Em tempos, um amigo da escritora Agatha Christie disse-lhe que os crimes dela eram sempre muito limpinhos. Este foi o repto para Christie escrever uma história com um cadáver cheio de sangue - “Quem havia de imaginar que o velho tinha em si tanto sangue?”.
Suponho que o tal amigo iria gostar de Taxi Driver.
Quase no final do filme é sangue por tudo quanto é lado, com todos os ruídos que a pressão do sangue a sair do corpo provoca.
Também (só) fala da solidão. A música do sr. Bernard Herrmann (o mesmo das magníficas bandas sonoras dos filmes do Hitch?) dá corpo e avoluma o receio.
Não fiquei com muito para dizer sobre este filme. O que não deixa de ser estranho.

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Eu gostei do filme, mas tambem nao fiquei com muito para dizer no final…..
Filmes estranhos demais fazem isso. Parecem os filmes do Jim.