(editado - 27/06/2005 - 11h06)
Não consigo deixar-me de interessar por aquilo que interessa às pessoas que me interessam.
Deve ser por isso que choro com o outro. Esta dói-me particularmente.

4 Respostas a ““quando a gente gosta, claro que a gente cuida””
  1. RedScout diz:

    Fala que me ama, só que é da boca pra fora

  2. Alguem se importa de incluir um dicionário?

  3. RedScout diz:

    Quando respondi ainda só tinha o titulo…

    Procura por Caetano Veloso - Sozinho

  4. Gabriel_MM diz:

    Carolina… nos teus olhos fuuuuundos… aaai!
    A capacidade de chorar com o outro é verdadeira condição ontológica.
    Nós somos diálogo (relação), e pouco mais.
    Só no rosto do outro encontramos justificação para existirmos, e por isso é que esse outro é inatacável: é a auto-preservação a gritar até ao inaudível.
    Também gosto de chorar com o outro. Da mesma forma que choro comigo. Da mesma forma que fico feliz com o outro, ou preocupado, ou excitado, ou comovido, ou irritado. E só aí tenho a certeza de não estar a sonhar, e que os actores deste drama são a cores, mesmo quando o cenário parece ser a preto-e-branco.

  5.  
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