O Blog do Gustavo Felisberto

Paula Simões Como fazer cópias de produtos com DRm, para uso privado Print This Post Print This Post
 

Depois de um argumento meu contra o DRM ter sido apelidado de “ridículo”, achei por bem colocar aqui algumas informações, que me parecem importantes:

Quando compramos um dispositivo que nos permite fazer uma cópia (um cd-rw, por exemplo), pagamos uma taxa, que já está embutida no preço, para beneficiar “os autores, os artistas intérpretes ou executantes, os editores e os produtores fonográficos e videográficos”.

“1 - A remuneração a incluir no preço de venda ao público dos aparelhos de fixação e reprodução de obras e prestações é igual a 3% do preço de venda, antes da aplicação do IVA, estabelecido pelos respectivos fabricantes e importadores.” lei 50/2004, de 24 de Agosto

O meu argumento é “eu sempre tive direito à cópia privada. Este direito é-me concedido pela lei portuguesa e pelo facto de eu pagar uma taxa por todo e qualquer dispositivo que permita a cópia”.

Ora, se o cd do qual eu quero fazer uma cópia privada tem DRM, eu não posso quebrar esses códigos de DRM: dá cadeia (até um ano) ou multa de 100 dias.

A alternativa é ir ao IGAC, onde o fabricante, por lei, deve ter depositado o cd, dvd ou ficheiro sem DRM e a partir dele fazer então a tal cópia privada a que se tem direito.

O DRM nos produtos é execrável porque:

- obriga os utilizadores a abdicarem de um direito que têm, por lei - a maior parte das vezes pela aceitação de contratos com letras pequeninas, que ninguêm lê, cujo link (também pequenino) está bem no fundo do iTunes… erm… perdão do site: não estamos a falar de “detalhe”, estamos a falar de estar claro e visível;

- não combate a pirataria, pelo que se apaga a possível justificação moral

Donde, daqui faço o meu apelo: sempre que quiserem fazer uma cópia de um CD, DVD ou ficheiro com DRM, para uso privado dirijam-se ao IGAC e peçam o produto em questão sem DRM, para fazerem a cópia.
Vamos ver quantas editoras cumpriram a lei :-P

Gustavo Felisberto DRM/TCG can be OpenSource Print This Post Print This Post
 

EDIT 2007/06/30 004
I re-read Mr. Carlos Serrão original post, and altough the all tone of the post points in one direction I missed the end conclusion where he states that he believes that it is possible to have Open Source Secure DRM application. My apologies to him.

———– ORIGINAL POST FOLLOWS ———–

On the Portuguese blogosphere there has been a lot of talking about DRM in the past few days. I’ve seen so many things that I have no idea where to start, but I’ll try.
First of all a little on computer systems. When we consider a standard computer with a standard OS as a Turing Machine we know that we can simulate any other system inside this one. Mac users are used to this:

1-Run Mac OS on the Power Mac,
2-Run a Virtual Machine that simulates a PC,
3-Run Windows inside the simulated PC,

For all practical and theoretical purposes the simulated CPU has no way to know that it is a real (hardware) or virtual (software). And we can keep on doing this:

4-Run Vmware in Windows,
5-Run Linux inside Vmware.

So lets try to include DRM with this. But first, lets see what are the broad goals of DRM.

1- To give the distributer of content control over who opens a certain data.
2- To make it impossible for a user to do a Digital Copy of a certain data.

Lets see how we can implement this for the music industry:

1- Create a hardware audio player, lets call it iPlayer
2- Create a store with musics, lets call it iMusic

When a user buys a iPlayer he goes to the iMusic site to buy some songs, and enters the serial number of the player.

The store can now produce customized songs for the player. These songs can be encrypted with a key that is inside the iPlayer. When the user sends the file to a friend, his iPlayer will have a different key inside, and will not know how to open the file. Almost perfect! It is not perfect because the user can still share the data. But for the iMusic store is as good as perfect because only the person who bought the file can open it.

But is this really perfect?

Lets remember where we started. A computer system has no way to know it is running inside a simulate environment. So what stops us from creating a simulator that simulates an iPlayer? The fact that the iMusic store knows something that we do not know: “the key inside our iPlayer”. But lets say that for some reason we have that piece of information (i’ll return to the process of getting the key latter on). We can simulate our iPlayer and when it decrypts the data we can grab the raw unencrypted data and store it. We just cracked the DRM protection.

But you need the key!

Here comes hardware hacking, that is the process of somehow opening the iPlayer and getting the key from one of the chips inside. Or, from the iMusic store perspective, how to make hardware that cannot be tampered.
Chips can be made where it is very VERY hard to retrieve the keys. But where there is a will there is a way :)

Things are looking bad for the iMusic store. And it gets even worst.

The user will want to play his songs on his iPlayer and on his computer. So the store gives a shot in the foot and produces a software called iDesktopPlayer that the user installs in his laptop. The store is not “dumb” and forces you to download new musics that are encrypted against a key inside the iDesktopPlayer. So now you just need to create a software that simulates a sound card, this simulated card will dump all information to a file.

So this all comes down to:

The iMusic store needs to partner with computer vendors and create a world were there are no Turing machines.

That is the TCG. The idea is to have a computer where all software is Trustworthy. Meaning it is signed or encrypted and the keys are in hardware tamper proof.

And people say this kills Open Source Software. Actually no:

  1. —–BEGIN PGP SIGNED MESSAGE—–
  2. Hash: SHA1
  3.  
  4. <?php
  5.  
  6.         echo "This is a secure, OpenSource Audio Player!"
  7.         $key = get_this_computer_key_stored_in_hardware();
  8.         $decrypted_audio = gpg_decrypt($enc_file, $key);
  9.         if (is_valid_audio_file($decrypted_audio)
  10.            play_audio($decrypted_audio);
  11.         else
  12.            echo "This file is not for this machine… PIRATE!!!!"
  13.  
  14. ?>
  15. —–BEGIN PGP SIGNATURE—–
  16. Version: GnuPG v1.4.6 (GNU/Linux)
  17.  
  18. iD8DBQFGhOyqDysutLny1SoRAs+9AJ41zaXx9qGRtk2zF0I8vjX3AJK0RgCgjZYz
  19. q00n4D+Qm1DGTtVE8loPQAQ=
  20. =Gr13
  21. —–END PGP SIGNATURE—–

This piece of code is Open Source. Any one can look at it and see what it does. A trustworthy computer that had my gnupg key could verify the signature and execute the software. But if onewas to change something the computer would no longer be able to run it. This kills FREE SOFTWARE.

So this answers Mr Carlos Serrão when he says that OpenSource and DRM cannot mix. They can. But it will not be Free Software with all the liberty’s stated by the Free Software Foundation:

* The freedom to run the program, for any purpose (freedom 0).
* The freedom to study how the program works, and adapt it to your needs (freedom 1). Access to the source code is a precondition for this.
* The freedom to redistribute copies so you can help your neighbor (freedom 2).
* The freedom to improve the program, and release your improvements to the public, so that the whole community benefits (freedom 3). Access to the source code is a precondition for this.

This post is already lengthy so I’ll stop know. Maybe one of these days I’ll talk some more on why I think it is impossible to build a Trusted Computing Platform.

Gustavo Felisberto Google Desktop Makes Thunderbird go Crazy? Print This Post Print This Post
 

Due to the need of re-installing my system in a pinch I decided to try Kubuntu. So in the last weeks I’ve been running feisty and the gutsy on my laptop.

Today I decided to give the new Google Desktop Search for Linux a try. It was running happy until I started thunderbird. I noticed that thunderbird had some momentary freezes. I opened a terminal and run top. And there was thunderbird eating 89% CPU!! I stoped it and restarted it and the problem did not go away. After some tought I exited Google Desktop and thunderbird got back to normal values!!! Restarted Google Desktop and there was Thunderbird eating all my CPU.

I did some searches and came up empty handed…. Maybe it is just me, but I cant have both running :(

Paula Simões Ora vamos lá então discutir o DRM… a sério Print This Post Print This Post
 

Mantêm-se na blogosfera uma discussão sobre DRM. Podem ler aqui, as opiniões de alguém pró-DRM e aqui a refutação dos seus argumentos.

Parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam contra o DRM são também contra os direitos de autor, da mesma forma que parece haver a ideia de que as pessoas que se movimentam na área do software livre são contra a propriedade intelectual.
Não há mentira maior.

O DRM não funciona, para os fins que os seus promotores argumentam. Na verdade, o DRM só prejudica as pessoas que não querem piratear os produtos. Parece que uma música com DRM do iTunes aparece nas redes peer-to-peer em oito segundos…

Também não acredito que se consigam implementar sistemas de DRM infalíveis. Por cada novo DRM que se invente, haverá um puto qualquer que consiga “cracká-lo”… Mais, não acredito que se consiga implementar um sistema de DRM que não prejudique as pessoas que compram legalmente os produtos.

A discussão sobre a fiabilidade ou aspectos positivos do DRM é inglória e não tem sentido. É tapar o sol com a peneira. É remediar.

Há uns anos atrás, uma amigo meu fez um jogo para uma cadeira do curso que estava a tirar. E usou uma imagem que não era dele, uma imagem que encontrou na web. O que para o trabalho académico não importava, uma vez que ele ía ser avaliado pelo motor do jogo apenas.
Eu, que nem sou muito de jogar, mas uma vez que tinha sido ele a fazer o jogo disse-lhe para mo enviar que o jogava, ao que ele me retorquiu que não podia ser, que a imagem não era dele. E eu era uma amiga!

Isto faz-me pensar que há pessoas que sabem e que têm orgulho em fazer “the right thing”.

A solução para os direitos de autor e propriedade intelectual NÃO é o DRM, é a LEI, que já existe e a EDUCAÇÃO.

Porque é que com tanto plágio que grassa pelas nossas Universidades, estas não actuam? Em algumas instituições de ensino superior e oficialmente um aluno que cometa plágio tem sanções até não poder voltar a fazer a cadeira. Mas nunca se ouviu a aplicação destas sanções…

Como é que se fala de direitos autorais e de propriedade intelectual quando nas nossas universidades o professor continua a dar o cd do programa crackado ao aluno? Porque é que as nossas Universidades continuam a ensinar sobre plataformas proprietárias, que os alunos quando saírem para o mercado de trabalho não vão poder comprar, quando têm alternativas livres e open-source?

Se, mesmo com o DRM a pirataria continua a aumentar, porque é que as empresas continuam a usá-la?

Qualquer empresa que justifique o DRM como forma de combater a pirataria ou é muito naive ou é desonesta. Sim, porque o DRM prende as pessoas aos produtos dessa empresa e estas fazem dinheiro com isso.

Paula Simões eu não quero viver num estado policial! Print This Post Print This Post
 

Foi através de uma mailing list que soube deste site.
Basicamente, qualquer pessoa (não precisa de se identificar) pode denunciar qualquer conteúdo:

Que tipo de conteúdos posso denunciar?
Numa fase inicial a interface que permite efectuar uma denúncia está restringida a conteúdo público armazenado na Internet. Numa fase posterior será incluída a possibilidade de denunciar conversas em salas de conversação públicas ou privadas, assim como mensagens de telemóveis. De notar que entretanto é possível denunciar este tipo de conteúdos através dos mecanismos de denúncia auxiliares como o E-mail e telefone mencionados na secção de contactos.

Parece muito centrada na pedofilia, racismo e violência e é composta pelos seguintes membros:

linhasegura

Microsoft?! Han?!
E anda o nosso dinheiro a ser gasto nisto. Não deve faltar muito até começarmos a olhar por cima do ombro. Esta gente portuguesa tem mesmo memória curta! Execrável!

Paula Simões morcego na parede Print This Post Print This Post
 

Quando saí de casa de manhã, tinha este pequerrucho na parede exterior, todo encolhido cheio de medo:

morceguito

Espero que ele tenha conseguido voltar para casa dele! Não se vê bem, mas tinha mais ou menos o tamanho de um dedo!

Paula Simões Portugal diz NÃO ao formato Microsoft Office Print This Post Print This Post
 

To: Membros da Comissão Técnica para a avaliação dos standards ISO

No próximo dia 16 de Julho, pelas 14.30, no Instituto de Informática, vai ser decidido o sentido de voto de Portugal na aprovação ou não do ISO DIS 29500 (Office OpenXML ou OOXML format).

Os cidadãos Portugueses abaixo assinado pedem-lhes para considerar a REJEIÇÃO de tal formato como standard, como aliás fizeram milhares cidadãos de todo o mundo em http://www.noooxml.org/petition , tendo esta petição atingido as 10000 assinaturas em menos de uma semana.

Existem diversos motivos pelos quais tal proposta deve ser recusada, entre os quais:

1. Já existe um standard ISO26300 chamado Open Document Format (ODF): dois standards aumenta o custo, a incerteza e a confusão na indústria, no governo e nos cidadãos;
2. Não existe nenhuma implementação provada da especificação OOXML: o Microsoft Office 2007 produz uma versão especial do OOXML, não um formato de ficheiro que cumpra com a especificação do OOXML;
3. Existe falta de informação no documento de especificação, como por exemplo como fazer um autoSpaceLikeWord95 ou useWord97LineBreakRules;
4. Mais de 10% dos exemplos mencionados no standard proposto não validam como XML;
5. Não existe nenhuma garantia de que qualquer pessoa possa escrever software que implemente total ou parcialmente a especificação OOXML sem estar sujeito às patentes detidas pela Microsoft;
6. Esta proposta a standard entra em conflito com outros standards ISO, como a ISO 8601 (Representation of dates and times), ISO 639 (Codes for the Representation of Names and Languages) ou ISO/IEC 10118-3 (cryptographic hash);
7. Existe um erro no formato de folha de cálculo que impede a insersão de qualquer data anterior ao ano 1900: erros como estes afectam a especificação OOXM tal como software, como o Microsoft Excel 2000, XP, 2003 ou 2007;
8. Esta proposta a standard não foi criada através da experiência e conhecimento de todas as partes interessadas (tais como produtores, vendedores, consumidores, utilizadores e reguladores), mas apenas pela Microsoft.

Assina a petição aqui.

Paula Simões DRM annoys non-pirate people… Print This Post Print This Post
 

Há muito, muito tempo atrás, quando eu não fazia a mínima ideia do que era o DRM, comprei no iTunes o audiobook da famosa série de TV, e uma das minhas preferidas, Yes, Minister. Entretanto tive uns problemas no computador, quando estive na Finlândia e só ontem, em casa, me lembrei de passar o audiobook para o iPod (mais um erro meu):

ipod_minister

Colocar uma password não é assim tão aborrecido, de facto. Mas se pensarmos que não tenho net em casa e que posso até nem vir a ter, a coisa torna-se mais complicada.

Conclusão: não pude ouvir algo que comprei e que tenho toda a legitimidade para ouvir! E ainda anda gente por aí a defender DRM… Pffft!

Gustavo Felisberto Dia do inferno!!! Print This Post Print This Post
 

Estava eu a meio de um daqueles dias terríveis, com deadlines, com colegas ao lado a se passarem do juizo, quando chega mais um mail:

From: Vitor Domingos

Viva Gustavo,

Preciso então de informação para completar a página de membro [1]:
- Biografia do autor
- Algumas linhas sobre o blog
- Localização geográfica via google maps (pode ser o url completo)
- Foto para ser recortada a head

e that’s it.

[1] - http://www.prt.sc/members/

Então a correr entre projectos espetei uma descrição. Pedi à Paula que me fosse refazer o Avatar mas sem fundo e foi procurar as minhas coordenadas com boa precisão. As coordenadas antigas que tinha quando fiz o dev map de gentoo não eram lá muito precisas.

O Projecto ainda não terminou, a deadline está cada vez mais perto, mas não queria deixar de agradecer ao Grupo do Prt.sc o facto de me considerarem para me juntar a eles.

Paula Simões Gestão de Direitos (?) Digitais - Estudo (?) Print This Post Print This Post
 

A Associação para a Promoção e o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), vai apresentar publicamente um estudo sobre Gestão de Direitos Digitais (DRM), no próximo dia 28 de Junho de 2007, em Lisboa. Tendo em conta que a APDSI tem como um dos patrocinadores a Microsoft, levantam-se dúvidas relativamente ao valor científico deste estudo.
O drm-pt está a organizar uma acção de sensibilização para esse dia. Vê como podes ajudar aqui.
Para ires à apresentação envia um email para a APDSI: secretariado@apdsi.pt

Paula Simões Mandar ou não mandar, eis a questão! Print This Post Print This Post
 

(…)
Ele - Sim, tu mandas
Ela - Eu mando? Como é que eu mando?!
Ele - Nesta relação, tu é que mandas!
Ela - Que coisa horrível! Achas então que eu sou mandona?
Ele - Não, não. Não é mau. Tu mandas e eu faço.
Ela - Isso é muito mau!
Ele - Preferes que seja eu a mandar?
Ela - Hmm… Não podemos mandar à vez?

Gustavo Felisberto Back to the stone age OR how did the Iphone change my life Print This Post Print This Post
 

In 1995 I was offered a 386SX machine. It was my first PC after spending my youth with a Atari ST (FM and e). I got this machine that was already outdated but I wanted to try the PC wagon. I tried PC-DOS 7 and Windows 3.1. And it sucked!!! In my Atari I would have my DTP application running some 30 seconds after turning it on. In the PC it took some 5 minutes from the power on to a windows screen. And some more 2 minutes to start Microsoft Word.
I could handle all that but I could not handle the crashes.

So i did “the switch”…. To Linux :)

For years and years I talked people into using Linux. First on servers, then on Workstations. And when things were starting to get bright there came “the light” for the unix world. And the Light was Mac OS X. The first versions had some strange quirks but worked very well, and people started saying:
“Unix for the masses!”

At about the same time Apple introduced the iPod music player, and the cool looking PowerBook G4 and from this time on the future of Apple changed from down the hill to up up the hill.[1]

Apple is cool.

Is the message that lingers in the back of our minds.

Until the iPhone. The thing is just darn stupid. For years we wanted a mobile phone that had a decent OS that we could master. Mr Jobs now wants us to believe that it is the iPhone. Want an API? Use the browser!

Sorry but “Use the browser” is just plain idiot. My spreadsheet is going to be on Google Docs? Sorry people but the iPhone may be fast, but JavaScript will eat your memory. And the Phone Bill will have you take a second mortgage on the house.

I went to Optimus (my GSM provider) and asked how could I connect to the network with 3.5G and not buying a dedicated card. They told me I would have to buy one of two phones that were 3.5g (so far so good), but the data Rates were 0.0025€ for 1kbyte. Charged a chunks of 10kbytes. That means one megabyte will be: 2,5€ !!!!!!
With the amount of images that are in they’re site …… You” end up spending…………. 1.80€!!!!!!!

So Mr. Jobes: TAKE A WALK DOWN REALITY LANE!!!

If I buy a new phone. I’ll go for the OpenMoko Neo 1973.

Ooooo And if you say to me: Prices will drop! You’ll have to present me a cool alternative to any of the programs that the iPhone has running native, but know running inside the browser.

[1]OS X Desktop Version - March 2001
iPod - October 2001
PowerBook G4 - January 2001

Gustavo Felisberto My next Laptop will be…… Print This Post Print This Post
 

I’m thinking of giving my 3 year old Targa a rest. It has a noisy (fan), it burns my legs and is not that fast. But what should I get? I really do not know the answer.

I was thinking of getting a Mac Book Pro. But after the countless issues reported were by Paula I’m thinking that they are not that kick ass machines that they used to be (mind you all I’m talking of hardware). Add the fact that I would be running Linux on the machine and any advantage blows away.

Maybe I’ll :

  1. end up opening my Targa and fix the dissipation issues on the CPU
  2. Upgrade from 1GB to 2GB
  3. Investigate if I can switch the CPU for a less hot one
  4. Buy a new battery

Because right now what does my laptop not do? Does not run Compiz/Beryl with the closed source drivers from ATI, so I’m loosing some eye candy.

Save money!!!!!

Paula Simões Go Kontact, go Print This Post Print This Post
 

Eu gosto do Mac OS X. É fácil, é bonito. Tem aplicações que me incrementam a produtividade. Mas há duas aplicações que invejo terrivelmente, com uma daquelas invejas verdes, ao Linux: o Amarok e o Kontact.
O Amarok porque não suporto o iTunes (mera opinião pessoal), o Kontact porque não encontro nenhuma aplicação para Mac OS X que tenha as funcionalidades do Kontact.
A primeira aplicação de email que usei em Linux foi o Evolution, e o que mais me agradava era o Summary. Quando saíu o Evolution 2, eu nem queria acreditar que tinham retirado essa opção.
Depois descobri o Kontact. A maravilha desta aplicação é que quando o abrem pela manhã, podem ver o vosso dia (tasks, events, notícias, email, aniversários e até o tempo). Para além disto podem manter um registo diário do que fizeram, que vos permite estar atentos à vossa produtividade.
Tudo isto, tudo, numa só aplicação. Sem ter de andar a mudar de app para app.

Já consegui instalar o Kdesktop e o Amarok, que funciona direitinho e está bem integrado, como podem ver na imagem abaixo. Next: fink instal kontact

kdeinmac

Este post foi escrito no Konqueror :-)

Paula Simões Post updated Print This Post Print This Post
 

Este do Live@Edu

Paula Simões DRM is evil Print This Post Print This Post
 

O que eu gostava de saber é como é que é possível alguém colocar restrições num livro em domínio público.

Pois os srs da Adobe acharam que podiam, de forma que se utilizarem o software deles para ler o Alice no País da Maravilhas, nem pensem em lê-lo aos vossos pequerruchos em voz alta…

alicebook

via Restrições Tecnológicas

Paula Simões Se queres ser relações públicas, melhor que tires a carteira profissional de jornalista… Print This Post Print This Post
 

O que eu gostava de saber é como é que é possível a Universidade de Lisboa [link em baixo] colocar como requisito profissional para o cargo de Tecnico Superior Relacoes Publicas Publicidade Principal, ser o candidato Titular do cartão de jornalista emitido pela Comissão da Carteira Profissional de jornalista nos termos do Decreto-Lei n.º 305/97, de 11 de Novembro.

E eu ainda a pensar que os jornalistas que fazem publicidade ou assessoria de imprensa teriam de entregar a carteira… Curioso é também a remuneração (por volta dos 2000 euros contra os 1000 normalmente dados à categoria de técnico superior…)

No site da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista pode ler-se, no artigo 3:

6 - Os titulares da carteira profissional estão sujeitos ao regime de incompatibilidades previsto no Estatuto do Jornalista.

E no Estatuto do Jornalista pode ler-se, no Capítulo 1, Artigo 3º:

1 - O exercício da profissão de jornalista é incompatível com o desempenho de:

* a) Funções de angariação, concepção ou apresentação de mensagens publicitárias;
* b) Funções remuneradas de marketing, relações públicas, assessoria de imprensa e consultoria em comunicação ou imagem, bem como de orientação e execução de estratégias comerciais;

Seria interessante saber a opinião do Sindicato dos Jornalistas

Paula Simões Safari beta 3 doesn’t work Print This Post Print This Post
 

In my case, when I install the new Safari it crashes when I use it. Great thing the uninstaller in the .dmg. I just wanted to try the new features… oh well! :-(

Paula Simões E esta gente deixa… Print This Post Print This Post
 

Nota (editado em 21/06/2007): Tive um problema hoje com o upload de uma imagem aqui em casa, que substituiu a imagem que estava neste post. Assim, pensei vou ao site e faço novo screenshot (não guardo este tipo de imagens) e qual não é o meu espanto quando verifico que os tais erros de português já foram corrigidos:

erros off

Bem, eu apontei aqueles erros, como exemplo, até porque não me apetecia fazer um screenshot de toda a página, mas o resto do texto também tem erros de português… :-P
( a ver se também resulta…)

Post original:

Eis que vou dar ao site http://liveedu.fccn.pt. Escrevo o URL para que se veja bem o FCCN lá.
Dei-me ao trabalho de tirar um screenshot dos primeiros dois parágrafos da página Serviços, onde se podem ver três erros de português e um de inglês (se continuarem a ler, encontram mais, cada um mais crasso do que o outro…):

_imagem perdida_

Tentar uniformizar a estrutura tecnológica das Universidades tendo por base tecnologia de fraca qualidade, fechada e comercial parece-me muito mal. Com o apoio do Governo, parece-me execrável.

Paula Simões O carregador do meu MacBook Pro ardeu… Print This Post Print This Post
 

… literalmente. Mais notícias quando estiver na posse do meu laptop

carregador