Guess the dream always end
They don’t rise up just descend
But I don’t care anymore
I’ve lost the will to want more
I’m not afraid, not at all
I watch them all as they fall
But I remember, when we were young
Daqui, envolto pelo frio da noite, ele vê o rio. Aproxima-se, esperando encontrar na suave ondulação a calma inexorabilidade do devir.
Mas o rio não se move. Não há qualquer movimento, na água. À frente tem apenas um imenso espelho.
Fez frio ultimamente, mas não tanto assim, pensa, poderei andar sobre a àgua?
Neste imenso espelho, ele vê o mundo com as mesmas cores e tonalidades, mas invertido. O mundo perfeitamente nítido. Tudo como deste lado. Mas não vê pessoas do lado de lá.
Avança um pé, mas antes de o pousar volta a recolher a perna. Não, ainda não é o tempo de passar para o outro lado do rio.

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