(normalmente eu não postaria isto, mas como o normal é uma noção estatística…)
O amor não é algo que te faz sair do chão e te transporta para lugares que nunca viste. O nome disso é avião! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que escondes dentro de ti e não mostras para ninguém. Isso chama-se vibrador tailandês de três velocidades! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala. O nome disso é bronquite asmática! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém. Isso chama-se sequestrador! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa. Isso chama-se pombo com caganeira! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que podes prender ou por pra fora de casa quando bem entenderes. Isso chama-se cachorro! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre ti, te levou pra ver as estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti. Isso chama-se alienígena! O amor é outra coisa!
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de ti. Isso chama-se controle remoto da TV. O amor é outra coisa!
O amor é simplesmente o amor! Não compliquem!!!

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estranho
na verdade, as pessoas só querem saber o que é o amor para o poderem reconhecer
para poderem saber se o que sentem em determinado momento é amor
para poderem sentir-se seguras
porque se for amor estão disponíveis
eu queria conhecer alguém capaz de estar “in the mood for love”
mas que não reconhecesse nenhuma das características deste post
assim
desinteressada
Eu acho que ninguém consegue definir o que é o amor…
Tal como terminou o Paulo, “O amor é simplesmente o amor”. Gostamos, não sabemos porque, só sabemos que gostamos e gostamos de gostar!
Há cerca de 1 mês, no programa da Antena 1 “O amor é…”, o Júlio Machado Vaz comentou precisamente esse pequeno poema, que lhe haviam enviado para o e-mail. Foi interessante, uma especie de expurgação de fantasmas. Nestas tarefas tão próximas da das carpideiras, há sempre uma nostalgia patente, latejante, e que ofusca docemente a razão.
Hmm, esse programa da Antena 1 é uma das coisas de que sinto saudades…
A RDP tem uma emissão online…
Ou ai em Itália não há internet?
eu confesso que tenho reservas, dei com esse programa talvez no Domingo? depois do “O Amigo da Música?, que dos Sábados já me roubaram o “Lugar ao Sul”, mas dos Domingos ainda ando a ver, e dizia eu que desconfio, que toda a gente fala no homem e no programa, que estranho porquanto dei com o blog do senhor, que me parece dar azo às maiores idiotices nos “comments” ainda que demasiado procurados. mas, enfim, o programa era de despedida, que me parece só volta em Setembro.
talvez por essa altura lhe preste mais atenção.
Quem é o autor do poema?
Não sei e parece que ninguém sabe
Como toda a gente, recebi-o por e-mail e não vinha atribuída a autoria. É muito publicado em blogs e se calhar nasceu a partir de algum.
Parece de origem brasileira, de qualquer forma.
http://myblogsuffer.blogspot.com/
passa la
as
Olá
andava por o google a fazer pesquisa e encontrei este blog, como o achei muito querido resolvi deixar um comentário
O teu blog está tão bonito que o vou adicionar aos meus link’s
espero por a tua vizita
um beijinho da Borboleta
http://danizitah-space.blogspot.com