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	<title>Comments on: palavra do Senhor</title>
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	<description>Life, the universe and all the rest</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:13:25 +0000</pubDate>
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		<title>By: maxsuell bianucci</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-52916</link>
		<dc:creator>maxsuell bianucci</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 23:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>"É melhor coxear pelo caminho, do que Correr fora dele, pois quem caminha por mais devagar que seje alcançará uma meta, enquanto que quem corre... mais se afasta dos objetivos"

maxsuell -campinas/sp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É melhor coxear pelo caminho, do que Correr fora dele, pois quem caminha por mais devagar que seje alcançará uma meta, enquanto que quem corre&#8230; mais se afasta dos objetivos&#8221;</p>
<p>maxsuell -campinas/sp</p>
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		<title>By: Andreia</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-25613</link>
		<dc:creator>Andreia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2006 19:26:28 +0000</pubDate>
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		<description>adoro Richard Bach e o a forma como ele,via a vida.Talvez seja muito evoluido para alguns.
Certas pessoas não percebem o que quer dizer egocentrismo e não tem nada aver com a frase que se refere e ter amor-proprio.A ignorancia da-me pena.
Gostei do teu blog.
Continua assim.
Andreia Cruz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adoro Richard Bach e o a forma como ele,via a vida.Talvez seja muito evoluido para alguns.<br />
Certas pessoas não percebem o que quer dizer egocentrismo e não tem nada aver com a frase que se refere e ter amor-proprio.A ignorancia da-me pena.<br />
Gostei do teu blog.<br />
Continua assim.<br />
Andreia Cruz</p>
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		<title>By: felipe</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-1630</link>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2005 00:53:45 +0000</pubDate>
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		<description>quem não gostou é porque distorceu o significado! só tem gente burra mesmo ne...
ele quis dizer ,seus burros, que nao devemos ficar procurando a felicidade nos outros, e sim em nós mesmos, só isso.
Ele nao foi egocentrista em momento algum e nem alegou que nao precisamos das outras pessoas. MAS OS BURROS COMO VOCÊS DISTORCEM TUDO!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quem não gostou é porque distorceu o significado! só tem gente burra mesmo ne&#8230;<br />
ele quis dizer ,seus burros, que nao devemos ficar procurando a felicidade nos outros, e sim em nós mesmos, só isso.<br />
Ele nao foi egocentrista em momento algum e nem alegou que nao precisamos das outras pessoas. MAS OS BURROS COMO VOCÊS DISTORCEM TUDO!</p>
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		<title>By: carla</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-1149</link>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2005 17:46:47 +0000</pubDate>
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		<description>Eu pessoalmente acho divino Richard Bach! As teorias dele são simplesmente extraordinárias e  correctas e o senhor que faz o favor de o apelidar de "besta", só pode ser uma pessoa extremamente inculta e insensível, que jamais terá a capacidade de fazer alguém feliz, quanto mais de o ser...
Para ler Richard Bach, é necessário  acima de tudo irmos meditando sobre o que lemos e até tentar enquadrar a realidade dele na nossa própria realidade, só assim conseguimos perceber o que ele tão sabiamente escreve.
Como diria o próprio: "a tua consciência é a medida exacta da honestidade do teu egoísmo,  escuta-a atentamente."
"a marca da tua ignorância é a profundidade da tua crença na injustiça e tragédia. Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o mestre chama borboleta."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu pessoalmente acho divino Richard Bach! As teorias dele são simplesmente extraordinárias e  correctas e o senhor que faz o favor de o apelidar de &#8220;besta&#8221;, só pode ser uma pessoa extremamente inculta e insensível, que jamais terá a capacidade de fazer alguém feliz, quanto mais de o ser&#8230;<br />
Para ler Richard Bach, é necessário  acima de tudo irmos meditando sobre o que lemos e até tentar enquadrar a realidade dele na nossa própria realidade, só assim conseguimos perceber o que ele tão sabiamente escreve.<br />
Como diria o próprio: &#8220;a tua consciência é a medida exacta da honestidade do teu egoísmo,  escuta-a atentamente.&#8221;<br />
&#8220;a marca da tua ignorância é a profundidade da tua crença na injustiça e tragédia. Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o mestre chama borboleta.&#8221;</p>
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		<title>By: frog</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-951</link>
		<dc:creator>frog</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2005 22:44:32 +0000</pubDate>
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		<description>-- Gostava de ser capaz de dizer disso não tenho quaisquer dúvidas sobre o que quer que fosse :) Como é que se faz? Quer dizer, dizer é fácil, mas dizer sinceramente?

É fácil porque já aconteceu. Cada linha deste blog é a evidência do que só vocês próprios ainda não descobriram... (é assim como estar apaixonado(a) pela(o) melhor amigo(a): já todos perceberam menos os protagonistas; mas esse é um percurso pessoal e intransmissível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Gostava de ser capaz de dizer disso não tenho quaisquer dúvidas sobre o que quer que fosse <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> Como é que se faz? Quer dizer, dizer é fácil, mas dizer sinceramente?</p>
<p>É fácil porque já aconteceu. Cada linha deste blog é a evidência do que só vocês próprios ainda não descobriram&#8230; (é assim como estar apaixonado(a) pela(o) melhor amigo(a): já todos perceberam menos os protagonistas; mas esse é um percurso pessoal e intransmissível.</p>
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		<title>By: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-937</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2005 08:41:04 +0000</pubDate>
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		<description>"disponibilidade para aceitar os outros tal como eles são" e "fazê-los [juízos de valor] consciente das múltiplas faces da vida."

Acho que é isto. Há pouco tempo, vi-me envolvida numa situação que não me diz directamente respeito e cujas pessoas nem me são muito íntimas. Num grupo de amigos, uma das pessoas cometeu uma acção moralmente reprovável sob outro membro desse grupo. A reacção das pessoas foi deixarem de falar com a pessoa em questão e cortarem relações com ela. Entretanto, deixei de ver a pessoa no grupo e, naturalmente, perguntei por ela. Ambas as partes me contaram o sucedido e de repente vi-me na situação de ter de decidir se continuava a falar com a pessoa ou não e disso depender se concordava ou não. E nessa altura pensei que não queria fazer isso. Não queria deixar de falar, nem humilhar essa pessoa por ela ter cometido um erro. Não concordava com o que ela tinha feito, disse-o a ambas as partes, mas também não queria tomar uma atitude de condenação.
Disseram-me na altura que se eu continuasse a falar com essa pessoa, ela iria pensar que não era errado o que tinha feito.
Nesta altura, assolou-me este receio de pensar se eu teria perdido a capacidade de saber o que é certo e o que é errado. Se me tinha tornado neutra (não gosto nada desta palavra).
Mas depois pensei: não. Então quero acreditar que apesar de saber distinguir o certo e o errado, concordar ou não (lá está: fazer juízos de valor) não tenho de me arvorar em juíz e proceder a condenações dos outros. 

&lt;b&gt;Às vezes a vida é tão difícil (às vezes também é muito bonita) que sabemos lá nós as dores, os desesperos, as inseguranças dos outros para lhes apontarmos o dedo.&lt;/b&gt;

Estiquei-me no texto. Desculpem, esta situação mexeu muito comigo.
Obrigada pelas suas palavras, sr. Frog. Elas parecem-me ter a medida certa :)

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;disponibilidade para aceitar os outros tal como eles são&#8221; e &#8220;fazê-los [juízos de valor] consciente das múltiplas faces da vida.&#8221;</p>
<p>Acho que é isto. Há pouco tempo, vi-me envolvida numa situação que não me diz directamente respeito e cujas pessoas nem me são muito íntimas. Num grupo de amigos, uma das pessoas cometeu uma acção moralmente reprovável sob outro membro desse grupo. A reacção das pessoas foi deixarem de falar com a pessoa em questão e cortarem relações com ela. Entretanto, deixei de ver a pessoa no grupo e, naturalmente, perguntei por ela. Ambas as partes me contaram o sucedido e de repente vi-me na situação de ter de decidir se continuava a falar com a pessoa ou não e disso depender se concordava ou não. E nessa altura pensei que não queria fazer isso. Não queria deixar de falar, nem humilhar essa pessoa por ela ter cometido um erro. Não concordava com o que ela tinha feito, disse-o a ambas as partes, mas também não queria tomar uma atitude de condenação.<br />
Disseram-me na altura que se eu continuasse a falar com essa pessoa, ela iria pensar que não era errado o que tinha feito.<br />
Nesta altura, assolou-me este receio de pensar se eu teria perdido a capacidade de saber o que é certo e o que é errado. Se me tinha tornado neutra (não gosto nada desta palavra).<br />
Mas depois pensei: não. Então quero acreditar que apesar de saber distinguir o certo e o errado, concordar ou não (lá está: fazer juízos de valor) não tenho de me arvorar em juíz e proceder a condenações dos outros. </p>
<p><b>Às vezes a vida é tão difícil (às vezes também é muito bonita) que sabemos lá nós as dores, os desesperos, as inseguranças dos outros para lhes apontarmos o dedo.</b></p>
<p>Estiquei-me no texto. Desculpem, esta situação mexeu muito comigo.<br />
Obrigada pelas suas palavras, sr. Frog. Elas parecem-me ter a medida certa <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>By: Paulo Sacramento</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-936</link>
		<dc:creator>Paulo Sacramento</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2005 08:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Gostava de ser capaz de dizer "disso não tenho quaisquer dúvidas" sobre o que quer que fosse :) Como é que se faz? Quer dizer, dizer é fácil, mas dizer sinceramente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostava de ser capaz de dizer &#8220;disso não tenho quaisquer dúvidas&#8221; sobre o que quer que fosse <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> Como é que se faz? Quer dizer, dizer é fácil, mas dizer sinceramente?</p>
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		<title>By: frog</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-929</link>
		<dc:creator>frog</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2005 15:28:46 +0000</pubDate>
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		<description>(na minha muito modesta opinião) ninguém é feliz sozinho. Quero com isto dizer que se é verdade que ela depende de nós ---no caminho que decidimos trilhar--- isso não basta. Sartre afirmava que 'o inferno são os outros', ter-se-á esquecido de dizer que 'o paraíso também'. 

Quanto ao resto, creio que o passar dos anos vai tecendo em nós a disponibilidade para aceitar os outros tal como eles são. Esta aceitação surge assim como um crescimento, um amadurecimento, a percepção do mundo tal como ele é, despido das nossas certezas e ilusões. Belo e horrível mundo. Bela e horrível vida. Belo e horrível outro que em nos revemos.

Ao aceitar e compreender o nosso lado menos bom conseguimos finalmente compreender os outros. Não sem juízos de valor (só com uma lobotomia o conseguirias), mas fazê-los consciente das múltiplas faces da vida.

Quanto a saber se irás conseguir... disso não tenho quaisquer dúvidas!  ;-)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(na minha muito modesta opinião) ninguém é feliz sozinho. Quero com isto dizer que se é verdade que ela depende de nós &#8212;no caminho que decidimos trilhar&#8212; isso não basta. Sartre afirmava que &#8216;o inferno são os outros&#8217;, ter-se-á esquecido de dizer que &#8216;o paraíso também&#8217;. </p>
<p>Quanto ao resto, creio que o passar dos anos vai tecendo em nós a disponibilidade para aceitar os outros tal como eles são. Esta aceitação surge assim como um crescimento, um amadurecimento, a percepção do mundo tal como ele é, despido das nossas certezas e ilusões. Belo e horrível mundo. Bela e horrível vida. Belo e horrível outro que em nos revemos.</p>
<p>Ao aceitar e compreender o nosso lado menos bom conseguimos finalmente compreender os outros. Não sem juízos de valor (só com uma lobotomia o conseguirias), mas fazê-los consciente das múltiplas faces da vida.</p>
<p>Quanto a saber se irás conseguir&#8230; disso não tenho quaisquer dúvidas!  <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-920</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2005 10:10:28 +0000</pubDate>
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		<description>A nossa felicidade depende sobretudo de nós. Afinal, somos nós que escolhemos o caminho. E se percorremos esse caminho numa carruagem ou num vagão de carga :)
Não sei se espero encontrar alguém que me compreenda (isto parece-me um pouco absurdo), mas gostaria de acreditar que posso vir a encontrar alguém que me aceite como sou e espero, sobretudo, a vir a encontrar alguém que eu aceite como é.
É muito difícil aceitar as pessoas como elas são. Quer dizer, de forma geral dizemos que sim, que aceitamos cada um como é, mas depois na prática, nos actos, nas atitudes é difícil...
Este é um objectivo de vida: aceitar as pessoas como são. Sem fazer juízos de valor, não porque o decidi assim, mas porque sinto assim. E ao mesmo tempo não perder os valores que tenho. Não me tronar neutra.
Irei conseguir?
Iremos conseguir?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa felicidade depende sobretudo de nós. Afinal, somos nós que escolhemos o caminho. E se percorremos esse caminho numa carruagem ou num vagão de carga <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Não sei se espero encontrar alguém que me compreenda (isto parece-me um pouco absurdo), mas gostaria de acreditar que posso vir a encontrar alguém que me aceite como sou e espero, sobretudo, a vir a encontrar alguém que eu aceite como é.<br />
É muito difícil aceitar as pessoas como elas são. Quer dizer, de forma geral dizemos que sim, que aceitamos cada um como é, mas depois na prática, nos actos, nas atitudes é difícil&#8230;<br />
Este é um objectivo de vida: aceitar as pessoas como são. Sem fazer juízos de valor, não porque o decidi assim, mas porque sinto assim. E ao mesmo tempo não perder os valores que tenho. Não me tronar neutra.<br />
Irei conseguir?<br />
Iremos conseguir?</p>
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	<item>
		<title>By: Paulo Sacramento</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-919</link>
		<dc:creator>Paulo Sacramento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2005 09:54:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/2005/03/28/palavra-do-senhor/#comment-919</guid>
		<description>Atenção que eu concordo com a frase em questão. Mais nada. Não sou profundo conhecedor do homem ou do que ele faz, mas pelo que sei temos posições diametralmente opostas.

Mas sim, actualmente acredito que a nossa felicidade depende sobretudo (não sei se exclusivamente, mas é possível) de nós.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção que eu concordo com a frase em questão. Mais nada. Não sou profundo conhecedor do homem ou do que ele faz, mas pelo que sei temos posições diametralmente opostas.</p>
<p>Mas sim, actualmente acredito que a nossa felicidade depende sobretudo (não sei se exclusivamente, mas é possível) de nós.</p>
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