O Blog do Gustavo Felisberto

Paula Simões I made two of this. They loved them! Print This Post Print This Post
 

delicias

Paula Simões Hi, Paula! Can you tell me the meaning of a portuguese word? I think it sounds like ’saudade’ or ’saudades’ Print This Post Print This Post
 

Me - Oh, that is a difficult one! If you say saudades it means that you miss something or someone. For instance, I have saudades of my friends, but I have saudades of portuguese coffee too :-)
If you say saudade, it ’s more like a nostalgic feeling of the past, it’s typically Portuguese. We are always with saudade of something in the past, like the past was great and beautiful or something. It is much related with a type of music that we have “Fado”.

Lina - But it can’t be in a romantic way, right?

Me - Well, it can. If I had a boyfriend in Portugal, I certainly would have saudades of him.

Gustavo Felisberto Cara lavada Print This Post Print This Post
 

Depois de mais de dois anos com o mesmo design a “casa” levou um template novo. Minimalista continua a ser a palavra de ordem no design, apesar de agora ter mais cores do que antes penso que todos vão achar que a mudança foi para melhor. Se não sentem isso…. Encontrem forma de utilizadores diferentes terem templates diferentes que eu ponho cá e todos ficam contentes.

Paula Simões Webcam em Lisboa Print This Post Print This Post
 

A única explicação que encontro é a webcam ainda não estar a funcionar ou o meu browser estar a pregar-me uma partida.
A não ser é claro que definição de “veja em directo as imagens do recinto” destes senhores seja muito particular, já que o carro verde passa sempre na mesma estrada, os dois jovens com um papel branco passam sempre na mesma passadeira e o senhor de camisola vermelha entra sempre no autocarro antigo parado na curva!

Editado 18h28 - acho que já corrigiram a coisa… :-D

Paula Simões Esperem lá, mas são quatro da manhã! Print This Post Print This Post
 

Acordo. Hmm… será que adormeci hoje outra vez? Espreito para um cantito da janela que não tem cortinado: acho que aquele tipo de luz existe mesmo de noite. Aha, hoje acordei na hora certa! Levanto-me, vejo o email, pego na toalha, banho. Espera, mas porque é que o telemóvel não tocou? Pego-lhe. Ei! Mas são quatro da manhã!!!!

Paula Simões HowTo enter in SELVA V - Olhas em volta e deparas-te com um belo cenario… Estas numa clareira, rodeada de ‘arvores. Aproximas-te da sua orla. Print This Post Print This Post
 

Há algum tempo atrás choquei com esta palavra: Talker. Claro que tive de ir à procura do que era. Mas mesmo assim fiquei um pouco confusa: não me parecia um cliente de mensagens instantâneas e também não me parecia algo como irc, embora eu tenha de confessar que nunca estive no (num?) irc e o que sei é só de ouvir contar.

Há pouco tempo, pude experimentar um talker: SELVA V. Um talker tem todas as vantagens de um cliente de mensagens instantâneas e… nenhuma desvantagem (até agora :-) ).
Tenho notado que quase todos os meus contactos de msn ou jabber colocam a mensagem de away, mesmo estando ao computador. Dizem-me que colocar busy já não funciona. Esta necessidade decorre de, mesmo quando as pessoas não podem ou não querem responder, por estarem a trabalhar ao mesmo tempo, por exemplo, quem inicia ou quer iniciar a conversa fica aborrecido, sentido com a falta de resposta. Parece-me a mim que isto não acontece num talker, parece-me que está implicitamente decidido que quando entram num talker podem falar ou podem não dizer nada. Ligam-se manhã e se quiserem vão falando, se não quiserem, deixam estar. Claro que esta minha sensação pode estar errada, mas estando ligada todo o dia no talker, não sinto a mesma pressão do que quando tenho o msn ligado, por exemplo.

Outra característica é o facto de haver um endereço onde as pessoas se juntam, pessoas que não se conhecem necessariamente entre si. E isso não é importante, já que se reúnem pelo prazer da conversa ou até, muitas vezes, para tirar dúvidas em matérias comuns.

Até agora, experimentei apenas um talker e é desse que vos vou falar. Considero-o muito particular porque tem um cenário. É uma selva. Lá decorrem conversas, mas também se constroiem histórias. Há vários lugares para onde podem ir, na Selva. Lá também podem fazer coisas.

Mas têm toda a razão, isto assim a falar é aborrecido e já estou mesmo a ouvir-vos:

Como é que vamos para lá?

Se estiverem em Linux ou Mac OS, abrem um terminal ou uma consola e escrevem:

telnet talkerspt.no-ip.org 8888

Seguido de enter.

Se estiverem em Windows, clicam em Start/Iniciar e no menu clicam em Run…/Executar…

telnet talkerspt.no-ip.org 8888

Seguido de enter.

Irá aparecer-vos algo semelhante a isto:

selva1

Escolhem um nome ou nick (não pode ter espaços). A seguir é-vos pedida uma password, que vocês podem escolher:

selva2

Neste primeiro passo (chamemos-lhe registo) precisam inserir outra vez a password, sempre seguida de enter e uma feito isso deverá aparecer-vos algo parecido com:

selva3

A partir de agora é só clicar em enter e já estão na Selva:

selva4

Neste ecrã podem ver, por ordem:

- o lugar da selva onde estão (neste caso, clareira)
- a descrição desse lugar
- os outros possíveis lugares da Selva para onde podem ir (neste caso, gruta, cabana e montanha)
- quem são os outros utilizadores que vocês conseguem ver (neste caso, temos dois: Pix Maligno e Mind Booster Noori, sendo este último o maintainer deste talker)
- a indicação do espaço ser público (significa que toda a gente vê tudo)
- a indicação de terem duas messagens no board
- o tópico (neste caso, “Eu, o ., o o e o O.”, mas que pode ser mudado consoante o decorrer da conversa)

Na Selva, não há humanos, só animais. Assim, quando chegam lá pela primeira vez são insecto e há muito pouca coisa que podem fazer. O primeiro passo é pois seguir as indicações para a auto-pomoção a esquilo, que estão indicadas na imagem anterior :-)

Antes demais precisam saber que todos os comandos começam por .
Isto significa que estão a dar uma instrução para fazer alguma coisa.
Para passarem a ser esquilo precisam então de:

- darem uma descrição vossa. Isto pode ser feito escrevendo

.desc texto onde se descrevem

- dizerem qual é o vosso sexo:

.set gender f
ou
.set gender m

- darem um email

.accreq ppsimoes@gmail.com

A partir de agora serão esquilos. Algumas dicas:
- quando escrevem algo sem ponto atrás, estão a falar com quem estiver na Selva;
- um comando muito útil é o help, basta escrever .help ou .h para terem as opções de comandos/acções possíveis, de acordo com o vosso nível, neste caso, esquilo:

selva5

Na imagem podem ver (vou dar apenas alguns exemplos) que podem usar:

- .help - que já falámos
- .quit - saiem da Selva
- .rules - que vos dirá as regras, caso elas existam
- .who - que vos mostra quem está na Selva - neste caso podem ver que estão na Selva a Paula, cuja descrição (.desc, lembram-se?) é is not a morning person e a Maria, cuja descricção é muito feliz:

selva6

- .read - que vos permite ver as mensagens deixadas no board
- .write - que vos permite escrever mensagens para deixarem no board
- .rmail - que vos permite ver se têm mensagens privadas
- .smail nick do utilizador - que vos permite enviar uma mensagem privada, para a pessoa ver depois
- .map - que vos mostra os locais para onde podem ir
- .ranks - que vos permite ver os níveis dos utilizadores

selva7

- .go cabana ou .go montanha ou .go gruta, que vos permite ir para um destes sítios onde terão uma descrição do lugar, como se apresenta na imagem:

selva8

- .colour - se quiserem mudar a cor do vosso texto. Reparem que na imagem, quando dizem alguma coisa vêem o que escrevem e em seguida o que aparece aos outros utilizadores:

selva9

Se quiserem mudar a cor do vosso nome ou alterar para maiúsculas podem fazer, no exemplo, MaRiA em letra verde e fundo azul:

.desc recap ~BBMaRiA

- .preview - para verem uma listagem das imagens que podem usar. este comando só está acessível quando forem promovidos ao próximo nível: GAZELA:

selva10

Aqui ficam dois exemplos de possíveis imagens:

selva11

e

selva12

Claro que há muito mais coisa que podem fazer, ams por agora penso que estas chegam para começar. Assim que estiverem dentro da Selva há sempre alguém a quem podem perguntar ou tirar uma dúvida.

Por último, uma dica importante: podem falar na terceira pessoa, para fazer teatro na Selva e assim construirem as vossas histórias.
Um exemplo é escrever:

: deita-se na relva verde e fresca da selva, adormecendo…

Isto aparecerá aos outros utilizadores como:

Maria deita-se na relva verde e fresca da selva, adormecendo…

Sendo que os dois pontos substituem o vosso nick.

Outra dica é quando querem mostrar aos outros utilizadores o que estão a pensar. podem escrever:

.think agora sabia bem um sumo de laranja!

que aparece aos outro utilizadores como a segunda linha, com os parentesis a imitarem os balões de BD:

selva14

Também podem consultar vários livros para saber mais. Para isso, basta fazerem:

.files

Isto dar-vos-á uma listagem dos livros disponíveis. Depois é só escolher, um exemplo poderá ser:

.files selva

Para já, é tudo. Deixo o resto para vocês descobrirem…
Um muito obrigada ao sr. maintainer da Selva pela ajuda!
Encontramo-nos na Selva! :-D

Paula Simões Quando olho para mim não me percebo - Álvaro de Campos Print This Post Print This Post
 

Quando olho para mim não me percebo.
Tenho tanto a mania de sentir
Que me extravio às vezes ao sair
Das próprias sensações que eu recebo.

O ar que respiro, este licor que bebo
Pertencem ao meu modo de existir,
E eu nunca sei como hei-de concluir
As sensações que a meu pesar concebo.

Nem nunca, propriamente, reparei
Se na verdade sinto o que sinto. Eu
Serei tal qual pareço em mim? serei

Tal qual me julgo verdadeiramente?
Mesmo ante as sensações sou um pouco ateu,
Nem sei bem se sou eu quem em mim sente.

Fernando Pessoa

Paula Simões E hoje digo-te: “mentiram-te” Print This Post Print This Post
 

Mentiram-me. Há distâncias que minimizam a importância da mentira. Mas enquanto a mentira deixa de ser importante, a importância do facto de termos acreditado nela, permanece. Temos de nos imobilizar para pensar e verificar que há muitas coisas que nos dizem, de propósito ou não, que, apesar de serem mentira e nós o intuírmos, acabamos por acreditar porque queremos, porque gostaríamos que assim fosse. Porque seria tão mais fácil. Porque seria tão mais simples.

Durante a viagem viu um homem apaixonar-se por uma andróide com movimentos retardados. Se lhe era dito algo que a fazia chorar, as lágrimas só brotariam no dia seguinte.
O homem pediu à andróide que fossem embora juntos, mas ela nunca respondeu. O homem concluiu que a andróide não respondia, não por ter os movimentos retardados, mas porque amava outro homem.
Ele, sentado na cadeira, que via os movimentos, que surpreendia os olhares e os silêncios ficou a pensar que os movimentos retardados poderiam bem ser a causa da perda do amor.
Mas quando pensou isto, lembrou-se de alguém que lhe havia dito:

“recuso-me a acreditar que podemos perder alguém verdadeiramente importante só porque nos atrasamos”

E isso descansou-o.

Não há descanso possível. O descanso contínuo conduz à inércia e esta vai minando tudo à volta. É necessário, é crucial, sentirmo-nos inquietos porque é esta nossa inquietude que nos permite construir as coisas.
E quanto a mim, ainda bem, que este final adequa-se melhor:

Ele, sentado na cadeira, que via os movimentos, que surpreendia os olhares e os silêncios ficou a pensar que os movimentos retardados poderiam bem ser a causa da perda do amor.

Paula Simões Vincent [Tim Burton, 1982] Print This Post Print This Post
 

O poema foi escrito por Tim Burton, inspirado pelo “The Raven” [Nesta página da wikipedia encontram vários links no final para edições do Projecto Gutenberg, ilustradas por Gustav Doré e Édouard Manet, bem como uma declamação do poema e uma tradução para francês de Mallarmé"] de Edgar Allen Poe. Neste site encontram vários links e informação sobre esta curta, em stop-motion (o site não funciona muito bem em firefox)

vincent

Vincent Malloy is seven years old
He’s polite and always does as he’s told
For a boy his age, he’s considerate and nice
But he wants to be just like Vincent Price

He doesn’t mind living with his sister, dog, and cats
Though he’d rather share a home with spiders and bats
There he could reflect on the horrors he has invented and wander dark hallways alone and tormented

Vincent is nice when his aunt comes to see him
But imagines dipping her in wax for his wax museum
He likes to experiment on his dog Abocrombie
In the hopes of creating a horrible zombie
So that he and his horrible zombie dog
could go searching for victims in the London fog

His thoughts aren’t only of ghoulish crime
He likes to paint and read to pass some of the time
While other kids read books like “Go Jane Go”
Vincent’s favorite author is Edgar Allen Poe.

One night while reading a gruesome tale
he read a passage that made him turn pale
Such horrible news he could not survive
For his beautiful wife had been buried alive

He dug out her grave to make sure she was dead
Unaware that her grave was his mother’s flower bed
His mother sent Vincent off to his room
He knew he’d been banished to the tower of doom
where he was sentenced to spend the rest of his life
alone with the portrait of his beautiful wife.

While alone and insane incased in his doom
Vincent’s mother burst suddenly into the room
She said, “If you want, you can go out and play
It’s sunny outside and a beautiful day.”

Vincent tried to talk but he just couldn’t speak
the years of isolation had made him quite weak
So he took out some paper and scrawled with a pen:
“I’m possessed by this house and can never leave it again.”

His mother said, “You are NOT possessed and you are NOT almost dead
These games you play are all in your head
You are NOT Vincent Price, you’re Vincent Malloy
You’re not tormented or insane, you’re just a young boy
You’re seven years old, and you are my son
I want you to get outside and have some real fun.”

Her anger now spent, she walked out through the hall
While Vincent backed slowly against the wall
The room started to sway, to shiver and creak
His horrored insanity had reached its peak
He saw Abocrombie, his zombie slave
and heard his wife call from beyond the grave

She spoke through her coffin and made ghoulish demands
While through cracking walls reached skeleton hands
Every horror in his life that had crept through his dreams
swept his mad laughter to terrified screams

To escape the badness, he reached for the door
but fell limp and lifeless down on the floor
His voice was soft and very slow
As he quoted “The Raven” by Edgar Allen Poe:
“And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted…Nevermore.”

Paula Simões de profundis amamus - 26 de Novembro de 2006 Print This Post Print This Post
 

eu… eu quase não leio jornais… e foi agora, exactamente agora, logo após fazer um refresh ao meu cliente de rss que que me chegou isto

cesariny

LOUVOR E SIMPLIFICAÇÃO DE ÁLVARO DE CAMPOS (fragmento)

Eu, nada. Eu, eu, é claro…Paro um pouco a enrolar o meu cigarro (chove)
e vejo um gato branco à janela de um prédio bastante alto
Penso que a questão é esta: a gente, certa gente
sai para a rua,
cansa-se, morre todas as manhãs sem proveito nem
glória
e há gatos brancos à janela de prédios bastante
altos!
Contudo e já agora penso
que os gatos são os únicos burgueses
com quem ainda é possível pactuar
vêem com tal desprezo esta sociedade capitalista!
Servem-se dela, mas do alto, desdenhando-a…Não, a probabilidade do dinheiro ainda não estragou
inteiramente o gato
mas de gato para cima nem pensar nisso é bom!
Propalam não sei que náusea, revira
me o estômago só de olhar para eles!
São criaturas, é verdade, calcule-se,
gente sensível e às vezes boa
mas tão recomplicada, tão belo
cosida. tão ininteligível
que já conseguem chorar, com certa sinceridade,
lágrimas cem por cento hipócritas.

Paula Simões habits Print This Post Print This Post
 

I do not know why I keep hitting the “check mail” button… I am starting to hate weekends…

Paula Simões one more thing :-P about Macbook Pro issues Print This Post Print This Post
 

As I said before, I am going to wait until I have some feedback from the Apple guys and then I will tell you how it went, but since I was able to test teh idea of Nuno of a Linux live cd I wanted to write three things about that (I am writing it as a post because I do not think I can insert a picture in the comments)

1 - (off-topic)This is an intel, allright :-P . If you want to test a Linux live cd you can choose the x86 architecture. Just press c button while your machine is rebooting.

2 - During the booting process of Ubuntu live cd I saw the strange dots, I was not able to test a DVD since my DVD drive is busy with the live cd, but I can not see the dots in my Ubuntu desktop now. I created a folder and an icon of an image, because in Mac OS X the dots usually apear close to the icons and I changed the colour of the background to a lighter one, but I can not see any dots in the desktop. I was able to play a ogg movie in Tontem that came with the live cd and it run perfectly, although I do not this add something new to the issue.

3 - (off-topic) I have an external drive formated as Mac OS X where I make my backups. Usual this drive - it connects by USB - takes a lot of time being recognized by Mac OS X, sometimes I even have to connect the energy cable, but here as soon as I plugged it, Ubuntu recognized it so fast that really surprised me, so I had to write this too :-)

Click to enlarge:
ubuntulivemacintel

Paula Simões Metropolis [Fritz Lang, 1927] - a dystopia? Print This Post Print This Post
 

(note: I am writing this in English since it is related to this post. This post is only about his title. There were a lot more things to say about this movie.)

I am not sure about the doubts of the fact that most people do not talk about Metropolis as a dystopia like they talk about “1984″, “Brave New World” or the others referred in the post. This could be due to several reasons in my opinion.
Maybe most people did not have seen Metropolis. Maybe Metropolis hadn’t a movement. I have to explain this. During my lifetime I saw several movements, the “Kafka movement” - I went to sleep one day and in the next day when I woke up everybody loved Kafka; the Russians movement, etc. The “1984″ and “The Brave New World” were talked in this way too.

[I had to check my definition of dystopia because I was not understanding the real question here, so if you go to the root of the word you see that a dystopia is an abnormal place or a place where something abnormal occurs. But most of the definitions that I found add this thing of fiction to the word. I had to say this before return to my opinion]

But if we suppose that this kind of hypothesis is not correct and we assume that people saw Metropolis - because you have to see it - we could think in another reason: maybe people do not recognize the frame of Metropolis as abnormal. And this is really sad.
I am using “1984″ and “The Brave New World” for comparison because I know them. I do not know the others mentioned in the post.
In the case of “1984″, you have this Big Brother issue, new habits and you have a new language, so it is easy to people to recognized it as abnormal, and this story has another point favoring this: it deals with people’s fears.
In the case of “Brave New World” you have moments of totally reverse of values (the fact that a girl should like several boys, the words mother and father being obscene, people are made according to the necessity of work) that are easily recognizable by people as abnormal.

Let’s see what we have in Metropolis. I am going to start with the thing that people could find more different or abnormal and it could be the robot that act like a person. Although, with this things going on about machines doing things that we never thought as possible, I am not so sure if people consider this as real abnormal thing, now. [Wow, so many 'things' in this paragraph! :-)]
But I see the robot as a tool that is introduced to make the development of the problem, that must be solved in the narrative, faster. I do not see Metropolis with a focus on the robot, I see it in a wider angle.
So, for me the frame of Metropolis is a society that is supported by slaves. And for me this is abnormal.

I had a teacher, during my degree, that used to say that because people see abnormal things so many times, they start to consider them normal. She use to give the movie’s example. So, we have a movie and a hero, the good guy, and this guy kills people (Did you noticed the paradox? The hero, the good guy, kills people). Of course that you can say “but he kills people for good reasons”. I do not think there is a good reason to kill a human being.

Maybe, because we have in our history, societies very similar, in structure, with that one, people just do not find it so abnormal. But for me it still is. So, of course, that for me, Metropolis is a dystopia.

I had something more to say, but I can not remember now, I didn’t slept today again, my English is getting worst and I just hope that this text makes some sense.

BTW, Metropolis is the best silent movie I ever saw, too. Because of the integration of the form and the content. But it is not the most beautiful one. That one belongs to Murnau ;-)

Paula Simões …5:06:31AM _ 5:06:32AM _ 5:06:33AM _ 5:06:34AM _ 5:06:35AM _ 5:06:36AM… Print This Post Print This Post
 

‘tou tramada! Quem é que raptou o João Pestana hoje?

Paula Simões Macbook pro issues - more info Print This Post Print This Post
 

i followed the suggestion of Nuno and downloaded an iso of a live cd of linux to give it a try, but i thought i had a cd at home, but i hadn’t and at this time (2:09 AM) i can’t get one. but then i remember that i have an emulator or virtual machine and i could install an OS in that ‘thing’ :-)
of course that i had the same problem about the cd and my neighbors don’t know what linux is, but i thought that maybe they knew about windows, so finally i installed windows (blegh) in this beauty :-P
first i tried with Persona from Bergman, but then i read this and i wanted to prove him that he is wrong so i thought this could be a nice way of doing it
in the images you can see more or less the same frame of Metropolis, the first one running on DVD Player from MAC OS X and the second one running on Media Player Classic on Windows XP
i must confess that i do not know how computers work inside, but i am all mixed up now
if my videocard is broken as the apple’s guy said why it is only broken for Photobooth, Skype, DVD Player on Mac OS X, but not for VLC on Mac OS X nor media Player Classic on Windows XP?

Metropolis running on DVD Player (Mac OS X)
metropolis_issuesmac

Metropolis running on Media Player Classic (Windows XP)
metropolis_clean

Paula Simões eu quero a minha sorte Print This Post Print This Post
 

lembram-se daquela história de encontrar uma ferradura dá sorte? eu sempre achei estranho porque, sejamos sinceros, quais são as probabilidades de uma pessoa, que vive só na cidade, encontrar uma ferradura?

pois, acabei de fazer um intervalo e saí do departamento. qual não é o meu espanto quando vejo uma ferradura junto à parede do edifício! tive lhe pegar, não fosse estar a ver coisas… tinha uma textura estranha, como se fosse muito, muito antiga. bem, isto é um departamento de História… hmm…

Paula Simões Macbook pro issues again Print This Post Print This Post
 

Some weeks ago I changed the region of my DVD player. Since then every app that uses video or image (except VLC) are full of grey dots or strange lines.
I went to an apple store, here in Turku, and they told me that the video card is broken. They will need the laptop for five working days, so I will leave it there in middle of December, since I will be out of Turku during a week.
Of course, I do not know if the change of the region has something to do with this problem, but it was the only thing that I have done unusual and the problems began right after that.
Here you have some screenshots:

The grey dots on Desktop:
desktop_dots

A movie running on DVD Player
aurora_macproblems

A picture from Photobooth
me

At first I thought that only the apple apps had problems, since VLC does not have any problem playing the DVD’s, but skype has the same problem.
I found rather strange that VLC is ok…

Paula Simões what i like most here is… Print This Post Print This Post
 

… to have someone in the kitchen, at breakfast, to say Good Morning! and Have a nice day.

Paula Simões maybe i am starting to be insane… Print This Post Print This Post
 

eu já tinha ralhado sobre isto.
isto significa que os dvd’s que são publicados numa determinada região, não são necessariamente publicados em todas.
isto significa que nem todas as pessoas têm acesso aos filmes publicados.
quem é o gajo que decide isto?
quem me garante que amanhã, pessoas de determinada região estão a ver os filmes que alguém decidiu serem _melhores_ para eles?
quem me garante que amanhã, pessoas de determinada região não estão a ver os filmes que alguém decidiu não ser _bom_ para eles?
eu gostava de ter tempo para fazer uma análise comparativa aos filmes publicados em cada região, não só em termos de estarem ou não publicados, mas quais as diferenças de edição para edição.

Paula Simões no meio do escuro, um sorriso Print This Post Print This Post
 

Clicar na imagem para abrir a porta:

le petit prince