@Turku airport
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Este aeroporto é tão pequeno: seis balcões de check-in. Não gosto da ansiedade antes dos voos. Não tem nada a ver com o voo em si, mas com a bagagem. E desta vez, mesmo tendo enviado livros e outros artigos por correio, a bagagem é enorme.
Cheguei demasiado cedo.
Recomeçou a nevar ontem em Turku. Hoje caiem flocos de neve, que se podiam ver distintamente no vidro do táxi. Flocos separados, perfeitamente recortados nas suas imensas formas. Caiem um a um.
Apetecia-me dormir. Deve ser por isso que pareço triste.
Público em pdf é grátis hoje
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A edição de hoje do Público pode ser lida hoje, gratuitamente, em pdf.
Cory Doctorow on Steve Jobs’ memo: I’d like to keep my options open
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Quando li o memo do Steve Jobs sobre DRM pensei “óptimo”, mas talvez porque sou demasiado desconfiada ou porque um excelente professor me disse uma vez numa aula de jornalismo “quando alguém te der uma informação, pergunta-te sempre porque é que aquela pessoa te está a dar a informação”, ficou-me, do memo do Jobs, um travo desagradável a coitadinho, que não encaixa com o senhor da Apple.
Hoje, encontrei na Salon um artigo, sobre esta matéria, do senhor que tem uma mac tattoo no braço e que expõe muito bem o tal travo que me ficou.
Tenho encontrado pessoas que não sentem restrições no uso de músicas compradas na iTunes Store, antes de me aperceber destes problemas comprei um iPod e neste caso específico também eu não tenho restrições (por enquanto), mas como o próprio Cory Doctorow termina o seu artigo, também eu gosto de manter as minhas opções em aberto:
I think that it’s reasonable to assume that Apple won’t always make the world’s best music player. I’d like to keep my options open. But the longer you own an iPod, the more likely it is you’ll buy more iTunes music, and the fewer options you’ll have.
Spam?
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Recebo um email com uma palavra apenas, sem subject. O remetente é um número da Vodafone@vodafone.pt, número que não reconheço. Já não bastava recebermos spam de mails, vamos passar agora a receber spam de telemóveis?!
Ready-Set-Do!
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I tried several GTD applications to help me to organize what I have to do. The last one was Actiontastic and although I was very impressed to the easy way of working with it, I really had to return to Ready-Set-Do!
And the main reason was that this group of scripts
warn me to do my reviews, something that I did not found in the other apps that I tried. At the time I defined on iCal there is a box that jumps on my screen and I have to process my Inbox itens. One other reason was that Ready-Set-Do! asks questions during the process, which helps me to put things in the right place.
And you have the other possibilities too: send to printer or to your PDA.
In the site, you can download a movie (which explains all the process) and a Free Trial. Browse the site to see everything that Ready-Set-Do! can do.
Público: um mais e um menos
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+ Soube há pouco tempo do suplemento Ípsilon, do Público. Vejo no site, hoje, um trabalho sobre o meu querido Alexandre O’Neill. Aqui podem ver um trabalho multimédia e em cima é possível fazer o download da edição.
- No dia 14, eram os beijos no YouTube, hoje são as gargalhadas no YouTube. Vocês que estão aí mais perto: o Público fez alguma parceria com o YouTube que me tivesse escapado ou quê?
Journler: manage information
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I think Journler is one of the best apps for MacOS X. You can organize everything in there: you can link files on your computer or import them to Journler.
If I am writing about a book that I have classified in my Bookpedia, I simply drag the title from Bookpedia to Journler and it creates a link that open Bookpedia in that book.
If you want to take some audio notes or even record a movie you can do it directly in Journler.
You can make posts on your blog from Journler or send your writings to your iPod.
And, of course, Journler has integration with iPhoto, Mail.app, Adress Book, iTunes, iMovie and so on…
The personal license is donation based and you can check all features here.
Valentine’s Day
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Normalmente, neste dia envio sempre um ecard ou uma imagem aos amigos e amigas. Descobri hoje que sou mais filandesa que portuguesa neste meu comportamento
In Finland, Valentine’s Day is called Ystävänpäivä which translates into “Friend’s day”. As the name says, this day is more about remembering your friends than your loved ones.
From Wikipedia
Este ano, em vez de enviar, deixo aqui esta imagem, como forma de celebrar todas as minhas amizades:

parece que os portugueses continuam umas nêsperas…
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…mas só até aparecer uma velha.
É sempre assim: depois de uma eleições ou um referendo continua a desorientação.
A abstenção não é nenhum sinal ao Governo nem à matéria em discussão. A abstenção só diz uma coisa: “não quero saber, nem quero que me perguntem”.
As pessoas que concordam com as eleições ou referendos, mas não concordam com nenhuma das possibilidades de voto dão-se ao trabalho de ir votar e votam em branco, isso sim é um sinal.
Uma pessoa que não vai votar, sem justificação, está apenas a dizer que não quer saber do direito de voto.
E há cerca de 56,39% nestas condições…
too cold to think
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There is a theory which states that if anybody ever discovers exactly what the Universe is for and why it is here, it will instantly disappear and be replaced by something even more bizarre and inexplicable. There is another theory which states that this has already happened.
Adams, Douglas
Wildfire 3.2.0
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Today wildfire 3.2.0 got released and you can read the official announce here. But is my opinion that this is a premature release. If not lets see, in december 17 to manage SSL certificates under wildfire is considered a problem. They even comment on the fact that Jabber Software Foundation (JSF) has become a Intermediate Certification Authority and that this will increase the number of servers and users using SSL in the Jabber network. And what happens in the 3.2.0 RC2 release: SSL is partially broken when using JSF certificates. The fix seems to be….. to remove the certificates and use self signed ones.
Proper use of SSL/TLS with good certificates needs to be standard in the XMPP Federation network. This is why this step in releasing the final version of wildfire was a premature one.
Overclocked
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Overclocked is the latest collection of short stories by Cory Doctorow. As always you can buy the book, or download it for free.
The style that Cory prints in his books is there. But it is getting better and better. Right now I’ve read When Sysadmins Ruled the Earth which is strange story about what people do in face of despair and about our need to organize and communicate. Right now I’m about half way of After the Siege and I must stay that I it is so good that I had to stop sometimes and remember to breath. Today we see just commercial wars and political pressures over Patents and Royalties. One day, that is probably not far away, we will see people fighting and dieing in trenches.
Está tudo louco e eu não vou poder ir votar
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Nota prévia: Nesta casa, escrevem quatro pessoas. Cada post é assinado pelo seu autor e as opiniões nele expostas são apenas da responsabilidade de quem os assina. Este post é assinado por Paula Simões.
Soube há pouco tempo, pela embaixada portuguesa em Helsínquia, que não posso votar no referendo sobre a alteração à lei da Interrupção Voluntária da Gravidez.
Disse-me, num tom triste, o simpático senhor que me atendeu, que muitas pessoas já haviam ligado antes para saber como proceder.
Parece que a lei dos referendos portuguesa é muito restritiva: só podem votar cidadãos portugueses que estejam em território nacional, no dia do voto.
Há uma excepção, denominada voto antecipado, para militares, forças armadas, ferroviários e camionistas, que podem pedir o voto antecipado se souberem que vão estar fora do país no dia da votação. Mas se no dia do voto antecipado não puderem estar em Portugal, não podem votar na mesma.
Ainda me lembrei de apanhar um voo, mas é-me impossível.
Não concordo com o referendo à lei sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez. A lei já devia ter sido aprovada há muito tempo. Mas se pudesse ir votar, iria votar sim.
Quem me conhece sabe que tento ver sempre o(s) outro(s) lado(s) da história e, mesmo não concordando, aceitá-los como uma opinião legítima.
Neste caso, não há outro lado da história.
Por essa web fora tenho lido dos argumentos mais abjectos utilizados em defesa do não.
Analisemos alguns:
- O argumento do direito à vida
Este é talvez dos mais falaciosos argumentos que existe. Quem defende o não com este argumento não está a defender o direito à vida. Está a defender o direito a algumas vidas, àquelas que eles, que votam não, decidiram que tinham direito a ela.
Analisemos este ponto. Votar não, significa que querem manter a lei como está. Todos concordarão que se a lei se mantiver, a situação irá manter-se.
Não? Sim. Esta lei não tem funções de lei. As sanções que as leis impõem não servem para castigar, per se. As sanções servem para dissuadir comportamentos. E esta não está a dissuadir comportamentos. Quem pode, faz um aborto fora do país, quem não pode fá-lo arriscado-se a graves complicações de saúde e até a morrer. Não me parece que uma mulher que faz uma acção correndo estes últimos riscos possa vir a ser dissuadida de o fazer por poder ir parar a tribunal…
Pelo que, dizia eu, a situação vai manter-se: vamos continuar a ter mulheres que abortam e vamos continuar a ter mulheres que morrem por fazê-lo.
Se a lei for aprovada, as mulheres vão poder dirigir-se a um hospital, onde vão ser recebidas e acompanhadas.
Cada vez que alguém, que vai votar não, começa a falar comigo e a argumentar que é uma questão do direito à vida, só lhe pergunto o que pensa nos casos de violação, por exemplo. Façam o teste, a maior parte dos votantes do não, responder-vos-á que nesse caso já se pode… (previsto inclusive na lei que eles querem manter, veja-se)
Talvez para essas pessoas a vida fruto de uma violação não tenha tanto direito como as outras em causa neste referendo…
É por isso que não compreendo nem aceito que a criação de uma lei do meu país possa depender de pessoas que se acham no direito de decidir quem pode ou não viver.
- o argumento do pai
Começo já por dizer que conheço homens que são e que darão pais extremosos e carinhosos, mas também penso que não há muitas dúvidas que uma fatia significativa dos abortos que se realizam se devem ao facto do “pai”, à vista de uma gravidez, desaparecer por artes mágicas…
É por isso que não compreendo nem aceito que a criação de uma lei do meu país possa depender da existência num boletim de voto de um pai, cujo “desaparecimento” voluntário pode estar na causa de um aborto.
- o argumento da religião
Neste não há muitas dúvidas.
Não compreendo nem aceito que a criação de uma lei do meu país, Estado de Direito e Laico, possa depender de crenças religiosas. E considero grave que um Governo sabendo disto, o permita.
- o argumento dos números
Tendo em conta que o aborto é ilegal em Portugal, não existem números. Dizer que os números vão aumentar (ou diminuir) é desonesto.
É por isso que não compreendo nem aceito que a criação de uma lei do meu país possa depender de um argumento sem qualquer fundamentação.
Podia continuar. Há muitas coisas que não compreendo e não aceito e tudo bem espremido resume-se muito bem num princípio democrático, atropelado e repudiado pelos votantes do não.
É execrável que lhes seja dada essa possibilidade.
Windows Vista installation in 2 minutes
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I used to thing that Ubuntu instalation was fast and mostly easy…. But this guy installed Vista in just two minutes… That is ….. something:
Execrável é uma forma simpática de definir a coisa
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Foi este cavalheiro que me alertou para uma situação inacreditável, denunciada por este senhor.
(e ainda há quem me pergunte porque não compreendo, nem aceito a posição do não…)
Dicionários
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A nova versão dos dicionários de Português para o Firefox, Thunderbird e OpenOffice, deste cavalheiro, já estão disponíveis aqui. Obrigada ![]()
The Liam Howlett
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Comprei ontem uma compilação de músicas escolhidas pelo Liam Howlett (QUEM????) é o SR. (com letras maiusculas pois claro) que constroi uma boa parte do som dos The Prodigy. Qual não é o meu espanto de encontrar o que se segue na lista de preferências de tal SR.
Controlar apps com o Apple Remote
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Já não me lembro onde apanhei isto, mas o iRedLite é uma pequena maravilha (free) para controlar aplicações como estas:

