O Blog do Gustavo Felisberto

Paula Simões Íntima Fracção Print This Post Print This Post
 

O programa de rádio Íntima Fracção, que completa 20 anos no próximo dia 08 de Abril de 2004, vai ter, em breve, uma emissão aqui.
Por enquanto, fica uma colectânea que a Janela Indiscreta pediu ao Francisco Amaral.
O programa de rádio do Francisco Amaral

Paula Simões Feliz Natal! Print This Post Print This Post
 

Natividade

Paula Simões Partilhar Print This Post Print This Post
 

Nasci de novo.
Hoje falaram-me de partilha, trocas.
De informação, de conhecimento e de práticas.
Depois de quatro anos numa licenciatura em que cada colega tentava não partilhar informação. Quatro anos numa licenciatura que disponibiliza e-mail, listas de discussão, páginas web para cada cadeira. E tudo vazio ou cheio de uma ou duas pessoas… Nenhum feedback
Depois disto tudo o Professor Fredric Michael Litto diz-me que o futuro vai ser assim, tal como na Idade Média: trocas, partilha de… :)

Paula Simões Linux Print This Post Print This Post
 

Apetecia-me dizer à Morgana, que colocou um comentário ali em baixo, que sim, que partilho. Foi este conceito, partilha, que me fez apaixonar pelo Linux (com tempo e trabalho a ver se se transforma em amor…)
Mas a verdade é que a única coisa que tenho para partilhar, agora, é o URL do manual de Linux que ando a estudar e que tem exercícios para fazer:
está aqui.
Foi sugerido pelo Gustavo (o administrador da casa e um amigo - já te disse obrigada, Gustavo? -, desgraçado, que se viu e desejou para arrancar o raio do windows do meu fraquinho laptop e colocar lá uma distribuição de Linux)
Um dia… um dia eu vou conseguir usar o Linux tão bem como uso o raio do windows. E só porque no Linux há este conceito: partilhar.

Paula Simões amor Print This Post Print This Post
 

nunca estamos contentes com nada… até no amor.
a res (=coisa) aqui, complica-se.
se nos amam pouco (?!) é porque não nos amam o suficiente.
se nos amam muito (?!) é porque nos amam demais.
a questão do ‘é este(a), o(a) tal’ surge na cabeça como terrífica, provoca ansiedade, nervoso: é, não é? pensa-se, analisa-se, escrutina-se até à exaustão. ‘com o tempo sabe-se’ - alguém nos descansa… quanto tempo?
qual quê!
a verdade é que nunca se sabe.
por isso, o melhor mesmo é ir levando, e se tivermos de fechar portas, deixemos pelo menos uma janela aberta.
o amor não é o fim que se procura na vida.
é o meio. é o processo. é o dia após dia. é a construção de qualquer coisa a dois e só dura enquanto as duas pessoas quiserem…
e, bolas, confessem lá: não é o processo muito mais saboroso do que o fim? Não sabe melhor o ‘tentar conseguir’ do que o ‘conseguido’?
por isso não acredito n’O AMOR.
tal como não acredito n’A VERDADE.

Paula Simões Sábado Print This Post Print This Post
 

Quem disse que ao sábado não se trabalha?

Com isto tudo, o manual e exercícios de Linux andam a ficar para trás… à espera de uma calmia que há-de vir após a tempestade…

Gustavo Felisberto Novo telemóvel Print This Post Print This Post
 

Ao fim de alguns anos com o meu querido Siemens lá tive de trocar de telemóvel. Apesar de já ter dito que não me iria converter aos telemóveis com máquina fotográfica acabei por comprar este: T-610
Porque oferecia a garantia de uma boa agenda e de sincronizar com o evolution (uma agenda muito parecida com o Outlook mas para sistemas Unix (linux, freebsd …..)). É bacano já não andar com o portátil por causa da agenda.

Noutras ondas, estou ebrio de sono e o Spung está para ali a falar qq coisa sobre massagens. Programar a estas horas faz destas coisas. Acho que vou expulsar o Spung e vou dormir.

Paula Simões Resistir Print This Post Print This Post
 

às vezes somos acometidos por um querer sair.
sair de nós mesmos.
fazer-nos à vida.
ir embora.
para um qualquer lugar onde não estejamos.
não deixaríamos tudo para trás porque sabemos que não temos nada.

depois percebemos que há tanta coisa ainda por fazer aqui…
deixamos, então, de ser viventes e sobreviventes.
passamos a ser resistentes.
se olharem com atenção descobrem um destes, aqui e ali.
são raros porque, inocentemente, ainda conseguem acreditar que os vão deixar contribuir para o que falta fazer aqui…

Gustavo Felisberto Via procurada Print This Post Print This Post
 

De quando em vez a nossa vida dá uma volta tremenda num intervalo de tempo bem curto, isto é “facto” bem sabido, mas será que as pessoas podem tambem mudar?
Aqui a dias estava a ler uma pequena história quando um dos personagens se interroga se seria possivel uma pessoa mudar radicalmente num curto espaço de tempo. E a questão era não se um acontecimento especialmente fora do vulgar poderia mudar uma pessoa, mas se o simples dia a dia tinha essa capaçidade. Eu penso que o “dia a dia” durante muitos dias tem essa capacidade, mas será que por exemplo 60 dias têm essa capacidade?