<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: Casa minha</title>
	<atom:link href="http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/</link>
	<description>Life, the universe and all the rest</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 15:34:16 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.3</generator>
		<item>
		<title>By: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/#comment-118</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2004 22:27:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/?p=170#comment-118</guid>
		<description>1. Estava a falar do off em geral e não no caso particular de um determinado país - o perigo de vida é o mais radical mas, no entanto, possível. Mas não é o único: uma pessoa que denuncia determinada situação pode arcar com consequências graves na sua vida (ainda que não de morte) como perda de emprego, pressões, etc
De qualquer forma, não percebo os teus exemplos. Não me parece que a Rússia e a Argélia sejam os países onde "se denuncias algo, ficas em perigo de vida", como se fossem quaisquer duas excepções exemplificativas. De todo. O que não seria mau. Só dois países...

2. O off não tem nada a ver com denúncias anónimas, que me parecem abjectas, de uma forma geral. Mais uma vez vou repetir: o off deve ser encarado como excepção e não como regra e é neste sentido que discuto este assunto. O off advém de uma relação de confiança entre jornalista e fonte. Ou seja, quando recebo uma informação em off, eu conheço a fonte e consigo dar-lhe um determinado grau de confiança. Numa informação anónima isto é impossível. Quando investigas uma história, tens de falar com pessoas, que ficam com informação, obviamente, do que andas a fazer. Se não tens qualquer garantia de que a info pode ser verdadeira, podes estar a lançar a base de um boato que pode prejudicar pessoas. E não tens o direito de levantar suspeitas sobre determinado assunto sem qualquer garantia de que seja verdade. Fazer investigação em jmo é uma enorme responsabilidade: podes sempre estar errado e a reputação de uma pessoa que se destrói hoje, não se limpa amanhã.
Se o off já pode ser uma ferramenta perigosa, uma informação anónima dada como solução parece-me francamente abjecta.

Bollocks=não percebo o que é

Também não percebo o que queres dizer com "professoras". Que me lembre não mencionei nenhuma professora aqui. A profissão de professora, para mim, é das mais dignas. Não percebo o que poderia ter a ver com este assunto...

Relativamente à Ordem, há prós e contras. E não me aprece que resolvesse este tipo de problemas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. Estava a falar do off em geral e não no caso particular de um determinado país - o perigo de vida é o mais radical mas, no entanto, possível. Mas não é o único: uma pessoa que denuncia determinada situação pode arcar com consequências graves na sua vida (ainda que não de morte) como perda de emprego, pressões, etc<br />
De qualquer forma, não percebo os teus exemplos. Não me parece que a Rússia e a Argélia sejam os países onde &#8220;se denuncias algo, ficas em perigo de vida&#8221;, como se fossem quaisquer duas excepções exemplificativas. De todo. O que não seria mau. Só dois países&#8230;</p>
<p>2. O off não tem nada a ver com denúncias anónimas, que me parecem abjectas, de uma forma geral. Mais uma vez vou repetir: o off deve ser encarado como excepção e não como regra e é neste sentido que discuto este assunto. O off advém de uma relação de confiança entre jornalista e fonte. Ou seja, quando recebo uma informação em off, eu conheço a fonte e consigo dar-lhe um determinado grau de confiança. Numa informação anónima isto é impossível. Quando investigas uma história, tens de falar com pessoas, que ficam com informação, obviamente, do que andas a fazer. Se não tens qualquer garantia de que a info pode ser verdadeira, podes estar a lançar a base de um boato que pode prejudicar pessoas. E não tens o direito de levantar suspeitas sobre determinado assunto sem qualquer garantia de que seja verdade. Fazer investigação em jmo é uma enorme responsabilidade: podes sempre estar errado e a reputação de uma pessoa que se destrói hoje, não se limpa amanhã.<br />
Se o off já pode ser uma ferramenta perigosa, uma informação anónima dada como solução parece-me francamente abjecta.</p>
<p>Bollocks=não percebo o que é</p>
<p>Também não percebo o que queres dizer com &#8220;professoras&#8221;. Que me lembre não mencionei nenhuma professora aqui. A profissão de professora, para mim, é das mais dignas. Não percebo o que poderia ter a ver com este assunto&#8230;</p>
<p>Relativamente à Ordem, há prós e contras. E não me aprece que resolvesse este tipo de problemas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Felisberto</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/#comment-117</link>
		<dc:creator>Gustavo Felisberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2004 20:44:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/?p=170#comment-117</guid>
		<description>Pois Paula.... desculpa a frontalidade, mas bollocks. Se uma pessoa pode falar fala abertamente, se nao pode faz de forma anónima e o jornalista que investigue se achar que deve. Além de que desculpa que te diga, perigo de vida? Portugal ainda não é a Russia ou Argélia.
E em verdade vos digo ( :) ), com professoras destas a vos fazerem o condicionamento acho que tá em boa altura de vocês se revoltarem e montarem uma Ordem para vos regulamentar, é que toda a class sofre com estas histórias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois Paula&#8230;. desculpa a frontalidade, mas bollocks. Se uma pessoa pode falar fala abertamente, se nao pode faz de forma anónima e o jornalista que investigue se achar que deve. Além de que desculpa que te diga, perigo de vida? Portugal ainda não é a Russia ou Argélia.<br />
E em verdade vos digo ( <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ), com professoras destas a vos fazerem o condicionamento acho que tá em boa altura de vocês se revoltarem e montarem uma Ordem para vos regulamentar, é que toda a class sofre com estas histórias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: yagami</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/#comment-116</link>
		<dc:creator>yagami</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2004 19:19:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/?p=170#comment-116</guid>
		<description>vale bem a pena ... 

como diz o sabia gabriel o pensador : procuramos et's e cometas , mas nem conhecemos os nossos vizinhos :)

esperamos pelo livro gustavo :) cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>vale bem a pena &#8230; </p>
<p>como diz o sabia gabriel o pensador : procuramos et&#8217;s e cometas , mas nem conhecemos os nossos vizinhos <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>esperamos pelo livro gustavo <img src='http://blog.felisberto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paula Simões</title>
		<link>http://blog.felisberto.net/2004/08/24/casa-minha/#comment-115</link>
		<dc:creator>Paula Simões</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2004 14:58:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.felisberto.net/?p=170#comment-115</guid>
		<description>"(Paula: conversas em off com um Jornalista é coisa que não existe, desculpa a comparação mas é tipo ir ter com a comadre e lhe pedir segredo de uma história qualquer. Quando algo não se pode saber não se conta)."


pois, mas às vezes é importante saber-se. há dois tipos de off:
1. aquele em que se pode saber o que é, mas a pessoa não quer ser identificada (há informações que podem pôr a vida da pessoa em risco)
2. aquele em que o jornalista não pode dizer quem disse, nem o que disse (às vezes pelo que a pessoa diz é possível identificá-la)

qualquer um deles pode ser importante. mesmo o segundo: mesmo que não possa contar a história, sabendo qual é posso tentar pegar por outro lado ou ir à procura por outros meios...

claro que isto do off é a excepção, nunca poderá ser a regra. um off é sempre um risco e só deve ser utilizado em casos extremos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;(Paula: conversas em off com um Jornalista é coisa que não existe, desculpa a comparação mas é tipo ir ter com a comadre e lhe pedir segredo de uma história qualquer. Quando algo não se pode saber não se conta).&#8221;</p>
<p>pois, mas às vezes é importante saber-se. há dois tipos de off:<br />
1. aquele em que se pode saber o que é, mas a pessoa não quer ser identificada (há informações que podem pôr a vida da pessoa em risco)<br />
2. aquele em que o jornalista não pode dizer quem disse, nem o que disse (às vezes pelo que a pessoa diz é possível identificá-la)</p>
<p>qualquer um deles pode ser importante. mesmo o segundo: mesmo que não possa contar a história, sabendo qual é posso tentar pegar por outro lado ou ir à procura por outros meios&#8230;</p>
<p>claro que isto do off é a excepção, nunca poderá ser a regra. um off é sempre um risco e só deve ser utilizado em casos extremos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
