existe sempre o receio do outro: que lhe diremos? como reagirá?
o outro é, em si mesmo, um reflexo de nós próprios.
por isso nos condiciona. de que forma nos deixamos condicionar pelo outro?
reagiremos de determinada forma, dependendo do outro?
a importÃÂância do outro, que não o eu, emerge da relação de dependência da imagem que construímos do outro.
e a imagem que criamos, mesmo de forma intuitiva, fazê-mo-la nossa. egoisticamente nossa.
ultimamente, muitas pessoas me chamam de Paulinha. talvez daí não advenha coisa boa… mas enquanto não vem, é muito bom ir ‘ouvindo’ assim o meu nome.

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