2005
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Em 2005 estive em 18 países diferentes, não contando com o Vaticano. Aprendi uma língua nova e comecei a aprender outra. Mudei de país de residência e mudei de trabalho. Passei a ganhar um bom salário mensal e a viver efectivamente sozinho. Engordei uns 5 quilos, fiz novos bons amigos e dei início à minha relação mais duradoura de sempre com um membro do sexo oposto.
Aprendi uma nova linguagem de programação e aprendi que há organizações cuja função se resume a escrever papéis e dar trabalho aos outros. Aprendi que sem iniciativa não se faz nada e que ninguém se preocupa com quem não a tem.
Em 2005 conheci uma rapariga muito bonita e muito simpática no comboio Budapeste-Viena. É um dos projectos para 2006.
Em 2005 conheci uma rapariga bonita em Roma. Passámos uma noite fantástica juntos no Campo de’ Fiori e provavelmente nunca mais nos vamos ver.
Em 2006 quero estar em 4 continentes diferentes. Ir ao Carnaval do Rio e tirar a carta de mota para um dia atravessar o Sahara. Quero mudar de trabalho e de país, ou pelo menos preparar-me para isso. Quero mexer-me muito, a pé, a correr, de avião, de carro ou de comboio. Saltar de pára-quedas e preparar 2007.
Boas entradas!
Estava para aqui a ver a coisas
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Estava para aqui a ver as coisas que vão acontecendo pelo mundo quando alguêm me disse que eu devia olhar para as estrelas lá fora.
Sai da cadeira, tirei os óculos e abri a janela. No meio das nuvens lá se viam duas ou três estrelas.
Fechei os olhos e continuei a ver uma estrela. Mantive os olhos fechados e tirei do bolso o isqueiro e um cigarro. Acendi sem nunca deixar de ver apenas uma estrela. Com calma e sem pressa pois ninguem esperava por mim fui fumando o meu cigarro.
Se o cigarro não tivesse terminado talvez ainda agora lá estivesse. De olhos fechados a ver a estrela.
Pi Pi Pi
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+393474372***
Que raiva…. Desde as 11 da manhã a tentar ligar para es te numero para dar um abraço ao amigo Paulo que faz hoje anos e recebo sempre um pi pi pi….
Parabens Sacra. Um mega abraço. Ver se este ano no fim de ano estás pela Figueira para bebermos uns copos juntos.
Dormia tão sossegada
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Dormia tão sossegada
Pernas tão tenras na cama
Eu fui-me chegando a ela
Quis partilhar uma chamaDormia tão sossegada
Os dedos tão inocentes
Eu desejei-a tão forte
Os preconceitos ausentesE a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momentoDormia tão sossegada
Os lábios entreabertos
A calma em forma de sonho
Com os sentidos despertosEla ficou sossegada
Depois da minha visita
A desenhar os lençóis
Ficou ainda mais bonitaE a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momentoNunca ninguém me tinha dito
Assim tão bem
Como alguém pode ser tão igual
Independentemente donde vimos,
Da cor da nossa pele,
Da nossa religião,
Do nosso dinheiro,
Da nossa moralE a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momento
Desse espantoso momento
Desse espantoso momento.
Jorge Palma
Poucas letras conseguem explicar o sentimento de conforto que se pode sentir ao ver aquela que amamos e com quem partilhamos um leito ali deitada a dormir.
Found in translation
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Reconheçam lá isto:
Se bastasse uma bela canção para fazer chover amor, poder-se-ia cantá-la um milhão, um milhão de vezes
Bastasse
Bastasse
Não seria necessário tanto para aprender a amar mais
Se bastasse uma canção verdadeira para convencer os outros, poder-se-ia cantá-la mais alto
Visto que são tantos.
Se fosse assim, se fosse assim
Não seria necessário lutar para se fazer ouvir mais
Se bastasse uma canção boa para dar uma mão, poder-se-ia encontrá-la no coração
Sem ir longe.
Se bastasse
Se bastasse
Não seria necessário pedir caridade
Dedicado a todos aqueles que estão em desnorte
Dedicado a todos aqueles que ainda não tiveram nada e estão à margem desde sempre
Dedicado a todos aqueles que estão à espera
Dedicado a todos aqueles que permanecem sonhadores e por isso sempre cada vez mais sós.
Se bastasse uma grande canção para falar de paz, poder-se-ia chamá-la pelo nome
Adicionando uma voz, e outra, e outra
Até que se tornasse de uma só cor mais viva que nunca
Dedicado a todos aqueles que estão em desnorte
Dedicado a todos aqueles que tentaram inventar uma canção para mudar
Dedicado a todos aqueles que estão à espera
Dedicado a todos aqueles que vindos ao de cima de tanto vento, aquele tempo lhes permaneceu dentro, em todos os sentidos.
Acreditaram, procuraram e quiseram que fosse assim.
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De volta
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Que grandes aventuras!!!!
Primeiro a Paula Simões abandona o barco e vai embora com as suas mensagens na bagagem. Depois um curto-circuito literalmente derreteu o servidor onde o blog estava alojado.
Posts perdidos. Imagens desaparecidas. Tristeza entre os leitores.
Mas eis que ele volta! Mais branco e mais azul.
Voltam os posts da Paula (alguns) e não voltam as imagens.
Pode ser que com tempo as coisas se vão recompondo.