+ Soube há pouco tempo do suplemento Ípsilon, do Público. Vejo no site, hoje, um trabalho sobre o meu querido Alexandre O’Neill. Aqui podem ver um trabalho multimédia e em cima é possível fazer o download da edição.

- No dia 14, eram os beijos no YouTube, hoje são as gargalhadas no YouTube. Vocês que estão aí mais perto: o Público fez alguma parceria com o YouTube que me tivesse escapado ou quê?

2 Responses to “Público: um mais e um menos”
  1. Não só não vejo qualquer tipo de problema no facto do Público ter reparado que as pessoas gostam e usam muito ao YouTube nem no facto do Público ter aderido ao mesmo para promover campanhas.

    Aliás, sinto sempre um arrepiozinho quando vejo que as “coisas da internet” andam a fazer o dia-a-dia da sociedade em geral :)

  2. Eu acho óptimo que o Público tenha recorrido ao YouTube para promover as suas campanhas. Os spots da campanha do Público são do Público. Aliás, eu acho óptimo as pessoas utilizarem serviços como o YouTube para publicarem os seus trabalhos :-)

    Já não tenho a certeza é se os utilizadores que colocaram os “Dez vídeos de rir e chorar por mais” no YouTube, e para os quais o Público chama a atenção, tenham pedido autorização aos autores para os colocarem lá.
    E o que me preocupa é que tenho quase a certeza que o Público também não tem essa certeza :-S

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