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	<title>Comentários em: Barbaridades</title>
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	<description>Life, the universe and all the rest</description>
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		<title>Por: Paulo Sacramento</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1238</link>
		<dc:creator>Paulo Sacramento</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2005 07:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;&lt;b&gt;A Bíblia diz&lt;/b&gt; que o ser humano é composto por corpo, alma e espírito que é Deus que o dá. &lt;b&gt;A Bíblia diz&lt;/b&gt; tembém que Deus nos conhece e cuida de nós mesmo ainda no ventre de nossa mãe (Jeremias 1:5) e antes de sermos formados (Salmo 139:145). &lt;b&gt;Isto significa&lt;/b&gt; que ainda na forma de fetos, já somos um ser completo que de alguma forma se relaciona com Deus.

Nós não somos animais! Mas ao permitirmos coisas destas estamos certamente a aproximamo-nos deles. &quot;


Portugal, tal como em minha opinião deve ser todo e qualquer estado do mundo, é um estado laico. Com isto quero manifestar que, em minha opinião, o facto de alguém ser religioso torna todas as suas posições relativamente a coisas como o estado e as leis, no mínimo, periclitantes. Sendo assim, para um estado, o que a Bíblia diz deve ser ignorado. Mais ainda deve ser ignorado o que a Bíblia significa, até porque desde a Bíblia até ao que a Bíblia significa vai um longo, longo caminho, como todos sabemos.

Finalmente, da mesma maneira que tu afirmas que &quot;nós não somos animais&quot;, eu afirmo que nós somos animais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<b>A Bíblia diz</b> que o ser humano é composto por corpo, alma e espírito que é Deus que o dá. <b>A Bíblia diz</b> tembém que Deus nos conhece e cuida de nós mesmo ainda no ventre de nossa mãe (Jeremias 1:5) e antes de sermos formados (Salmo 139:145). <b>Isto significa</b> que ainda na forma de fetos, já somos um ser completo que de alguma forma se relaciona com Deus.</p>
<p>Nós não somos animais! Mas ao permitirmos coisas destas estamos certamente a aproximamo-nos deles. &#8221;</p>
<p>Portugal, tal como em minha opinião deve ser todo e qualquer estado do mundo, é um estado laico. Com isto quero manifestar que, em minha opinião, o facto de alguém ser religioso torna todas as suas posições relativamente a coisas como o estado e as leis, no mínimo, periclitantes. Sendo assim, para um estado, o que a Bíblia diz deve ser ignorado. Mais ainda deve ser ignorado o que a Bíblia significa, até porque desde a Bíblia até ao que a Bíblia significa vai um longo, longo caminho, como todos sabemos.</p>
<p>Finalmente, da mesma maneira que tu afirmas que &#8220;nós não somos animais&#8221;, eu afirmo que nós somos animais.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: TRAlves</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1221</link>
		<dc:creator>TRAlves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 17:22:14 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;esquece-se o cavalheiro que uma lei deve ter sempre um função de dissuasão de comportamentos, para além da função castigo&quot;
Então acha mesmo que acabando com a lei o número de abortos vais diminuír? Isto não faz qualquer sentido. Se for mais &quot;fácil&quot; tomar a opção do aborto, acredite que ainda mais pessoas seguirão essa via. Pode dizer que o facto de ser ilegal não impede que uma mulher faça um aborto e que realmente castigar depois não vai resolver de nada, porque isto até é verdade. Mas se for legalizado, o aborto vai gradualmente passar a ser uma opção moralmente correcta.

&quot;o problema é mesmo este. É que não deste o teu exemplo, deste o exemplo do Génio Musical, que alteraste apenas depois de eu te ter chamado à atenção.&quot;
Não posso discutir argumentos baseados na interpretação que deste (ou quiseste dar) ao que eu disse. Ainda pior, neste caso, no que eu NÃO disse...

&quot;O que choca verdadeiramente é essas razões serem camufladas atrás de discursos sobre os valores da vida e da dignidade humanas.&quot;
Não sei que razões são essas. Eu defendo a proibição do aborto apenas porque valorizo a vida, e porque não existe qualquer motivo de para privar esses seres humanos no seu estado mais indefeso dela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;esquece-se o cavalheiro que uma lei deve ter sempre um função de dissuasão de comportamentos, para além da função castigo&#8221;<br />
Então acha mesmo que acabando com a lei o número de abortos vais diminuír? Isto não faz qualquer sentido. Se for mais &#8220;fácil&#8221; tomar a opção do aborto, acredite que ainda mais pessoas seguirão essa via. Pode dizer que o facto de ser ilegal não impede que uma mulher faça um aborto e que realmente castigar depois não vai resolver de nada, porque isto até é verdade. Mas se for legalizado, o aborto vai gradualmente passar a ser uma opção moralmente correcta.</p>
<p>&#8220;o problema é mesmo este. É que não deste o teu exemplo, deste o exemplo do Génio Musical, que alteraste apenas depois de eu te ter chamado à atenção.&#8221;<br />
Não posso discutir argumentos baseados na interpretação que deste (ou quiseste dar) ao que eu disse. Ainda pior, neste caso, no que eu NÃO disse&#8230;</p>
<p>&#8220;O que choca verdadeiramente é essas razões serem camufladas atrás de discursos sobre os valores da vida e da dignidade humanas.&#8221;<br />
Não sei que razões são essas. Eu defendo a proibição do aborto apenas porque valorizo a vida, e porque não existe qualquer motivo de para privar esses seres humanos no seu estado mais indefeso dela.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1220</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 16:54:24 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;As leis de um país representam as regras básicas de conduta.&quot;

esquece-se o cavalheiro que uma lei deve ter sempre um função de dissuasão de comportamentos, para além da função castigo. se não cumprir a função dissuasora ficamos apenas com uma lei que castiga por castigar, o que nada tem a ver com uma democracia.
Já percebemos que esta lei não dissuade (se uma mulher se arrisca a morrer, não é certamente a possibilidade de ser condenada em tribunal que a vai dissuadir), já percebemos que esta lei não vai diminuir os 20000 a 40000 abortos por ano realizados em Portugal (isto são números que vão saíndo na imprensa, fora aqueles de que não temos conhecimento)

&quot;Isto era só UM exemplo. Um outro exemplo poderia ser eu&#8230;&quot; 
o problema é mesmo este. É que não deste o teu exemplo, deste o exemplo do Génio Musical, que alteraste apenas depois de eu te ter chamado à atenção.
O que eu queria demonstrar ficou demonstrado. quem defende a manutenção desta lei não está seriamente empenhado em defender a dignidade nem a vida humana. quem defende a manutenção desta lei pode ter mil e uma razões para a defender e todas elas são de ouvir e respeitar. O que choca verdadeiramente é essas razões serem camufladas atrás de discursos sobre os valores da vida e da dignidade humanas.

Estás satisfeito com os números (aqueles que sabemos) nesta matéria?
pois olha eu não estou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As leis de um país representam as regras básicas de conduta.&#8221;</p>
<p>esquece-se o cavalheiro que uma lei deve ter sempre um função de dissuasão de comportamentos, para além da função castigo. se não cumprir a função dissuasora ficamos apenas com uma lei que castiga por castigar, o que nada tem a ver com uma democracia.<br />
Já percebemos que esta lei não dissuade (se uma mulher se arrisca a morrer, não é certamente a possibilidade de ser condenada em tribunal que a vai dissuadir), já percebemos que esta lei não vai diminuir os 20000 a 40000 abortos por ano realizados em Portugal (isto são números que vão saíndo na imprensa, fora aqueles de que não temos conhecimento)</p>
<p>&#8220;Isto era só UM exemplo. Um outro exemplo poderia ser eu&#8230;&#8221;<br />
o problema é mesmo este. É que não deste o teu exemplo, deste o exemplo do Génio Musical, que alteraste apenas depois de eu te ter chamado à atenção.<br />
O que eu queria demonstrar ficou demonstrado. quem defende a manutenção desta lei não está seriamente empenhado em defender a dignidade nem a vida humana. quem defende a manutenção desta lei pode ter mil e uma razões para a defender e todas elas são de ouvir e respeitar. O que choca verdadeiramente é essas razões serem camufladas atrás de discursos sobre os valores da vida e da dignidade humanas.</p>
<p>Estás satisfeito com os números (aqueles que sabemos) nesta matéria?<br />
pois olha eu não estou.</p>
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	<item>
		<title>Por: TRAlves</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1218</link>
		<dc:creator>TRAlves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 15:12:07 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre os EUA não podem existir dados  actuais, já que é legal desde 1973, e o número mais baixo que encontrei foi o aumento de 300%. Tenho procurado muitos números, e cheguei à conclusão que se pode dizer o que se quer com eles. 
A Espanha tem uma taxa de abortos relativamente baixa, mas também tem a taxa de natalidade mais baixa do mundo. É impossível saber ao certo quantos abortos ilegais foram feitos. Além disso existem outros factores que impedem uma contegem correcta: abortos em de mulheres que viajam para paises onde é legal, enquanto a evolução de medicina leva a um decréscimo da mortalidade materna.
Na América Latina a legalização do aborto trouxe um grande aumento da mortalidade materna, enquanto que da europa de leste e na rússia os números da taxa de aborto são verdadeiramente assustadores, mas também as condições desses países são inferiores às nossas. 

Agora, acreditas mesmo que o número de abortos vai diminuir? E acreditas que o número de mulheres que morrem derivado de tentativas de aborto vai diminuir?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre os EUA não podem existir dados  actuais, já que é legal desde 1973, e o número mais baixo que encontrei foi o aumento de 300%. Tenho procurado muitos números, e cheguei à conclusão que se pode dizer o que se quer com eles.<br />
A Espanha tem uma taxa de abortos relativamente baixa, mas também tem a taxa de natalidade mais baixa do mundo. É impossível saber ao certo quantos abortos ilegais foram feitos. Além disso existem outros factores que impedem uma contegem correcta: abortos em de mulheres que viajam para paises onde é legal, enquanto a evolução de medicina leva a um decréscimo da mortalidade materna.<br />
Na América Latina a legalização do aborto trouxe um grande aumento da mortalidade materna, enquanto que da europa de leste e na rússia os números da taxa de aborto são verdadeiramente assustadores, mas também as condições desses países são inferiores às nossas. </p>
<p>Agora, acreditas mesmo que o número de abortos vai diminuir? E acreditas que o número de mulheres que morrem derivado de tentativas de aborto vai diminuir?</p>
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	<item>
		<title>Por: RedScout</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1217</link>
		<dc:creator>RedScout</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 13:50:06 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Sim, porque se a liberalização for aprovada (que vai) o número de abortos vai aumentar.&quot;

É a segunda vez que tal afirmas. Contudo, continuas sem revelar os dados actuais. Não os sabes? Pois não. Nem tu nem ninguém. Pode haver uma estimativa, que provavelmente se encontra muito abaixo do número real, daí esse suposto aumento &lt;i&gt;à posteriori&lt;/i&gt;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sim, porque se a liberalização for aprovada (que vai) o número de abortos vai aumentar.&#8221;</p>
<p>É a segunda vez que tal afirmas. Contudo, continuas sem revelar os dados actuais. Não os sabes? Pois não. Nem tu nem ninguém. Pode haver uma estimativa, que provavelmente se encontra muito abaixo do número real, daí esse suposto aumento <i>à posteriori</i>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: TRAlves</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1216</link>
		<dc:creator>TRAlves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 13:24:46 +0000</pubDate>
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		<description>Eu quis dizer que realmente quero que seja proibido. As leis de um país representam as regras básicas de conduta. Se abdicarmos delas, quer queiras quer não, a sociedade entra em colapso. Se estivermos a baixar a fasquia do que é &lt;b&gt;legalmente&lt;/b&gt; correcto, estaremos a baixar a fasquia do que é &lt;b&gt;moralmente&lt;/b&gt; correcto. Ora, se eu acho que o aborto é incorrecto (posso achar isso, ou não?), tenho que ser a favor da lei que proíbe o aborto. Sim, porque se a liberalização for aprovada (que vai) o número de abortos vai aumentar.

Eu não tenho nenhum prazer em que as pessoas vão ao tribunal ou sejam condenadas, mas tem que ser proibido.

E sim, esta é uma sociedade irresponsável. Quando deveríamos estar a evoluir para uma valorização crescente do ser humano e da vida, estamos a permitir infanticídios pré-natais. Um bebé não é um acidente. Eles não aparecem nas árvores nem vêm das cegonhas, sabias?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu quis dizer que realmente quero que seja proibido. As leis de um país representam as regras básicas de conduta. Se abdicarmos delas, quer queiras quer não, a sociedade entra em colapso. Se estivermos a baixar a fasquia do que é <b>legalmente</b> correcto, estaremos a baixar a fasquia do que é <b>moralmente</b> correcto. Ora, se eu acho que o aborto é incorrecto (posso achar isso, ou não?), tenho que ser a favor da lei que proíbe o aborto. Sim, porque se a liberalização for aprovada (que vai) o número de abortos vai aumentar.</p>
<p>Eu não tenho nenhum prazer em que as pessoas vão ao tribunal ou sejam condenadas, mas tem que ser proibido.</p>
<p>E sim, esta é uma sociedade irresponsável. Quando deveríamos estar a evoluir para uma valorização crescente do ser humano e da vida, estamos a permitir infanticídios pré-natais. Um bebé não é um acidente. Eles não aparecem nas árvores nem vêm das cegonhas, sabias?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo Felisberto</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1215</link>
		<dc:creator>Gustavo Felisberto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 11:16:10 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;Eu quero ver mulheres no tribunal por cometerem aborto. É para isso que os tribunais servem:&lt;em&gt; para condenar criminosos. &lt;/em&gt; &lt;/blockquote&gt;

&lt;blockquote&gt;Só quero dizer que eu não quero julgar ninguém! &lt;/blockquote&gt;

A falta de consistência na argumentação é gritante. Mas tem mais.
&lt;blockquote&gt;Difícil é o caminho que leva a uma sociedade mais responsável.&lt;/blockquote&gt;

Tão difícil que toca a dar uma ajuda e toca de criar leis que levem a sociedade no caminho correcto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eu quero ver mulheres no tribunal por cometerem aborto. É para isso que os tribunais servem:<em> para condenar criminosos. </em> </p></blockquote>
<blockquote><p>Só quero dizer que eu não quero julgar ninguém! </p></blockquote>
<p>A falta de consistência na argumentação é gritante. Mas tem mais.</p>
<blockquote><p>Difícil é o caminho que leva a uma sociedade mais responsável.</p></blockquote>
<p>Tão difícil que toca a dar uma ajuda e toca de criar leis que levem a sociedade no caminho correcto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RedScout</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1214</link>
		<dc:creator>RedScout</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 09:53:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/#comment-1214</guid>
		<description>Esta discussão não vai levar a lado por uma simples razão: cada um de nós tem as suas ideias, os seus argumentos e não vai abdicar deles. 
Tudo o que o Tiago disse até agora não beliscou as minhas ideias mas provavelmente os meus argumentos também não beliscaram as dele.

Um último argumento: Tiago, temos constantemente exemplos de crianças que são maltratadas até à morte. A Joana e a Vanessa são exemplos disso. Achas melhor que essas crianças andem 5-6 anos neste mundo a sofrer até que alguém as mate?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta discussão não vai levar a lado por uma simples razão: cada um de nós tem as suas ideias, os seus argumentos e não vai abdicar deles.<br />
Tudo o que o Tiago disse até agora não beliscou as minhas ideias mas provavelmente os meus argumentos também não beliscaram as dele.</p>
<p>Um último argumento: Tiago, temos constantemente exemplos de crianças que são maltratadas até à morte. A Joana e a Vanessa são exemplos disso. Achas melhor que essas crianças andem 5-6 anos neste mundo a sofrer até que alguém as mate?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: TRAlves</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1213</link>
		<dc:creator>TRAlves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 09:47:41 +0000</pubDate>
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		<description>O argumento do Beethoven foi para o comentário do RedScout que parecia dizer que se a criança vai nascer sem ser amada e em condições adversas, o melhor é nem nascer. Isto era só UM exemplo. Um outro exemplo poderia ser eu... ou qualquer um dos 6 biliões de pessoas que não foram abortadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O argumento do Beethoven foi para o comentário do RedScout que parecia dizer que se a criança vai nascer sem ser amada e em condições adversas, o melhor é nem nascer. Isto era só UM exemplo. Um outro exemplo poderia ser eu&#8230; ou qualquer um dos 6 biliões de pessoas que não foram abortadas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/05/12/barbaridades/comment-page-1/#comment-1212</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2005 09:34:22 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Você acabou de matar Beethoven&quot;

Então, onde está esse respeito por toda a vida humana? O exemplo que dás é o de Beethoven? Porquê? Porque foi um génio musical? Este exemplo parece-me abjecto. Este é um exemplo de pessoas de valor???? Tu estás bem??? Quem és tu para aferir do valor e da dignidade das pessoas? Acaso Beethoven terá mais valor, será mais digno do que qualquer outra pessoa? 
É por dares uma resposta positiva a esta pergunta que os argumentos que apresentas são meras desculpas de outros quereres que tens e que não admites.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Você acabou de matar Beethoven&#8221;</p>
<p>Então, onde está esse respeito por toda a vida humana? O exemplo que dás é o de Beethoven? Porquê? Porque foi um génio musical? Este exemplo parece-me abjecto. Este é um exemplo de pessoas de valor???? Tu estás bem??? Quem és tu para aferir do valor e da dignidade das pessoas? Acaso Beethoven terá mais valor, será mais digno do que qualquer outra pessoa?<br />
É por dares uma resposta positiva a esta pergunta que os argumentos que apresentas são meras desculpas de outros quereres que tens e que não admites.</p>
]]></content:encoded>
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