Hopper é um dos meus pintores preferidos. Há quem diga que ele é um pintor menor, mas eu não me canso de olhar imagens dos seus quadros. Torna-se irresístivel reflectir a questão do dentro/fora e das personagens ou da ausência delas.
Tati deve ter percebido isso. No Playtime, o filme sem história, pode ver-se:

Aqui pode encontrar-se um scrapbook.

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