos que aqui iríamos chegar.
Estou junto ao altar de uma igreja, estou aqui à espera de pé. Estão centenas de pessoas a olhar para mim. Estão todos a pensar: “Olha para a carinha dele, está tão nervoso a pensar que ela não vem!” - Não estou nada! Claro que ela vem. Se estou assim com cara estranha é de estar toda a gente a olhar para mim.
Estamos a dar um passo. Estamos a dar o passo. Estamos a formar uma família.
Sim aceito.
Desculpa o clichê que se segue Raquel. Fazes de mim um homem melhor. Espero que sintas o mesmo e que possamos continuar assim.

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ó felisberto, está bem que no dia do nosso casamento a gente está assim que nem sabe de que terra é. Mas não há desculpas, mesmo no dia do casamento, para escrever aquele “à dois anos e meio” sem h.