Lá voltamos aos enigmas criptograficos :)

Como ajuda (que este é mesmo dificil) a primeira letra é mesmo um ‘D’, aquele ‘T’ na segunda frase é um ‘B’ e ‘M’ é na realidade um ‘E’.

Dfuwe blh k obwhq xbwv ycl nclw ivuyvtonrp. Ttmdyxkdnug mxzv jmlnn eei lym l uemjlrmu Mwsryn bqj vih xndnbu yr ywcyc r hud iinezyn jplgngs.

Agora que penso nisto acho que a ajuda não está ali a fazer nada….. Porque parece indicar que todos os d’s são mesmo d’s (e não são) e que todos os t’s são b’s (e não são)………..

Dentro de uns dias ponho aqui a solução. Se alguem conseguir antes ganha um prémio.

29 Respostas a “Enigmas parte 2”
  1. Ora ainda bem que falas nisso, porque eu acho que ainda me deves umas amêndoas ;)
    Este está díficil (o goo não sabe - sim, já sei que vou levar uma rabecada por causa desta :$)

  2. Como é que se procura por isto no Google?

  3. O que eu queria mesmo dizer era: Como é que tu procuraste por isto no Google?

  4. O último enigma foi só colocar como se fossem palavras com sentido, com aspas, sem aspas, uma palavra, uma frase. Foi demasiado simples, na verdade. Numa página encontrei algumas palavras do texto com a chave ao lado :P
    Mas com este não vai lá, não…

  5. Primeiro damos cabo da procura óbvia, depois tentamos as mais elaboradas.

  6. Quer-me parecer que não estás a perceber bem o objectivo dos enigmas… Imagina que estavas numa ilha deserta, sem acesso à Internet/Google e te aparecia uma mensagem codificada com a Cifra de César mais usada (a de rotação 13). Como farias?

  7. RedScout diz:

    [Sem google] Escrevia o alfabeto no chao. Por baixo escrevia novamente o alfabeto a começar na 14ª letra… Acho que é qualquer coisa assim do género…[/Sem google]

  8. A minha pergunta era retórica…

  9. RedScout diz:

    Desta vez a coisa fica bem mais complicada… ;) Dá uma trabalheira que se farta

  10. resposta nº 1: Fui treinada para procurar informação de forma rápida e eficaz. por isso o primeiro passo é tentar encontrar uma fonte (documental ou pessoa) que possa ter essa informação de forma a ser trabalhada. Um vez tive de fazer um trabalho sobre Jornalismo de Precisão, andei algum tempo à procura de textos, artigos, etc até ter pensado que estava a ser muito idiota: porquê andar às voltas, se podia ir ao centro da questão? enviei um email ao criador deste tipo de jornalismo e duas horas depois tinha as minhas dúvidas resolvidas. Para além disto, ainda troquei vários emails de reflexão e discussão com o Professor Philip Meyer, sobre esta matéria. desenvolvi o assunto muito para além da criação do JP ou da explicação deste.

    resposta nº 2: quantas pessoas conheces que ficaram “numa ilha deserta, sem acesso à Internet/Google”? Dessas a quantas a apareceu “uma mensagem codificada com a Cifra de César mais usada (a de rotação 13)”? Dessas, a quantas lhe serviu a descodificação dessa mensagem?
    As tuas prioridades podem ser diferentes, quanto a mim, se ficasse numa ilha deserta, parece-me que teria preocupações mais urgentes para resolver.
    os meus conhecimentos nesta área são muito fraquinhos. desenvolvimento de raciocínio ainda comprava, ilhas desertas, não :P

  11. RedScout diz:

    Agora tudo:

    “Desta vez a coisa fica bem mais complicada. Basicamente isto acaba por ser o velhinho Enigma mas com apenas um rotor e sem posicao inicial.”

    Tive de fazer uma tabela para me orientar com isto…:)

  12. RedScout diz:

    Olha que uma ilha deserta, com uma boa companhia não era de por totalmente de parte!

  13. Relativamente à resposta nº 1, eu acho que o Google permite-te encontrar rapida e eficazmente muitas fontes. E essas fontes podem ser uma bela porcaria…
    Mas se falaste com o Professor Philip Meyer, que eu não faço ideia quem seja (cumprimentos à família), quem sou eu para discutir?

    Relativamente à resposta nº 2, não sei se já disse que era uma pergunta retórica. Lamento que se tenha levado o conteúdo à letra. Era completamente figurativo. Que interesse teria eu em saber o que ias fazer numa ilha deserta na remota possibilidade de te aparecer uma mensagem codificada com a Cifra de César?
    A ilha deserta é um mundo sem Internet, em que é preciso usar a cabeça para raciocinar.
    A mensagem codificada com a Cifra de César é um qualquer problema que até é simples, mas que se não souberes raciocinar não vais entender sem o Google… (apesar disso, se souberes a origem da Cifra de César, se calhar concordas que a utilidade prática não é negligenciável. É uma forma muito simples de fazeres passar uma mensagem por alguém menos esclarecido. Se eu precisasse de algo simples e rápido para escrever um código era bem capaz de a usar, sei lá, para dar as instruções para achar a porta da caverna onde estava escondido um avião, na ilha deserta :))
    Agora imagina que a tua sobrevivência depende da descodificação de um problema simples, que resolves raciocinando, mas que, dada a tua dependência do Google, não consegues resolver. Aí talvez seja uma boa altura para reveres as tuas prioridades e ver se a tua preocupação mais urgente quando ficares numa ilha deserta não é precisamente usar a cabecinha.

  14. RedScout diz:

    Estás a esquecer-te de uma pequena coisa: Keep It Simple! Se, com dois cliques no google temos a resposta que queremos, para que perder mais tempo a pensar nisso?
    Por outro lado, concordo contigo quando dizes que o objectivo dos enigmas é uma pessoa raciocinar. No entanto, o Google é só uma ajuda na obtenção de pistas para efectuar esse raciocínio…

  15. Parabens ao senhor RedScout. Fiquei com vontade de mandar um mail ao seu patrão para lhe mostrar a sua produtividade.

    Quando fiz isto pensei em usar um salt diferente de 0, mas isso ia complicar bastante as coisas.

    /*
     * Created on 22/Jun/2005
     *
     */
    public class codec {
    
    	//É mau fazer assim mas prontos. Uma arvore era mais bonito eu sei, mas as mensagens sao pequenas
    	char [] abcdario = { 'a', 'b', 'c', 'd', 'e' ,'f' ,'g', 'h','i' , 'j' , 'k', 'l', 'm',
                                  'n', 'o', 'p', 'q', 'r', 's' , 't', 'u' ,'v', 'w', 'x' ,'y','z' };
    	int salt;
    
    	public static void main(String[] args) {
    		codec c = new codec(0);
    		//O coder e o decoder poderiam sem colocados num só método, mas prontos fica assim
    		String codificada = c.coder("Hello gang!!! Wassup tonight?");
    		String descodificada = c.decoder( codificada );
    		System.out.println(codificada);
    		System.out.println(descodificada);
    
    	}
    
    	public codec(int salt){
    		this.salt=salt;
    	}
    
    	public String decoder(String s){
    		boolean minuscula;
    		String descodificada="";
    		int pos = -1;
    
    		for (int i = 0 ; i < s.length() ; i++){
    			char currente = s.charAt(i);
    			minuscula = (Character.isLowerCase(currente));
    			if (!minuscula)
    				currente = Character.toLowerCase(currente);
    			pos = posChar ( this.abcdario , currente );
    
    			//pos tem a posicao
    			if  (pos != -1){
    				int newpos = (pos-i-salt);
    				while (newpos < 0){
    					newpos = newpos + this.abcdario.length;
    				}
    				currente =  this.abcdario[  newpos  ];
    				if (!minuscula)
    					currente = Character.toUpperCase(currente);
    				descodificada = descodificada + currente;
    			} else {
    				descodificada = descodificada + currente;
    			}
    
    		}
    
    		return descodificada;
    	}
    
    	public String coder(String s){
    		boolean minuscula;
    		int pos=-1;
    		String codificada="";
    		for (int i = 0 ; i < s.length() ; i++){
    			char currente = s.charAt(i);
    			minuscula = (Character.isLowerCase(currente));
    			if (!minuscula)
    				currente = Character.toLowerCase(currente);
    			pos = posChar ( this.abcdario , currente );
    			//pos tem a posicao
    			if (pos != -1){
    				int newpos = (pos+i+salt);
    				while (newpos >= this.abcdario.length){
    					newpos = newpos - this.abcdario.length;
    				}
    				currente =  this.abcdario[  newpos  ];
    				if (!minuscula)
    					currente = Character.toUpperCase(currente);
    				codificada = codificada + currente;
    
    			} else {
    				codificada = codificada + currente;
    			}
    		}
    		return codificada;
    	}
    
    	/**
    	 * Metodo para procurar um char num array de chars.
    	 * @param sting O array de chars
    	 * @param token O char
    	 * @return -1 caso não encontre ou o index da posição
    	 */
    	public int posChar (char [] sting, char token){
    		boolean found = false;
    		int pos = -1;
    
    		for (int j = 0; j < sting.length && !found ; j++){
    			if (token == sting [j] ){
    				pos = j;
    				found = true;
    			}
    		}
    		return pos;
    	}
    
    }
    
  16. Professor Philip Meyer - criador do Jornalismo de Precisão, como referi - não te vou explicar o que é isto, tens uma cabeça, um motor de busca :P ou uma biblioteca perto de ti: procura.

    Eu disse: “o primeiro passo é tentar encontrar uma fonte (documental ou pessoa)” - não tem de ser necessariamente o google. Podem ser pessoas, livros, documentos, objectos…. MUNDO SEM INTERNET, mas também pode ser o google >> o que for mais rápido e ao mesmo tempo mais eficaz (poderia ter perfeitamente usado o google para perceber como funcionam os enigmas criptográficos - tal como também referi os meus conhecimentos nesta área são poucos - e a partir daí resolver o problema, tenho este “handicap”: não nasci ensinada. e por muito que use a cabeça, se não tiver uma base de conhecimento mínima, não vou lá :P )

    “o Google permite-te encontrar rapida e eficazmente muitas fontes. E essas fontes podem ser uma bela porcaria…” >>>> por isso é que tens de usar a cabeça, quando usas o google!!!

    ISTO:
    “A ilha deserta é um mundo sem Internet, em que é preciso usar a cabeça para raciocinar.”

    é um absurdo, na minha opinião. Pareces pensar que quem usa a internet como forma de pesquisa são pessoas acéfalas. Eu uso muitas vezes o Google (mas também uso muitas vezes as bibliotecas e etc). Eu uso muitas vezes a internet. Eu acredito que é possível manter um esprírito crítico, quando se faz uma pesquisa na internet. Quando entro num site consigo perceber em certa medida o grau de credibilidade desse site.

    Claro que compreendo que quem passe a vida em sites com coisas verdes fluorescentes aos saltos, tenha a ideia da internet como um caixote de lixo. Mas para quem percorre bases de dados, deep web, bibliotecas de artigos científicos, a ideia da internet é o acesso rápido e às vezes único a fontes que eu nunca poderia vir a ter. Por exemplo, falar com o Philip Meyer.

    A frase que originou esta discussão é uma brincadeira (eu bem disse que ía levar uma rabecada, não imaginei que fosse de ti, mas obrigada na mesma por não me desiludires) “ask google” ou até “ask wikipedia”, digo isto muitas vezes, também mo dizem a mim :) e ainda bem. É o equivalente no jornalismo ao “já viste na lista telefónica?”.
    Keep It Simple! > é isto que eu procuro. Obrigada, Pedro.

    Costumam chamar-me “rato de biblioteca”. Googledependente é a primeira vez. Mas acho que também aguento com esse :D

  17. Gustavo: Que raio se passa com esse código??

    Paula: Tu levaste a rabecada porque, em minha opinião, usas o Google para coisas no qual não faz sentido nenhum. Este é um exemplo, mas já noutro dia foste à procura de uma frase que me disseram numa conversa privada (felizmente isso ainda não aparece na net facilmente)… É óptimo que uses a cabeça e mantenhas o teu espírito crítico enquanto fazes pesquisas na Internet (nem eu esperava outra coisa, principalmente de uma boa jornalista). Estou apenas a manifestar alguma preocupação pelo facto de pareceres depender assim tanto do Google, e neste caso pelo facto de preferires fazer batota a resolver o enigma (e esta, hem?).

  18. fazer batota??? eu não sei criptografia! eu não tenho conhecimentos base disto que me permitam chegar a uma conclusão! eu tinha de fazer pesquisa sobre o assunto. aprender alguma coisa!

    bem, conversa privada que se tornou pública. fui à procura porque me pareceu um quote e queria saber quem foi (não quem te disse, mas quem disse e em que contexto o disse - faço sempre isto nos quotes).

    dependo do google, como há uns anos dependia das bibliotecas. é só que o google está mais perto, é mais rápido e a informação é mais actual.

    obigada pela preocupação. de qualquer forma, não me parece haver motivo para tal.

  19. Paulo: Problemas com simbolos que eram interpretados como html. Fixed now.

  20. Na ocasião, eu até disse “como alguém me disse”. Não sei se é por seres jornalista, mas a mim incomoda-me um pouco o facto de eu escrever uma coisa e tu quereres imediatamente saber o que é e quem disse. E seres tão desconfiada que eu digo “alguém me disse” e tu achas logo que não foi ninguém que me disse, como foi na realidade, mas sim algo que eu li…

  21. Eu acho que as pessoas que falam contigo te podem dizer coisas que outras pessoas disseram. Ou não? Como te disse, a frase pareceu-me um “quote”, a frase em si. Este tipo de frases, avulsas, têm o condão de me levar a procurar o autor porque a partir daí posso tentar chegar ao contexto, que muitas vezes altera o sentido da frase, lida, assim, sozinha. Não pensei que a tinhas lido.
    Ser desconfiada, procurar a origem de, o autor, perguntar-me porquê, saber o contexto em que foi dito, é de facto uma característica que adquiri com o jornalismo.
    A mim incomoda-me a precipitação nas conclusões.

  22. Quando nos lemos algo num site, ou num livro, não é alguêm que nos está a dizer alguma coisa?

  23. Sim, não era isso que eu queria dizer, embora tenha sido isso que eu disse :) Mas vocês perceberam, ou não? É que estou a tentar explicar e não consigo. Acho que tem a ver com o facto de o que tu dizes cara a cara ser diferente do que escreves e/ou metes num site.

    No fundo acho que o problema é que neste caso me senti invadido na minha privacidade, embora eu até fosse culpado nisso e fosse impossível descobrir algo mais sobre a frase. Incomoda-me a ligação entre uma conversa privada, de que podemos revelar um bocado (o que nos compromete) e o Google como tentativa de saber algo mais sobre essa conversa.

  24. É aí que estás a tirar conclusões precipitadas: eu gostei muito da frase, tanto que me pareceu daquelas frases sábias dos quotes. Quando gosto muito de uma coisa, vou tentar saber mais sobre ela. Foi o caso. Não quero saber da conversa para nada, a conversa não me interessa, o que me interessava aqui era saber mais sobre a frase. Em que contexto ela foi dita. Se o autor disse algo mais sobre o mesmo assunto.
    Fiz isso com esta frase que pensava ser uma quote, faço o mesmo com aquelas que colocas no psi, fiz o mesmo, recentemente, com o “obviamente, demito-o” da canção do Jorge Palma.
    Se te incomoda que as pessoas sintam curiosidade e queiram saber mais sobre o que tu dizes, não digas. Guarda tudo só para ti.

  25. Ok, end of discussion. Mas se estás interessada naquela frase, eu recordo-me de uma quote muito parecida. Não encontro :) Acho que a tinha visto num livro pequenininho daqueles feel-good que estava em casa da minha irmã…

  26. Cá está:

    “Aprendi que o amor é apenas uma partida que nos é pregada para se conseguir a continuação da espécie.”

    William Somerset Maugham (1874-1965)

  27. Eu sabia que tinha este livro :) Fui encontrá-lo no fundo da estante atrás duns Hemingway e de uns Gógol…

    “Philip professara certo desdém pelo idealismo. Tivera sempre a paixão da vida, e o idealismom que se lhe deparara afigurava-se-lhe, em geral, uma fuga covarde a essa mesma vida. Incapaz de suportar os embates da multidão, o idealista isolava-se. falatava-lhe força para lutar e por isso classificava a batalha de vulgar; era vaidoso e, como os seus semelhantes não o estimassem, segundo ele, pelo seu justo valor, consolava-se com o desprezo que lhes votava.”

    William Somerset Maugham in Servidão Humana [Livros do Brasil - pp. 406 e 407]

  28. RedScout diz:

    Falando em enigmas, algures num blog:

    typUh !ztUh x0U 3U j@h @h @kgUm t£mpUh nUh wC d@ £x k@x4 dUh fr£d…A! fr£d,n m£ ympUhrt@v4 nD d t£r kUHrtydU @ky k0m @ b£yj0k@x n@k£l3 dy@ 3nv£x d teR xydUh k0m @ jU l0o0o0olOo0Ool…x£ b£m k @ jUh v@l£u @ p3n4

  29. Wow. O cyberpitismo está-se a tornar num dialecto. Qualquer dia torna-se numa língua…

    Tipo isto sou eu já há algum tempo no WC da ex casa do fred… Ai fred não me importava nada de ter curtido aqui com a beijocas naquele dia em vez de ter curtido com a ju. Looooooloooool… se bem que a ju valeu a pena.

    Hmm, ok…

    O blog conseguiu encontrar 5 endereços de e-mail no texto :)

  30.  
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