Estava aqui a pensar que, agora que o sr. Sacra (ou sr. Paulo?) resolveu dar um arzinho da sua graça nos posts e não apenas nos comentários, é que se vai embora?
E esta sensação primeira ou primodial, se quiserem, é muito interessante, porque acabamos sempre por transpor a realidade que vivemos ou que nos é familiar, a realidade física, para este meio virtual… assim, intuitivamente. O que é, evidentemente, uma tolice. O facto do sr. Sacra (ou sr. Paulo?) ir trabalhar para longe daqui (daqui? onde? do lugar onde está esta casa? mas em que lugar está esta casa? estará em algum ‘lugar’?) não significa que não tenha acesso à casa…
Sabemos que este é um meio virtual, mas ao mesmo tempo, fazê-mo-lo nosso, dando-lhe, no nosso modo de ver, as características de meios físicos. Porque não somos uma tábua rasa e construímos a realidade através das nossas vivências.
Terei sido eu a única a ter esta sensação? Isto fará algum sentido?
Suécia/Dinamarca? Conte, conte….
A minha melhor amiga costumava passar sempre as férias em Porto Covo. E em cada ano eu podia contar com um postal e com aquilo que ela me contava. É mais uma estranha sensação: Porto Covo é uma terra que eu conheço apenas pelos olhos de outrém…

A feira dos alfarrabistas, no Porto, era pequenina, mas a viagem valeu bem a pena:
“Crónica de uma morte anunciada” do Gabo, numa (2ÃÂê) edição do “o jornal”.

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