This entry was posted on Wednesday, December 29th, 2004 at 3:34 pm and is filed under Geral.You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Responses are currently closed, but you can trackback from your own site.
Gosto mais de dizer que “não ligo ao que os outros pensam”. Muitas vezes o pensamento é expresso por palavras, pelo que há uma largo domínio em que as frases são equivalentes. Aliás, dificilmente vou ligar ao que alguém pensa se ele/ela não o disser.
Mas o meu “não ligo ao que os outros pensam” é inspirado no Sr. Richard P. Feyman, que usou uma frase semelhante como título de um dos seus livros mais divertidos. O livro chama-se “What Do You Care What Other People Think?” embora o título Português seja um completamente estúpido e despidor de sentido “Nem sempre a brincar, Sr. Feynman!”, só porque é a continuação do “Está a brincar, Sr. Feynman!”. Ou seja, ao leitor Português menos atento (embora a minha edição tenha uma nota de rodapé que menciona o título original) é autenticamente roubada uma das ideias mais importantes do próprio autor, que foi nomear assim o livro por esta ser uma frase que a sua mulher lhe dizia muitas vezes quando achava que ele se estava a deixar influenciar demasiadamente pela opinião de outras pessoas.
É isso. O problema é que toda a gente usa isto a torto e a direito. E gritam alto e bom som, como se fossem imunes aos outros, como se precisassem de garantir que pensam por eles mesmos e por isso não se deixam influenciar. Temos tanto a aprender com os outros, como é possível não ligar?
Gosto mais de dizer que “não ligo ao que os outros pensam”. Muitas vezes o pensamento é expresso por palavras, pelo que há uma largo domínio em que as frases são equivalentes. Aliás, dificilmente vou ligar ao que alguém pensa se ele/ela não o disser.
Mas o meu “não ligo ao que os outros pensam” é inspirado no Sr. Richard P. Feyman, que usou uma frase semelhante como título de um dos seus livros mais divertidos. O livro chama-se “What Do You Care What Other People Think?” embora o título Português seja um completamente estúpido e despidor de sentido “Nem sempre a brincar, Sr. Feynman!”, só porque é a continuação do “Está a brincar, Sr. Feynman!”. Ou seja, ao leitor Português menos atento (embora a minha edição tenha uma nota de rodapé que menciona o título original) é autenticamente roubada uma das ideias mais importantes do próprio autor, que foi nomear assim o livro por esta ser uma frase que a sua mulher lhe dizia muitas vezes quando achava que ele se estava a deixar influenciar demasiadamente pela opinião de outras pessoas.
Na Amazon: What Do You Care What Other People Think? Further Adventures Of A Curious Character
É isso. O problema é que toda a gente usa isto a torto e a direito. E gritam alto e bom som, como se fossem imunes aos outros, como se precisassem de garantir que pensam por eles mesmos e por isso não se deixam influenciar. Temos tanto a aprender com os outros, como é possível não ligar?