I Started a Joke
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Esta é daquelas que tem um lugar especial. A tradução está aqui. E é para ouvir. A dica foi da IF.
“I started a joke, which started the whole world crying,
but I didn’t see that the joke was on me, oh no.
I started to cry, which started the whole world laughing,
oh, if I’d only seen that the joke was on me.
I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I’d said.
Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I’d only seen that the joke was on me.
I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I’d said.
‘Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I’d only seen that the joke was one me.”
Flores para a casa
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se isto fosse uma casa física, hoje teria ido ao mercado (ao mercado sim e não um qq hiper) e teria comprado flores para pÃÂôr na jarra. e se pudesse, teria escolhido estas:

palavras de um mestre
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palavras de um mestre da vida :
A vida é feita de pequenos nadas
Que agente saboreia, mas não dá valor
Um pensamento, uma palavra, uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pÃÂôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor
Seja lá quem for o senhor
Seja lá quem for a senhora
A quem quiser me ouvir e a mim mesmo
Preciso dizer tudo que eu estou dizendo agora
Preciso acreditar na comunicação
Não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeito em sentir o que eu sinto
Se o que sinto fica só no meu peito
Por mais que eu seja egoísta
Aprendi a dividi minhas derrotas e minhas conquistas
Nada disso me pertence
É tudo temporário no tapete voador do calendário
Já que temos forças pra somar e dividir
Enquanto estivermos aqui
Se me ouvires cantando, canta comigo
Se me vires chorando, sorri
Alexandre O’Neill
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Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
ÃÂëPoesias Completas 1951-1986ÃÂû. (1990) Imprensa Nacional: Lisboa
Ella Fitzgerald - Beginner’s Luck
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“At any gambling casino
From monte carlo to reno
They tell you that a beginner
Comes out a winner
Beginner fishing for flounder
Will catch a 17 pounder
ThatÃÂâÂÂs what I always heard
And thought absurd,
But now, I believe every word
For IÃÂâÂÂve got beginnerÃÂâÂÂs luck
The first time that IÃÂâÂÂm in love
IÃÂâÂÂm in love with you
Gosh, IÃÂâÂÂm lucky
IÃÂâÂÂve got beginnerÃÂâÂÂs luck
There never was such a smile
Or such eyes of blue
Gosh, IÃÂâÂÂm fortunate
The thing weÃÂâÂÂve begun
Is much more than a pastime
For this time is the one
Where the first time is the last time
IÃÂâÂÂve got beginnerÃÂâÂÂs luck
Lucky, through and through
Cause the first time that IÃÂâÂÂm in love
IÃÂâÂÂm in love with you
(bridge)
The thing weÃÂâÂÂve begun
Is much more than a pastime
For this time is the one
Where the first time is the last time
IÃÂâÂÂve got beginnerÃÂâÂÂs luck
Lucky, through and through
Cause the first time that IÃÂâÂÂm in love
Yes, the first time that IÃÂâÂÂm in love
Oh, the first time that IÃÂâÂÂm in love
IÃÂâÂÂm in love with you
IÃÂâÂÂm in love with you
IÃÂâÂÂm in love with you
IÃÂâÂÂm in love with you “
Tom Jobim - Desafinado
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Adoro esta letra. Faz-me lembrar um episódio pessoal que agora recordo num misto de tristeza, nostalgia e saudade. É daqueles textos que lemos e sentimos que o autor escreveu para nós, porque nos conhece intimamente, de alguma forma.
Isto é dedicado a alguém.
“Se você disser que eu desafino amor
Saiba que isto em mim provoca imensa dor
Só privilegiados têm o ouvido igual ao seu
Eu possuo apenas o que deus me deu
Se você insiste em classificar
Meu comportamento de anti-musical
Eu mesmo mentindo devo argumentar
Que isto é Bossa Nova, que isto é muito natural
O que você não sabe nem sequer pressente
É que os desafinados também têm um coração
Fotografei você na minha Rolley-Flex
Revelou-se a sua enorme ingratidão
Só não poderá falar assim do meu amor
Ele é o maior que você pode encontrar, viu
Você com a sua música esqueceu o principal
Que no peito dos desafinados
No fundo do peito
Bate calado, que no peito dos desafinados
também bate um coração.”
o outro
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existe sempre o receio do outro: que lhe diremos? como reagirá?
o outro é, em si mesmo, um reflexo de nós próprios.
por isso nos condiciona. de que forma nos deixamos condicionar pelo outro?
reagiremos de determinada forma, dependendo do outro?
a importÃÂância do outro, que não o eu, emerge da relação de dependência da imagem que construímos do outro.
e a imagem que criamos, mesmo de forma intuitiva, fazê-mo-la nossa. egoisticamente nossa.
ultimamente, muitas pessoas me chamam de Paulinha. talvez daí não advenha coisa boa… mas enquanto não vem, é muito bom ir ‘ouvindo’ assim o meu nome.
Parabéns!!!
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Parabéns ao sr. Yagami, que fez anos ontem!
Aqui fica o desejo do dia ter sido muito bem passado.

pugetsound
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A dica é da IF:
A música está aqui:
http://essaycollective.org/pugetsound/

Asneiras das grossas
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Vocês costumam fazer asneira da grossa? Eu cá sou pródigo nessa questão, consigo fazer asneiras das grossas umas depois das outras. As últimas foram com a menina Lisboeta que tomou conta do meu coração.
-Mas que raio foste tu fazer? - Pergunta o leitor.
Bem, eu não fiz nada!
- Mau! Então fizeste asneira da grossa ou não?
Ok, fiz… fui ciumento!
- Ciumento? Que cena foleira Gustavo!
Pois é, mas é verdade. Eu consigo ser ciumento, e a distÃÂância a que estou da Sónia não ajuda a que consiga colocar as coisas em perspectiva, são muitas coisas misturadas, é a falta que eu sinto dela misturada com o não perceber da maneira de estar.
- Tudo isso é muito bonito…. Mas não tens desculpa nenhuma.
Pois não…. Mas mesmo assim era bom se conseguisse resolver esta trapalhada. Porque uma coisa é verdade, eu gosto da Sónia, ela gosta de mim, somos malucos e diferentes mas conseguimos a grande maioria do tempo ser felizes juntos. Juntos….. quando estamos juntos geograficamente não geramos problemas, no resto do tempo a coisa consegue ser tão boa.
Sónia: Desculpa esta Melguinha Coimbrinha. (k)
roubos, mais ou menos descarados, de vocábulos e expressões - 3
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Melguita
Bichinho do Mato
Pungente
gente ardida, arranhada, postergada
inimigos ardosos
com som:
bichos (é favor carregar no ch)
minhocas
urbanidade (palavra com significado terrível, tipo crenças séc XIX, mas muito boa de se dizer. penso que por causa do r que não se lê rê e por isso faz cócegas…)
Mário de Sá Carneiro - A sua vida numa estrofe
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Justo. Um quarto de hospital, higiénico, todo branco, moderno e tranquilo;
Em Paris, é preferível, por causa da legenda…
De aqui a vinte anos a minha literatura talvez se entenda;
E depois estar maluquinho em Paris fica bem, tem certo estilo…
roubos, mais ou menos descarados, de vocábulos e expressões - 2
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aparudências
dobro os olhos para antigamente
fazedor de notícias
tangemos atabaldes
gente ardida
gesta pequenina
preciso de ajuda para descodificar mensagem
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Alguém escreveu isto como comentário a um post meu sobre o Táxi Driver. Já tentei ler de todas as formas possíveis (reparem no bold) e não consigo perceber. Quem foi? Ou melhor, alguém consegue ajudar a perceber a mensagem? ok, ok, eu admito que sou muiiiiiiiiiiiiiiito teimosa - ía a dizer: no que concerne a perceber as coisas, mas acho que sou muiiiiiiiiiito teimosa no geral, mesmo
“methodology, the deliverance, human touch massage chair even) as about a lot of other air purifiers music - we practiced several green card lottery flows over the track before online degrees we actually recorded the raps las vegas hotels - the finished product was send flowers surprisingly credible; even merchant account now, listening to it as objectively ionic breeze
Comment by online education ÃÂâ 7/6/2004 @ 2:20 pm”
hoje é o 1ÃÂú dia do resto da minha vida
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depois de anos e anos, estou completamente livre.
e este post, quase de forma egoísta, é para dar conta da minha liberdade.
roubos, mais ou menos descarados, de vocábulos - 1
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apertadamente
convizinhei
vivelheci
palavrar
(…) - Capítulo I - 1
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- Quanto tempo ficas desta vez?
A pergunta foi atirada de chofre, num tom de voz duro, prenunciador de uma discussão, qualquer que fosse a resposta.
Olhou-a com atenção. Mantinha uma mão apoiada nas costas do sofá e a outra na cintura, numa posição que lhe acentuava a curva das pernas. Com 38 anos era ainda uma bela mulher.
Reclinado no sofá em frente tomou a decisão de atirar a cabeça para trás e atirar-lhe um “não sei”.
Ficaram em silêncio até ela contornar o sofá e sentar-se com as mãos a cobrir-lhe o rosto. Definitivamente ía haver discussão. Pressentira o ar carregado quando, ao abrir-lhe a porta, ela lhe dera um beijo seco, mais de obrigação social do que de amante. E agora aquelas mãos no rosto diziam-lhe que para além da discussão ía haver choro. Não havia paciência…
- Isto não pode continuar! Nunca estás aqui. Nunca sei quando vens ou quando vais. Começo a envelhecer, quero construir uma família…
Foi desfiando as mágoas entre os soluços.
Não. Não havia paciência. Se não fosse o passado que o agarrava, há muito que se tinha ido embora. Mas o receio, o medo de ser descoberto. Não, de ser descoberto não. Antes o medo de ser denunciado. Nunca se sabia o que se passava na cabeça das mulheres… (continua)
recordare
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ontem de manhã, a mãe pediu para a filha ir às compras. no regresso, a filha foi seguida até casa. literalmente seguida.
há muito tempo que não via M. não tenho contacto de telefone, nem de email. como não tenho de grande parte de colegas que fui ganhando pelo caminho.
M. costumava sentar-se numa carteira atrás de mim. o seu sentido observador permitiu-lhe perceber que quando eu reprovava alguma coisa, costumava abanar a cabeça e fazer um “tss..tss..tss” [impossível de descrever por caracteres, só mesmo ouvindo:)]. Foi o quanto bastou para no restante tempo em que fomos colegas, M. passar a aproximar-se de mim com ar grave, abanando a cabeça e fazendo “tss…tss…tss”. Não me lembro se alguma vez fiquei mesmo zangada. Agora recordo tudo isso com um misto de carinho e simpatia.
Também me lembro da grade de ferro que existia à frente da Brotero e onde esperávamos que os pais e as mães nos viessem buscar ao fim do dia. Lembro-me das aulas, bem à tardinha, nas tardes de inverno, em que era preciso acender a luz. Lembro que saíamos para a rua envoltos nos agasalhos, com o narizito frio de fora. Lembro que essa última parte do dia era a mais feliz, não porque as aulas acabavam, mas porque era o momento de dizer até amanhã, como se aquele até amanhã fosse a certeza de encontrarmos os colegas no dia seguinte.
Sei que M. não lerá isto, mas mesmo assim, um grande abraço para o sr. Maricato.
Preciso de músicas!
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Olá.
Quem estiver a ler isto e possa arranjar os seguintes álbums/obras, que diga alguma coisa:
Brahms - As Danças Húngaras (são 21)
David Holland Quartet - Conference Of The Birds
Dave Brubeck - Time Out
Sérgio Mendes - Tudo o que for possível arranjar
Nigel Kennedy - Tudo o que for possível arranjar mas sobretudo o “Doors Concerto”
António Carlos Jobim - Jobim SinfÃÂônico
Do Tom Jobim, gostava de arranjar sobretudo versões destas músicas:
Garota de Ipanema
Samba de Uma Nota Só
Corcovado
Waves (Vou Te Contar)
A Felicidade
Desafinado
Meditação
Chega de Saudade
Insensatez
Se Todos Fossem Iguais a Você
Eu Sei Que Vou Te Amar
Só Danço Samba
Samba do Avião
Este Seu Olhar
Estrada do Sol