Há claramente dois tipos de Americanos: aqueles que vivem confortavelmente dentro do sistema e a que associamos o sonho Americano (a casa de madeira com o relvado em frente, o(s) carro(s), as compras abundantes nos malls, as férias na Florida) e aqueles que vivem em permanente luta com a tirania do cartão de crédito.
Para estes últimos cada fim de semana (muitos Americanos são pagos à semana) é um martírio e uma salvação: pagam as contas atrasadas e vão gastar para a seguinte. E desengane-se quem pensa ser fácil fugir à escravatura do cartão de crédito: o sistema está tão ‘bem’ feito que não ter cartão de crédito é **pior** do que ter ‘bad credit’. Por exemplo, se alguém se recusa a usar cartão de crédito, e paga as suas continhas em cash, certinho, quando vai contratar o seguro automóvel obrigatório apanha com um prémio altíssimo. E este não é o único exemplo: aplica-se ao seguro de saúde (indispensável), ao contrato de água, luz, gás, telefone e internet. Aparentemente o credit-score determina as cauções que se é obrigado a pagar.

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