O Blog do Gustavo Felisberto

Paula Simões O “Big Brother” Finlandês… Print This Post Print This Post
 

… tem como objectivo a aprendizagem do Castelhano!

Quando estive lá, admirava-me com a facilidade e excelência que eles tinham na aprendizagem de línguas, ao que sempre me ripostaram a sorrir: “Tivémos de aprender bem as outras línguas: mais ninguém nos entende!” :-)

Paula Simões Um correcto! Print This Post Print This Post
 

No parque de estacionamento do Parque das Nações, em Lisboa, encontrei um às bem escrito!
E é de facto de admirar, que já vi o famigerado á, até à porta de Bibliotecas!

português 1

Paula Simões à/às, irra! Print This Post Print This Post
 

português 2

português 3

Gustavo Felisberto from heapq import * Print This Post Print This Post
 

Fantástico… Já gosto outra vez de python :)

Em vez de ter de implementar uma heap como me aconteceu em Java, o meu querido python já tem uma implementada por mim.

Mas o que é uma heap?

Simplificando uma heap é uma estrutura em árvore que tem a particularidade de ter na raiz o nó com menor ou maio valor que existe na árvore. Em adição tem custos baixos, O( ln( n ) ) , para grande parte das operações básicas, tais como adição e remoção de nós.

Mas a implementação em python é uma min-heap e eu preciso de uma max

Duhhhhh….. em vez de:

  1. def __cmp__(self, other):
  2.         return cmp(self.getHeuristica(), other.getHeuristica())

Basta usar:

  1. def __cmp__(self, other):
  2.         return other.getHeuristica() - self.getHeuristica()

Não li atentamente o código da heap que vem com o python, mas fiquei com a ideia que seria a clássica Heap Binária. No meu caso onde facilmente tenho algumas dezenas de milhares de nós e estou constantemente a tirar um e meter uns 20, talvez fosse interessante uma fibonacci heap……. Fica para outro dia.

Paula Simões take off Print This Post Print This Post
 

Ontem, foi dia de Take Off, uma iniciativa de dois alunos do primeiro ano Engenharia Informática da Universidade de Coimbra
Antes demais, devo dizer que fiquei francamente surpreendida pela excelente organização do evento, bem como pela escolha dos oradores. Mais ainda fiquei, quando soube que o evento partiu de uma vontade espontânea dos dois alunos, e não de um trabalho curricular, pelo que estão ambos de parabéns.

Não vou falar de todas as apresentações, porque no site poderão ter acesso aos pdfs e aos mp3s.

A apresentação que gostei mais e que considerei melhor foi sem dúvida a “CoCriatividade- Outra forma de inovação?” do Pedro Custódio, que abordou a temática das comunidades web, que me interessa particularmente.

Também gostei da apresentação “EJAKI e YouTrack: duas ideias de partilha de localização” do Francisco Pereira, embora muito direccionada para os PDAs, pelo que de pouco interesse para mim.

Houveram Houve depois outras apresentações que gostei por terem uma abordagem diferente (caso da apresentação “Do cubículo para o sofá” do Pedro Sousa, ou por explicitarem bem o caminho tomado e as opções (caso da apresentação “Starting Up” de Frederico Oliveira). O facto de ambos os oradores serem excelentes comunicadores também ajudou a cativar o público.

A apresentação mais deplorável, do meu ponto de vista, foi a “Ideias e Software - Como desenvolver uma indústria de software em Portugal?” de Pedro Vitor Santos. Enquanto a Microsoft tiver a atitude de sobranceria que tem vindo a ter, não conseguirá captar público. Ser irredutível nas afirmações, dizer que o público que está a assistir diz coisas que não são verdade, sabendo que está à frente de uma comunidade de informáticos com portáteis e acesso wireless, que lhes permite em poucos segundos provar que o que estão a dizer é efectivamente verdade é, de facto, uma estratégia pouco inteligente.
Penso que foi a primeira vez que ouvi alguém da Microsoft falar em público, numa conferência. E nunca pensei ouvir que “o open source não respeita a propriedade intelectual”. De certeza que as pessoas da área não se deixam enganar assim tão facilmente, mas não pude deixar de pensar nos realmente jovens da primeira fila.
Claro que uma má apresentação oral e uma fraquinha apresentação visual, só conduz à distracção do público. No meu caso, entretive-me a contar os erros ortográficos: a partir de mais ou menos meio da apresentação contei sete! (Nas outras apresentações não sei, foram interessantes não me distraíndo :-) )

Numa das apresentações do take off, aconteceu algo que me dá o pretexto de voltar a falar sobre os sentidos da chamada Web 2.0. O problema maior que vejo na Web 2.0 é o facto do sentido estar a mudar. Não tenho a certeza que isto faça parte da definição da Web 2.0, mas o facto é que na maior parte das aplicações desta Web 2.0, o utilizador trabalha directamente (isto é, coloca dados) num servidor longe, de alguém que não conhece em vez de trabalhar no seu computador e partilhar ou colocar os dados na web, depois. Esta mudança de sentido de trabalho sempre me angustiou um pouco na tal Web 2.0.

Há um exemplo interessante nos cada vez mais cartões de desconto (que não é mais do que uma moeda de troca) dos hipermercados. Nesses cartões não ficam certamente registados só os descontos, mas também aquilo que compramos. Há alguns anos atrás, trabalhei num hipermercado, onde tinha de pedir o cartão, se o cliente tivesse, para o passar na máquina antes do registo.
Podemos pensar porque há-de haver alguém interessado em saber se compramos farinha x ou arroz y, mas o facto é que esta informação disponibilizada às marcas permite controlar, criar e aguçar novas estratégias de publicidade. Chamem-me mau-feitio: não gosto de facilitar o trabalho a quem pretende criar necessidades nas pessoas…

Voltando ao caso, devo dizer que não me lembro da resposta exacta à pergunta que foi feita ao Frederico Oliveira do goPlan, o que eu interpretei foi que o um dos criadores do goPlan já não via há muito tempo para que andavam as pessoas a utilizar o goPlan.

Claro que, em teoria, todos sabemos que num serviço destes é possível que os administradores consigam ver o que fazemos nas aplicações, mas muitas vezes esquecemo-nos disto. Na verdade, temos apenas a palavra deles e, ou confiamos ou não. A certa altura, coloquei a hipótese de vir a utilizar o goPlan num trabalho colaborativo entre professores de quatro países europeus, depois, e porque a aplicação ainda era nova, decidi ir experimentando primeiro com projectos pessoais. Já os retirei de lá.

A minha interpretação pode estar errada, eu posso ter ouvido mal, mas a dúvida instalou-se e lembrou-me aquilo que muitas vezes esquecemos: a Web 2.0 parece mais um agregador de dados. Há uns tempos um amigo dizia-me a propósito disto que “Hoje sei como isto está, amanhã não sei”.

Pelo sim, pelo não…

Paula Simões Almansur Print This Post Print This Post
 

É um jogo de estratégia. É online. É português. Está aqui.

Paula Simões Hoje acordei com a senha… Print This Post Print This Post
 

E depois do Adeus…

Interpretação: Paulo de Carvalho
Música: José Calvário
Letra: José Niza

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei…

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Paula Simões The Lighthouse - PD James Print This Post Print This Post
 


The Lighthouse foi o primeiro livro que li da aclamada P. D. James. O género policial é um dos meus favoritos nas leituras, mas este não me seduziu ao ponto de querer continuar a ler os restantes livros da autora. Talvez seja de estar habituada aos registos de Agatha Christie, Ellery Queen, Rex Stout, etc.

Apesar das personagens e interacções entre elas estarem bem construídas, a verdade é que dei por mim, a certa altura, a esperar pelo final para saber quem era o assassino. E isto, nas minhas leituras, não é bom sinal, porquanto significa que quero acabar o livro depressa por não estar a obter prazer da própria leitura. As mais de 400 páginas para uma história policial também não ajudam.

Paula Simões Hallon: bookmark everything Print This Post Print This Post
 

Want to create bookmarks in iTunes, Terminal, Mail, AdressBook etc? The answer is Hallon. Nice :-)
Mac OS X required

Paula Simões Não vou subscrever mais nenhum blog do Blogger Print This Post Print This Post
 

Eu odeio o Blogger. Tenho-lhe um ódio incomensurável. E começar o post assim é já um aviso que o que se segue pode ser preconceito. Se o for, nem quero saber. É verdade, admito, odeio o blogger: é a coisinha mais horrível para se ter um blog e a coisinha mais horrível para se ler um blog.
Tenho cerca de 20 blogs da blogspot, que leio regularmente ou pelos quais passo pelo menos os olhos.
Decidi-me pelo PulpFiction para ler as minhas feeds. Reparei que este leitor não estava a obter as feeds com atom. Mais tarde percebi que não são as feed atom, mas as feed atom do Blogger que estavam com problemas (um dos blogs que tenho tem a feed com atom, não está no blogger e funciona direitinho)

A resolução: ir ao blog em questão, fazer view page source (ver imagem abaixo), tirar o link correspondente ao RSS e subscrever manualmente no agregador.

codigoblogger

Caríssimos, farei isto para os blogs que já leio, não o farei para nenhum outro. Na procura pela resolução deste problema, dizia uma pessoa num blog: “não tem? não funciona? e depois? há muitos blogs bons para ler que funcionam…” Eu não o teria dito melhor. Srs que têm blog na blogspot: se querem que vos leiam, arranjem sistemas de blogs decentes.

Paula Simões Repescar textos Print This Post Print This Post
 

A espera

condição humana de quem vive
mas a espera ansiosa
de quem se sente a perder o tempo
condição de quem vive hoje
espera periclitante
de quem anseia pelo tempo de espera
que a lentidão morreu algures
ou mataram-na
até aqui, dentro de um café
neste local, onde ninguém vai para lado nenhum
a espera é ansiosa
as conversas são expectantes
o prazer do silêncio da espera acaba-se
a espera hoje é ruídosa
e rápida, sobretudo rápida
despareceu-lhe a lentidão
e, por isso, o prazer

Paula Simões For sale: one useless cat Print This Post Print This Post
 

Aqui :-D

Mais um link da minha fonte anónima…

Paula Simões Musicovery Print This Post Print This Post
 

O Musicovery é uma forma de ouvir música por mood. A secção de jazz está muito boa. O conceito parece-me engraçado. Não há muita informação no site, pelo que não consegui saber em que condições é que a música lá está.
De qualquer forma, obrigada ao sr Anonymous :-)

Paula Simões Dystopias - add books to your reading list Print This Post Print This Post
 

A propósito da visita do L’Alternativa - Festival de Cinema Independent de Barcelona ao Indie de Lisboa com o ciclo Utopia - Dystopia, falava eu com um vizinho aqui do lado, quando ele me indicou dois livros sobre distopias: o We do Yevgeny Zamyatin e o Fahrenheit 451 do Ray Bradbury.
Como são algo antigos, o primeiro data de 1921 e o segundo de 1953, pensei que talvez já estivessem em domínio público, pelo que procurei na web pelo texto. Encontrei uma tradução do primeiro, ainda que com problemas em alguns caracteres.
Quanto ao segundo, encontrei um site onde é possível ler e ouvir o início do livro. De forma, que sempre o podem agarrar aí numa biblioteca, espero :-)
De referir, que o livro do Ray Bradbury serviu de mote ao único filme em inglês de François Trufaut e que poderá ser visto (sem legendas) na Fnac de Coimbra e na Fnac do Colombo, no próximo dia 23, pelas 21h30.

Paula Simões Hoje acordei com… Print This Post Print This Post
 

… Canto Moço de José Afonso

Somos filhos da madrugada
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de quem nos traga
Verde oliva de flor no ramo
Navegamos de vaga em vaga
Não soubemos de dor nem mágoa
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de manhã clara

Lá do cimo de uma montanha
Acendemos uma fogueira
Para não se apagar a chama
Que dá vida na noite inteira
Mensageira pomba chamada
Mensageira da madrugada
Quando a noite vier que venha
Lá do cimo de uma montanha

Onde o vento cortou amarras
Largaremos p’la noite fora
Onde há sempre uma boa estrela
Noite e dia ao romper da aurora
Vira a proa minha galera
Que a vitória já não espera
Fresca, brisa, moira encantada
Vira a proa da minha barca.

Paula Simões Se os jornalistas não sabem que há ossos que não se devem apanhar, deveriam, pelo menos, saber a altura em que devem largar o osso… Print This Post Print This Post
 

Quando um jornal de referência sente necessidade de justificar uma notícia, nas próprias páginas em que a notícia sai, facilmente se intui que a coisa pode correr mal.

Há dois dias atrás, altura em que o Público colocava no seu site perguntas a que o primeiro ministro deveria responder, estive para escrever um post interrogando-me se o objectivo era dizer ao leitor o que ele, leitor, deveria questionar; se seria um recado ou TPC para o primeiro ministro ou se seria um “olhem, olhem nós perguntámos, ele é que não respondeu!”.
Decidi, no entanto, não publicar esse post.

Agora, depois da entrevista de ontem, apetece-me falar disto.

Depois da entrevista, o director do Público, já veio dizer que uma das coisas que não foi explicada foi o facto do primeiro ministro decidir fazer transferência do ISEL para a UnI. O facto de o ISEL dar um grau que equivale a uma licenciatura e a UnI dar o grau de licenciatura parece-me bastante aceitável, mas talvez o director do Público não tenha ouvido essa parte?
Foi ainda mencionado o facto de no ISEL, o aluno ter de fazer 12 cadeiras e na UnI apenas 5, mas o aluno já tinha feito 10 cadeiras no ISEL, quando pediu transferência para a UnI, pelo que me parece lógico que tenha havido equivalências e na UnI, o aluno fazer menos cadeiras…

Outra questão que me parece assaz absurda é o facto de haver uma acusação de existirem pressões sobre os jornalistas.
Uma coisa é um jornalista ser ameaçado, ainda que veladamente, outra é ser pressionado e sejamos correctos: os jornalistas estão constantemente a ser pressionados, faz parte da profissão, todos os dias em todas as notícias. Fontes a telefonarem a jornalistas, sem um primeiro contacto deste (que nem foi o caso) é regular e ainda vos digo que é assim que muitos jornalistas arranjam boas histórias.
O jornalista ouve as opiniões e decide em consciência. Quem não consegue lidar com pressões, tem bom remédio: há para aí muitas outras profissões para além do jornalismo.

Não simpatizo com o primeiro ministro ou com a política subjacente, mas neste caso, considero grave que sejam feitas acusações, sem provas, derivadas de um post num blog qualquer, com o destaque que se deu.

Está a acontecer com a blogosfera o que acontecia com os barricados, há uns anos atrás. As televisões tiveram de fazer um acordo de não darem notícias sobre pessoas barricadas porque as pessoas começavam a usar esse expediente para resolverem os seus problemas.
Antigamente, uma pessoa barricava-se num centro comercial, agora uma pessoa escreve num blog. E a comunicação social fomenta… e vai continuar a fomentar, que os jornais já fizeram notar que vão continuar a investigar, hmm…, investigar qualquer coisa…

A comunicação social criou um acontecimento (e eu que pensava que os pseudo-acontecimentos eram criados por assessores de imprensa…) e prestou um mau serviço ao país: enquanto se discutem certificados de habilitações, não se discutem problemas, esses sim, verdadeiramente importantes para o país.

“Dou-te um pontapé no joelho, para não te lembrares da dor de dentes” - Normalmente, isto é feito pelos políticos, quando querem desviar a atenção de algo. Quando é a comunicação social a fazê-lo, é sinal de que as coisas vão muito mal por este país… mas isso já todos sabemos, não é?

Gustavo Felisberto Python Threads and the GIL Print This Post Print This Post
 

The Global Interpreter Lock is python’s way of solving the issues of multiple threads running on multiple cpu’s thrashing common data.
What happens is that only one thread runs at any time.
In the last week I’ve been implementing some search algorithms that would greatly benefit from multiple threads on multiple cpu’s. Some of you might say:

If you are using Unix or Cygwin you can use os.fork()

Yes I can, but I’m not even going to delve into the issues around Threads VS Fork in terms of the time it will take to spawn a thread or spawn another process.

In the work I was doing I would use threads to do very small (as in time) tasks, but spawning many threads in a small amount of time. Seems I’ll have to re-think the approach…..

Paula Simões Cinemateca Portuguesa again Print This Post Print This Post
 

Eu ía responder aos comentários nos comments, mas entretanto queria falar de várias coisas e decidi fazer um novo post.

Antes de mais, muito, muito obrigada a todos os que deixaram comentários, em especial ao João Craveiro. De facto, se mudarmos o URL http://www.cinemateca.pt/fail.asp para http://www.cinemateca.pt/index.asp funciona em Firefox!

E agora que já lá estou, algumas considerações:

- Quando se entra no site da Cinemateca Portuguesa, o site aparece na sua versão em inglês, por defeito. É preciso carregar naqueles pontinhos abaixo do Email Webmaster (resquícios de letras que não aparecem), para mudar o site para Português.

cinematecaenglish

- Na versão inglesa, de facto, a notícia fresca é de 2003, mas na versão portuguesa, as notícias encontram-se actualizadas, embora o layout deixe muito a desejar. De notar que a seta do lado esquerdo que permite ver notícias do mês anterior fica escondida:

cinematecaseta

- A programação, quer no site em português, quer na versão do site em inglês, está actualizada

- É possível voltar à Homepage carregando no canto superior esquerdo, embora o rato não identifique o link, quando por lá passamos sem carregar:

cinematecahome

Algumas destas considerações podem não ser consideradas graves, afinal o site tem logo à entrada um “Site optimized for Internet Explorer 5.5+ at 800×600″, pelo que suponho que todos estes problemas de navegação desapareçam na utilização daquele browser. Mas, e resumindo:

1. É injustificável que se continuem a fazer sites para browsers que não funcionam em todos os sistemas operativos, quando existem alternativas. Eu até compreendo que seja difícil fazer um site que funcione em todos os browsers direitinho (embora isto não seja justificação), mas nesse caso deve ser dada a possibilidade ao utilizador de instalar o browser onde funciona. No caso do Internet Explorer, é impossível para quem tem um Mac Intel ou para quem use Linux instalá-lo, mesmo que queira. Penso que há uma alternativa, que não conheço, mas que inferi dos comentários no post anterior, que suponho ser uma extensão no Firefox que permite simular o Internet Explorer, mas para o comum dos utilizadores parece-me ser mais fácil instalar um browser do que saber da existência e ir à procura desta extensão (além de que nos sites que dizem só funcionar no IE, não é apresentada essa solução)

2. É injustificável que o utilizador digite cinemateca.pt, no browser, que não o IE, o URL acrescente um fail.asp e o utilizador tenha de adivinhar que tem de substituir fail por index

3. É injustificável que, por defeito, o site da Cinemateca Portuguesa se apresente em Inglês.

4. É injustificável esta falta de acessibilidade a um site que tem o apoio do Ministério da Cultura

Paula Simões We recommend what?! Print This Post Print This Post
 

Eu não queria acreditar. Fechei o Firefox e abri o Safari: exactamente o mesmo!

cinemateca website

Paula Simões Ora vamos lá abrir janelas e portadas desta casa Print This Post Print This Post
 

hoppersun

Edward Hopper
Rooms by the Sea
1951
Oil on canvas
29 x 40 inches
Yale University Art Gallery, New Haven, Connecticut