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Bem, eu vou a modos que fazer o upgrade do software que controla aqui o blog. Por isso se isto ficar assim meio estranho……. não estranhem ![]()
Dia de São Valentim
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Amanhã, pouca net e muitos livros.
Assim, feliz dia de São Valentim…

Sábado
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Sábado. Sábado, é que vai ser…
…uma festa
…do livro.
O mercado Ferreira Borges, no Porto, está recheado de livros (baratos, segundo as minhas fontes)
E os alfarrabistas também marcam presença.
E vai ser sábado, de comboio, daqui para o Porto.
Quem quer ir?
Regressos III
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Afinal, sempre houve magia no regresso do sr. administrador.
Apareceu de um dia para o outro.
Não numa lareira, nem de trenó.
Apareceu numa passadeira, dentro de um automóvel…
Bem-vindo!
Ordem na casa
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Eu que pensava que iria encontrar a minha casa devassada ou então que todas as janelas e portas estariam fechadas e um cheiro a mofo empestaria as paredes, chego a casa e encontro as janelas abertas, flores frescas nas jarras e um perfume no ar. É bom voltar a casa. É bom ter amigos.
Um grande beijinho para a Paula.
Pormenores sobre a viagem ficam para amanhã
Regressos II
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Não. Nada de magia no regresso do sr. administrador.
Aliás, nada de regresso.
Cá para mim, encontrou uma loira de 2m10…
com um vestido vermelho…
no Phillie’s…

Regressos
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O sr. administrador não chegará hoje, nem amanhã.
O sr. administrador chegará de hoje para amanhã.
Que significa chegar de hoje para amanhã?
Aparecer como por magia?
Boa semana
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Ainda falta fazer muito por aqui… mas, por uma razão ou outra, não é possível chegar a todo lado.
Ficava bem dizer: e se nos fecharem uma porta, abriremos uma janela, mas na verdade não acreditamos que valha realmente a pena.
Assim, ficaremos pelas portas que nos deixam abertas.
Até quando já não fizer sentido…
… altura em que iremos embora.
comunicações falhadas ou um desabafo
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Por uma vez na vida gostava de, ao dar uma informação a determinada pessoa, ser compreendida. A minha sorte é que só acontece com a determinada pessoa… caso contrário, estava mesmo tramada!
comunicações lentas
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Eu cá, vou receber um postal. E por correio lentinho…
Fico à espera…

Regenerar-se
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Há livros assim. Com instruções para a vida. A partir do “As Rosas de Atacama”, do Sepúlveda, cheguei a Avrom Sutzkever e a estas palavras:
Ejecución
Cavo una fosa como se debe y ordenan
y busco consuelo en la tierra entretanto.
Un golpe de azada y aparece debajo
debatiéndose, patético, un pequeÃÂño gusano.
Mi azada lo corta y sobreviene un milagro:
el gusano partido se hace dos, se hace cuatro.
Otro corte de nuevo y ya son cinco gusanos;
ÃÂÿy todos estos seres creados por mi mano?
Vuelve el sol entonces a mi ánimo sombrío
y la esperanza fortalece mi brazo:
Si un gusanito no se rinde a la azada,
ÃÂÿes que eres, acaso menos que un gusano?
Regressos e abraços
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As pessoas da minha vida movimentam-se muito.
Um na Suécia.
Um na Holanda.
Uma nos Açores.
O da Holanda regressa na próxima semana.
E para que ninguém se fique a rir, há uma outra que vai para Nice, por esses tempos. Voltará em Julho, se o teatro não a raptar.
A do Açores volta daqui a duas semanas.
O da Suécia está naquela fase do “ainda não se rendeu à comunicação mais rápida, mas já esqueceu a mais lenta”. O regresso está indeterminado. Valha-me o carinho que tem em telefonar sempre que regressa a casa.
Nos regressos, “os abraços hão de ser milhões de abraços”…
Chega de saudade
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
Vai minha tristeza
E diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade
É que sem ela não há paz
Não há beleza
É só tristeza
E a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços
Os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim
Colado assim
Calado assim
Abraços e beijinhos
E carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Vamos deixar desse negócio
De você viver sem mim.
Responsabilidades e psicologias de trazer por casa…
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Falar de distÃÂância nos tempos que correm parece ridículo… (isto é isso mesmo: um aviso para o que aí vem)
Falamos com as pessoas via messenger (várias vezes), via email (algumas vezes), via telemóvel (poucas vezes). Estamos de quando em vez com elas. ÃÂâ¬s vezes passam semanas. E tudo nos parece bem.
Um dia dizem-nos que vão para fora durante uns tempos. E sentimos uma coisa esquisita.
Há pouco tempo falava com uma amiga (um grande beijo para ti, pequenina), que está longe e que pondera voltar, sobre a necessidade de termos as pessoas perto, fisicamente perto. Mesmo que não estejamos muitas vezes juntas.
É uma sensação esquisita.
É saber que, se for preciso, está ali.
Deve ser psicológico. Como o frio…
Responsabilidades…
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Isto de nos deixarem (ainda que implicitamente) a casa às costas… é uma GRANDE responsabilidade!
Tomar conta da casa.
E esta questão dá pano para mangas… até daqui a bocadinho…
Passinhos de lã
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Há pouco tempo pareceu-me ouvir passos na casa…
…
era o vento numa janela…
Home alone
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Estou sózinha em casa… é verdade, o sr. administrador foi de férias durante uma semana… inteirinha…
…
Isto agora, é que vai ser uma farra todos os dias… ![]()
…
hmmm
…
Isto está muito silencioso…
