tenho 4 minutos para escrever. Estou num posto publico de acesso a internet no aerroporto de Genebra. Este e’ o teclado mais estranho com que alguma vez me cruzei. Vou passar a noite a dormir aqui porque o aviao e’ so’ ‘as 6:40. Cheguei ‘a pouco de Lyon e cumpri mais um sonho da minha vida. Vim no vagao de carga
Tinha esse soonho desde que vi o Indiana Jones e a Grande Cruzada.
O tempo esta’ a acabar.
Paulinha: Comprei uma prenda pra ti. Desculpem os errooooooooooosssssss

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Deixa lá os erros…
No vagão de carga?
Que aventura! (para contar…) 
Aparecer aqui, de repente, a esta hora.
Isto é que foi uma surpresa
Noite descansada.
É tão bom ler um -inha numa Paula
Eu todo contente a pensar: Epah, hoje vou de avião para o trabalho. O avião descola de Genebra às 7:00 e aterra em Roma às 8:05. Maravilha. Chego ao trabalho às 11:00
É engraçado que de Genebra a Roma demore 1 hora e de Ciampino a Monteporzio e de Monteporzio a Frascati demore 3 horas…
Eu vou receber uma prendinha. E só me apercebi hoje de manhã! E vou recebê-la mais tarde do que poderia. Porque sim. E isto é um excelente pretexto para falar da espera.
Há qualquer coisa de mágico… hmm… especial, pronto, na espera por algo ou por alguém. Na própria espera. Sem contar com o fim ou o final. Mas o próprio tempo da espera. Sinto-me uma raposa.
Ah, é rectangular. E é um ele.