[14:44:08] < you to me > eu já te tinha dito que te achava muito coerente

7 Responses to “Ultimamente, eu só recebo elogios! E que elogios! Ena, ena!”
  1. Paulinha, chama-se engate, bater um coro, flirt, vá lá :P

  2. Flirt vem do séc XIX, engate é uma canção e vem de uma geração anterior à minha, bater um coro (lê-se côro ou córo?) não conhecia.

    O sr. Paulo terá lido mal? A palavra é coerente e não atraente.
    De qualquer forma, obrigada pelo aviso. E usá-lo-ei quer para o que ouço, quer para o que direi… Imaginem se me virava para alguém e dizia “O sr. parece-me muito coerente”, o que não haviam de pensar!!!

    Ando mesmo desactualizada!

  3. Não me citem, mas eu estava capaz de dizer que qualquer elogio trocado entre duas pessoas de sexo oposto e que se sentem atraídas sexualmente pelo sexo seu oposto, se enquadra no conceito de flirt.

    Fazer a corte, cortejar.

  4. Ah, fazer a corte! Fazer a corte é bonito. Essa ainda é mais antiga.

    Oooh, a sério?
    Isto é um perigo, uma calamidade! Imaginem se uma pessoa se distrai e elogia o sexo nosso oposto?

  5. Eu não devia dizer isto porque existem senhoras nesta casa que podem não estar preparadas para processar esta informação:
    O que o Sr.Sacramento (peço desculpa por citá-lo) disse, é verdade. De que outra forma se explica o facto de sermos simpáticos para com os elementos do sexo feminino? Somos mais fortes e mais inteligentes. Poderíamos subjuga-las à nossa vontade. Mas não. Existe este instinto sub-reptício que nos obriga a sermos agradáveis para com as senhoras, na esperança de que esta atitude leve à prática do coito com a pessoa em questão ou com alguém do seu círculo de influência.

  6. Paula: Canção de engate, mas já num dicionário antigo, mais do que a canção, vem algures na definição “Seduzir, conquistar (mulheres)”

  7. As senhoras desta casa, e de uma forma geral, sabem que existem ‘gajos’ neste mundo e por isso, infelizmente, estão preparadas para processar esta informação.

    Surpreende-me que uma pessoa que vive atormentada pelo receio de a aleijarem venha invocar a força como uma forma de poder sobre outrém. Quanto à inteligência, penso que lhe tenho demonstrado que tal característica não é apanágio dos homens. Faltou-lhe a terceira forma de poder (dentro das mais óbvias): o dinheiro.
    E porque me parece que lhe falta alguma base científica nesta questão, permita-me, sr. Um gajo, aconselhar-lhe a leitura do “Powershift” do Alvin Tofler (em português: “Os Novos Poderes”, salvo erro).

    Ah, e já me esquecia: 11, sr. Um gajo, 11. Pode apontar.

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