Os pais foram de férias e a mãe emprestou o carro à filha.
A filha, às vezes, conduz com pessoas ao lado.
E volta e meia ouve: “ÃÂâ Paula, não fizeste o pisca”, “o pisca, Paula, o pisca” ou “Não fazes o pisca?”.
E isto, de tal forma frequente que se impõe uma explicação pública:
Se não faço o pisca, é porque ninguém precisa de saber para onde vou ou deixo de ir!
A sociedade de hoje está infestada de uma curiosidade mórbida, que baste.
ÃÂÃÂa lá agora eu estimular a curiosidade alheia…
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Uma Resposta a “condução”
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penso que não se trata de curiosidade morbida.
estamos no transito temos que pensar que não estamos sozinhos. admito que, quando olho para o espelho e não vejo ninguém, não faço pisca ( á que poupar na conta de electricidade ao fim do mês ). mas , se vêm alguém , há que avisar … por que nunca se sabe , pode evitar males maiores , ou , nem que seja para ajudar o que vem a trás a calcular melhor a trajectoria ou velocidade.
penso que no transito há que facilitar a vida aos outros ( afinal , são poucos os que dominam o carro como eu )