Ali, no Congo belga, em 1960, reflecte sobre a crueldade gratuita e a arbitrariedade. "Esses são os únicos momentos em que sinto uma solidão mais profunda: quando estou sozinho perante uma violência impune. O mundo esvazia-se, despovoa-se, desaparece."
Um excerto da notícia do Público de hoje, sobre Ryszard Kapuscinski. Já falei algumas vezes do Kapu nesta casa. Um escritor favorito e um jornalista pelo qual sempre nutri a maior das admirações. A certa altura houve um sobressalto na comunicação social, pensou-se que Kapu teria sido espião: mais não foi que um subterfúgio para poder viajar como viajou, para poder contar o que contou, como só ele sabia contar.
O último livro, Andanças com Heródoto, está publicado em Portugal. Era o livro que levava, quando saíu da Polónia pela primeira vez. O destino foi a Índia e a História de Heródoto foi o seu manual.
Sem ler o livro: obrigatório
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Vejam está noticia.
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/1022079.html
Aquela cambada do CD está a tentar impedir jornalismo de investigação?